<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218</id><updated>2012-02-16T17:51:24.514-08:00</updated><category term='livro mulher-sociedade e direitos humanos'/><category term='Flores'/><title type='text'>Comunicação para Transformação - Nádia Rebouças</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>59</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-3635865081059432808</id><published>2012-01-30T08:11:00.000-08:00</published><updated>2012-01-30T08:42:16.242-08:00</updated><title type='text'>Pinheirinho, demonstração de humanidade?</title><content type='html'>Fica uma pergunta que não quer calar. Como exigir das empresas ética nas remoções, respeito humano e ambiental se os governos agem com a desumanidade que assistimos no Pinheirinho em São José dos Campos??&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; É possível que nesse momento do mundo ainda possamos assistir a esse teatro medieval? Que seres humanos somos nós? Fico espantada com acontecimentos como esse, que fazem com que tudo pareça sem sentido. Vejam o que é retirar pessoas das suas casas, brutalmente, provocar mortes, com crianças envolvidas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que seres humanos são esses que estão atrás desses atos? As vozes do mundo estão gritando e a mídia só fala timidamente do acontecido. Não é ela que diz que denuncia? Cadê a mídia que acusa imediatamente a empresa no Rio de Janeiro, a que mais perdeu empregados na última quarta feira, quando já aprendemos que em todos os acidentes normalmente não existe uma causa, mas um somatório de causas? O acidente do Rio de Janeiro foi rápido nas denúncias que se repetiram e repetiram, enquanto o desastre, que tem culpados evidentes em São José dos Campos, foi rapidamente esquecido!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Justiça social. Continua em falta no Brasil. Continuamos fingindo que somos um país fraterno. Continuamos fingindo responsabilidade social e ambiental. E vamos receber a Rio + 20.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a internet não para. A denúncia em todo mundo está atuando e destruindo as grandes oportunidades que teríamos nesse momento brasileiro. Senhores, está na hora de assumirem que o mundo não e mais o mesmo! Agora, o mundo fala!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-3635865081059432808?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/3635865081059432808/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2012/01/pinheirinho-demonstracao-de-humanidade.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/3635865081059432808'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/3635865081059432808'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2012/01/pinheirinho-demonstracao-de-humanidade.html' title='Pinheirinho, demonstração de humanidade?'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-5570741787468697557</id><published>2011-12-27T04:58:00.000-08:00</published><updated>2011-12-27T05:01:12.402-08:00</updated><title type='text'>Boomerang de Dezembro</title><content type='html'>O poeta norte-americano Robert Creeley escreveu certa vez: “Sinto que quando as pessoas lêem meus poemas com mais simpatia, lêem comigo, assim como eu escrevo com elas. Desta forma, a comunicação é ‘sentimento compartilhado com outro’, e não ‘processo didático de informação’.”  &lt;br /&gt;(retirado do Prosa e Verso, caderno do jornal O Globo. Artigo de Carlito Azevedo sobre poemas de Wislawa Szymborska).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Fim de mais um ano. Como sempre hora de reflexão e balanço. Hora de pensar se estamos usando esse tempo de forma útil para nós e para o mundo.  Não estou cheia de entusiasmo esse ano.  Os aprendizados foram muitos, mas tudo que precisa ser transformado segue tão lentamente que o exercício da esperança fica dificultado. Temos inúmeras razões para comemorar um Brasil melhor economicamente, um Rio de Janeiro cheio de fatos novos, que apontam para novas possibilidades.  Temos a Rio + 20, a Copa e as Olimpíadas. Temos inúmeros projetos pela frente. Mas todas essas oportunidades poderão deixar de ser aproveitadas pela incapacidade que temos de pensar sistemicamente. Minha preocupação central são as pessoas.  Por isso trabalho com comunicação.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Recebo muitos e-mails de amigos, profissionais que assistem às minhas palestras identificando que o mundo corporativo andou para tendências que eu identificava há 20 anos. Isso não me envaidece, ao contrário mostra quanto tempo a consciência leva para chegar a construir uma massa crítica que pode efetivamente transformar a realidade. Eu e muitos outros identificávamos tendências como a necessidade da comunicação interna, a responsabilidade social empresarial entre muitas outras idéias que iriam ao longo desses anos conquistando espaço na nossa sociedade. Os jovens estão nas ruas, os profissionais de várias áreas estão aí insatisfeitos; que, claro, é o primeiro sentimento que pode levar às mudanças. No entanto ainda são iniciativas confusas e sofrem um impedimento constante daqueles que querem manter tudo como está, ou pior, avançar em modos de produção e de vida que já estão condenados. &lt;br /&gt;Fico com as manifestações importantes das pequenas e persistentes mudanças. Foco nas transformações dentro das organizações. Elas têm um potencial essencial para construir o novo mundo. Temos novas lideranças espalhadas por várias organizações, mas poucas conscientes que se não transformarmos as pessoas pouco adianta interferir nas missões, visões ou falar nas entrevistas. Precisamos de líderes nas empresas e organizações que percebam e invistam com freqüência na educação de suas equipes para um novo tempo.  Perseverança parece não conseguir se estabelecer nesse nosso mundo, e cismamos em acreditar que tempo não existe.&lt;br /&gt;Muitos projetos começam, conquistam colaboradores, mas param.  Aliás, uma das doenças atuais das organizações é a síndrome da entrega. Fiz, entreguei, construí o processo, o manual, o newsletter, ou seja, lá o que for, e pronto. Não existe ¨pronto¨ nos dias de hoje. A mudança de cultura esperada não se realiza rapidamente. Há uma absoluta necessidade de freqüência para que a transformação se operem. Cidadania não se conquista sem muito esforço, e estamos falando de cidadania dentro das empresas que precisam sair do estágio trabalho para o patamar serviço.  Caso seja possível conseguir isso, trabalhar vai deixar de ser chato, perigoso, ou o que é pior doloroso.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Temos que investir em ambientes de trabalho realizadores. Temos que ter colaboradores conscientes e não meros fiscais no papel de líder. Precisamos compreender que somos gestores de vidas, de pessoas que podem ser felizes, dentro da empresa ou nas comunidades onde vivem.  Profissionais que querem bônus não só financeiros, mas bônus para suas velhices orgulhosas de ter aproveitado a vida na sua totalidade. Com ética, percebendo o holístico, controlando suas vaidades, a competição; descobrindo a parceria; sendo capazes de construir coletivamente; aproveitando as metodologias que surgiram para fazer de suas aulas e reuniões a possibilidade de encontros vivos e realizadores.         &lt;br /&gt;  Executivos odeiam reuniões. Até os que estão fazendo. Porque não mudar? Porque reclamar e esperar que o chefe acima mude, ou que apareça a fadinha da transformação? Porque não podemos ser protagonistas, em qualquer nível hierárquico onde estamos? Porque temos medo. Alguns tentam, a maioria, em algum momento, mas acabam aposentam suas pessoas muito antes da hora de se aposentar. Carregam suas vidas profissionais para poder ter alguns poderes de consumo para sua família ou para seu próprio ego.  Assim vamos seguindo numa procissão de profissionais insatisfeitos, ou pior se enganando. Basta uma mínima oportunidade para falar com alguém confiável e o que aparece são rosários de dores. Potências perdidas. Perdas significativas para os negócios que ainda não conseguiram inventar indicadores seguros sobre os prejuízos da desmotivação e descompromisso no trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Eu acredito na comunicação e não na informação. Precisamos conseguir que profissionais de comunicação aproveitem, toda e qualquer oportunidade, para conquistar as pessoas, os profissionais como construtores conscientes do novo mundo. Somos nós que temos que construí-lo, ele não chegará por qualquer passe de mágica. É o líder que além da porta aberta, mudará sua face de porta, que vai conseguir ouvir, vai conseguir parar de correr para qualquer lado, a qualquer hora, sem se dar conta do tempo.  É o colaborador, que de forma ativa vai falar, porque terá oportunidade de fazê-lo.  Construções coletivas. Precisamos a cada momento oferecer chances de protagonismo.  &lt;br /&gt;  Nesse sentido o trabalho desse ano foi muito gratificante. Confirmamos que juntos, debaixo de uma mesma marca, somos capazes de encontrar os novos desafios (esse é o primeiro passo) para depois encontrar soluções novas. Cansei de manuais, tabelas de Excel, processos engessados, onde todos reclamam de apenas gastar tempo preenchendo tabelas.  Somos complexos, se não tocarmos nos processos afetivos, mesmo preenchendo tudo certinho, a transformação não acontecerá. Um líder me disse uma vez: "quando as coisas estão mal a gente inventa um processo..." Já pensou nisso? Caso eu não entenda racionalmente as razões, eu não descubra um motivo que me envolva  para realizar algo, eu posso até fazer, mas não vou me comprometer. &lt;br /&gt;  O remédio para que as empresas ganhem eficiência é a comunicação que educa. Um colaborador protagonista, ainda mais considerando a potência que as tecnologias nos oferecem. Temos que vencer o medo. Preferimos mentir, não ouvir e cobramos ética em outro lugar. Deixar falar foi sempre motivo de medo. Afinal de algum lugar saiu:  “Manda quem pode, obedece quem tem juízo”. Só que quem obedece hoje dentro da empresa, tem poder para desobedecer em algum lugar. Até o consumidor (que eu acho que não existe mais) não obedece, ou se conforma e tem feito muitas empresas investirem no novo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Na segunda década do ano 2000, parece que está na hora de termos mais coragem. Temos tanta tecnologia, ela nos trás tantos novos conhecimentos, não seria óbvio nos permitir arriscar? Permitir novas formas de atuar? &lt;br /&gt;Podemos fazer diferente. Podemos fazer mais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-5570741787468697557?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/5570741787468697557/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2011/12/boomerang-de-dezembro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/5570741787468697557'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/5570741787468697557'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2011/12/boomerang-de-dezembro.html' title='Boomerang de Dezembro'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-3175925934034018801</id><published>2011-11-13T05:01:00.000-08:00</published><updated>2011-11-13T05:30:17.936-08:00</updated><title type='text'>Precisamos reconhecer a mudança!</title><content type='html'>Temos de fato muitos problemas! Mas tenho prazer em reconhecer até as pequenas mudanças...sem ter a ilusão que tudo mudou!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando vejo o não reconhecimento dos pequenos sinais de mudança, lembro sempre de Ken Wilber. Ele fala dos níveis de consciência da civilização humana e de como tudo segue num processo lento e difícil até chegarmos à visão integral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro também do Betinho, que quando eu me desesperava nas baixas da Ação da Cidadania, por exemplo quando a Globo não veiculou o filme sobre a terra, com Eva Vilma, inédito até hoje, e ele falava: "Até aqui fomos, agora chegamos no limite da consciência possível da maioria da sociedade!" Conseguimos com a campanha que a fome se tornasse um fato, não há dúvida que ela influenciou políticas públicas que hoje não resolveram, mas diminuiram a fome no país. Falar sobre a posse da terra ainda não era possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O político não mudou, mas vai mudando, a polícia não mudou, mas vai mudando, o jornalista não mudou, continua um instrumento mais de propaganda do que de conhecimento e reflexão, mas vai mudando...Assim percebemos que tudo está em movimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não tenho de forma alguma o preconceito em comemorar as pequenas mudanças. Já aprendi que a transfromação é lenta e como observadora da realidade percebo os pequenos passos que temos dado. Na ocupação da Rocinha percebo sinais de maior transparência. No Borel, por exemplo, a "limpeza" do BOPE, antes da entrada da UPP, não foi anunciada...( as mulheres da comunidade contaram barbaridades, que espero não ocorram agora na Rocinha e Vidigal).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A polícia, pouco a pouco, também vai mudando. Nosso governador na entrevista conseguiu compartilhar e não respondeu perguntas técnicas, dando a quem entendia do assunto o direito de resposta. Para minha absoluta supresa se declarou GESTOR DE PESSOAS. Isso é tão novo no setor público quanto será para a população da Rocinha viver daqui para adiante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não será fácil, todas as doenças continuam ali, policiais corruptos, líderes negativos, gerações criadas sem educação e na violência, mas não acredito em mágica...acredito no trabalho duro, em planejamento, estratégias e numa atuação sistêmica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há indícios de avanços. Alguns olham sempre para o negativo, eu tenho a mania de perceber o positivo nascendo e acreditar nas pequenas mudanças, para poder seguir. Transformação... falar é uma coisa, fazer é outra. Quem faz sabe o quanto é difícil avançar com as enormes mazelas que criamos até nas formas de pensarmos. O importante é fazer e ir aprendendo todo dia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-3175925934034018801?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/3175925934034018801/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2011/11/precisamos-reconhecer-mudanca.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/3175925934034018801'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/3175925934034018801'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2011/11/precisamos-reconhecer-mudanca.html' title='Precisamos reconhecer a mudança!'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-104237010891905295</id><published>2011-09-30T22:50:00.000-07:00</published><updated>2011-09-30T23:09:08.275-07:00</updated><title type='text'>Colômbia? Hoje é aqui!</title><content type='html'>Achoque há uns 3 ou 4 anos atrás, num Congresso do GIFE em Curitiba, eu e Bernardo Toro nos encontramos num bar. Fumávamos. Felizes. Conversamos sobre o trem, que uniria a América Latina! Alguém lá de baixo poderia namorar um brasileiropq o trem uniria todos os jovens...saí dali pensando o quanto desejei isso por toda minha vida...que a América Latina se olhasse e vivencisse sua territoriedade...Pois é ...não precisamos nem conquistar o trem, Shakira, no Rock in Rio trouxe a Colômbia, a Espanha mostrando que o local é global! Está aqui e agora o futuro! E como quase empre a cultura uni as almas! Sonho de Bernardo feito um trem de música! Som de almas!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-104237010891905295?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/104237010891905295/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2011/09/colombia-hoje-e-aqui.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/104237010891905295'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/104237010891905295'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2011/09/colombia-hoje-e-aqui.html' title='Colômbia? Hoje é aqui!'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-5273517846304883174</id><published>2011-09-24T09:25:00.000-07:00</published><updated>2011-09-24T09:27:09.836-07:00</updated><title type='text'>Publicitária</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:200%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:200%;font-family:Verdana"&gt;Sou publicitária? Sim, sou. Muitos publicitários me olham como inimiga da publicidade. Desconhecem o meu prazer de criar, de seduzir, de encontrar a forma correta, a palavra certa, o conceito exato que faz uma marca existir. Desconhecem o quanto agradeço por ter aprendido a falar o essencial em trinta segundos. Não valorizam o planejamento na publicidade. Valorizam apenas a criação sem compreender o extenso e exaustivo trabalho de pesquisa, diagnóstico e planejamento. Esquecem que estratégia é escolha, é encontrar o público foco. Esquecem que descobri-lo é compreender as percepções, as pessoas. Sem perceber o que, o para quem, o por quê, as grandes sacadas criativas dão mais trabalho e são mais arriscadas. Sou da criação ou do planejamento? Sou da pesquisa? Isso tudo fica muito velho para quem percebe e tenta viver a visão sistêmica. Ela chegou de surpresa para mim no final dos anos 80. E tudo mudou. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:200%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:200%;font-family:Verdana"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:200%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:200%;font-family:Verdana"&gt;Além da escolha e da estratégia, o que há mais de vinte anos me influencia tem sido a escolha ética do caminho a seguir. O fascínio do caminho criativo me impactou durante anos sem que eu tivesse consciência do meu compromisso ético, embora sentisse comichões e não dormisse bem as minhas noites. No final dos anos 80 minha consciência disciplinou minha criatividade. Deixei de ser criativa? Meus planejamentos perderam a força? Não. A participação nas campanhas “Ação da Cidadania e &lt;i&gt;Onde você guarda o seu racismo?&lt;/i&gt;, a criação do &lt;i&gt;Natal Sem Fome&lt;/i&gt;, além de trabalhos para todas as marcas de produtos e causas a partir de então, não deixam essa impressão.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:200%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:200%;font-family:Verdana"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:200%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:200%;font-family:Verdana"&gt;Não há dúvida de que amo planejar e a criatividade é o ar que eu respiro. Para desespero de muitos colegas, respiro a criatividade como escolha ética, de valor, da vontade intrínseca de colaborar para um mundo mais justo, mais sistêmico, que busca construir uma nova economia, que não isola o ambiente e as pessoas dos tais “resultados”. Eu falava no deserto, mas a cada dia ficava mais claro que os verdadeiros “resultados” são ambientais, sociais (onde possamos tirar da Idade Média milhões de pessoas) e ao mesmo tempo vai passo a passo construindo uma economia verde e inclusiva. Estamos dando passos para uma nova civilização.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:200%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:200%;font-family:Verdana"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:200%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:200%;font-family:Verdana"&gt;Vamos perder o nosso trabalho se a sociedade escolher de forma mais consciente o que consome? Ficaremos sem emprego? Esse é um pensamento medroso e despreparado para o essencial da vida: o movimento. Em todas as civilizações as profissões, a economia, os paradigmas mudaram. Empregos desapareceram e outros surgiram. Empresas que produziam produtos que as pessoas começaram a não consumir mais desapareceram. Outras chegaram e descobriram os novos desejos, criaram novos produtos e se desenvolveram. Por que temer a mudança se tudo morre e nasce com enorme rapidez? A grande pergunta neste momento da história é: existe coisa mais importante na vida do que o que tem vida? Será que essa sociedade da competição, do ganhar, do consumir já não consegue nos escancarar que nossa espécie está ameaçada? Aí estão todas as causas que fazem parte da minha causa: a vida. Passamos por cima dela com os velhos paradigmas. Acredito profundamente na capacidade que a comunicação tem de transformar consciências. Minha geração levou a sociedade a consumir milhares de “produtos”, aliás transformamos tudo em produto. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:200%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:200%;font-family:Verdana"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:200%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:200%;font-family:Verdana"&gt;A equidade de gênero, as pessoas com necessidades especiais, a consciência da fome, do racismo que dorme dentro de nós, a liberdade de escolha sexual, tudo isso já foi um absurdo há poucas décadas. Avançamos? Muito. A humanidade caminha para novos estágios.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;Como está sendo difícil para publicitários perceberem que a comunicação tem um poder incrível de transformar, de criar marcas e de construir&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;e que é exatamente por isso que nosso trabalho hoje consiste em criar as marcas da nova civilização. Arriscaria dizer que já estamos criando. Alguns empresas exigem isso porque desejam sobreviver a esse tempo. Estamos inventando nosso futuro. A Terra, esse ser vivo, se expressa todos os dias. Se não mudarmos o nosso modelo de viver corremos sério risco.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:200%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:200%;font-family:Verdana"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:200%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:200%;font-family:Verdana"&gt;Sou uma publicitária comprometida com os novos tempos. Não há como ter uma profissão sem antes escolher onde você quer chegar. Onde, apesar de todo modelo econômico atual, você pode simplesmente ser. Uma publicitária que entendeu, há muito tempo, que a publicidade é só um pedaço das imensas possibilidades da comunicação. A sociedade se tornou dona da comunicação e ganhou liberdade para dizer o que pensa. Filma. Escreve. Cria seus próprios veículos de comunicação. Escolhe o quer e não quer mais na sua vida. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:200%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:200%;font-family:Verdana"&gt;Atraso é querer desesperadamente manter as coisas como estão. Como diz Alvin Toffler: mudar ou ser refém da mudança. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-5273517846304883174?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/5273517846304883174/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2011/09/publicitaria.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/5273517846304883174'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/5273517846304883174'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2011/09/publicitaria.html' title='Publicitária'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-2893515204994255529</id><published>2011-09-14T09:14:00.000-07:00</published><updated>2011-09-14T09:17:02.929-07:00</updated><title type='text'>Viva Maria!</title><content type='html'>&lt;p style="margin-bottom:10.8pt;line-height:18.0pt"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Verdana; color:black;background:white"&gt;Hoje dia 14 de setembro, o programa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Verdana; color:black;background:white"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Verdana;color:black;background:white"&gt;Viva Maria, da Rádio Nacional&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Verdana;color:black;background:white"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Verdana; color:black;background:white"&gt;completa 30 anos no ar. A data está sendo celebrada com o lançamento do selo personalizado e carimbo comemorativo sobre o Dia Latino-Americano da Imagem da Mulher nos Meios de Comunicação. A Empresa Brasil de Comunicação – EBC, a ONU Mulheres e os Correios, realizou um painel sobre o tema, no Espaço Cultural da EBC e eu deveria ter estado lá... O rio amanheceu chorando muito, tudo nublado e o meu avião não sairia a tempo. Minha idéia foi falar com a Mara e o Bráulio para ver se eu não poderia entrar numa gravação. Bráulio lembrou do skipe e voltando para casa em pouco tempo colocamos tudo pronto para que “eu entrasse no ar” &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Verdana;color:black;background:white"&gt;num auditório com 120 pessoas. Do Rio para Brasília. Não consegui mostrar meus slides, mas consegui falar o que achava muito importante ser falado: que o programa Viva Maria, através da voz da Mara Régia, de sua alegria, informalidade consegue conversar com mulheres de segunda a sexta-feira, em diferentes horários, pela Rádio Nacional da Amazônia, Rádio Nacional de Brasília, Rádio Nacional do Rio de Janeiro e Rádio Nacional do Alto Solimões e também está disponível para download gratuito na página da Radioagência Nacional. Com formato de reportagens e entrevistas (eu nesses anos já dei muitas) ela destaca a participação das ouvintes. É ali que muitas mulheres, sem acesso a informação, podem acompanhar as políticas públicas voltadas as mulheres, aprendem saúde sexual e reprodutiva feminina, conversam sobre a violência doméstica, a comunicação que explora a imagem da mulher. Fazendo uma pesquisa para a Secretaria das Mulheres com as mulheres do campo e da floresta descobrir a importância desse programa. A mulher fora dos centros urbanos não tem qualquer suporte, ou alguém sobre conversar sobre seus problemas de ser mulher. Caso sofra uma violência doméstica com quem falar? Com o padre, o delegado? Ela sofre numa imensa solidão... Lá não temos ainda nem delegacia das mulheres. Aí entra o Viva Maria que vai com ela para o rio, lavar roupa. A Mara está lá como uma voz amiga. São 30 anos gente, e a Mara que ganhou o prêmio da revista Cláudia ainda merece muitos prêmios! Acabei minha palestra virtual desejando que Mara com 90 anos ainda continue a levar oxigênio a mulheres que não tem atendimento à saúde, não tem delegacia de mulheres, não tem blog e não tem face book. Conheçam mais, vale à pena. Acabo o dia feliz também porque produzi menos CO2.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-2893515204994255529?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/2893515204994255529/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2011/09/viva-maria.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/2893515204994255529'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/2893515204994255529'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2011/09/viva-maria.html' title='Viva Maria!'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-8812412563189335501</id><published>2011-07-14T20:37:00.000-07:00</published><updated>2011-07-14T20:50:20.649-07:00</updated><title type='text'>CONAR E INSTITUTO ALANA</title><content type='html'>Ou deveria ter escrito no título: O CONAR e sua responsabilidade na educação? Ou ainda deveria me perguntar, até quando os publicitários vão insistir em não perceber que a sociedade brasileira está em profunda transformação? Ou ainda me perguntar quanto vamos perder de talentos brilhante da comunicação que poderiam estar construindo o novo mundo cada dia mais desejado? As empresas estão mudando mais rápido do que os profissionais de propaganda? Estamos protegendo o quê? A falta de delicadeza e conversa encontrada num relato votado por unanimidade no CONAR nos indica o quê? A propaganda não percebeu a autonomia que a tecnologia conferiu a todos nós? Não há mais formas de controle. Os tempos são outros. todos somos jornalistas e publicitários. Fotógrafos e cineastas. Continuará a admiração pelos profissionais dessas áreas. Ninguém deixou de ir ao cinema ou de gostar de propaganda, mas todos podem falar e se manifestar usando todos os recursos. Repito são outros tempos. Cegueira e miopia já custaram muito caro! Entrem no blog do Instituto Alana e também do CONAR. Acompanhem as manifestações espontâneas de pais, mães, publicitários, jornalistas, formadores de opinião. Procurem se lembrar de como é difícil, ou foi difícil em algum momento negar um brinquedo para seu filho, ou tentar explicar a ele que a promoção nào vale. Converse com você sobre o perigo da propaganda que não respeita. Vamos ser publicitários do nosso tempo. Vamos construir empresas para os novos tempos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-8812412563189335501?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/8812412563189335501/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2011/07/conar-e-instituto-alana.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/8812412563189335501'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/8812412563189335501'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2011/07/conar-e-instituto-alana.html' title='CONAR E INSTITUTO ALANA'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-1681185607659724967</id><published>2011-05-15T14:25:00.000-07:00</published><updated>2011-05-15T18:05:46.699-07:00</updated><title type='text'>Capital Espiritual</title><content type='html'>Acabo de ler e estudar o livro Capital Espiritual de Danah Zohar e Ian Marshall. Recomendo a todos e todas. Descobrir que além do tradicional QI, que foi concebido pelo exército, da proposta de Daniel Goleman do QE, o coeficiente emocional, chega a descrição precisa por ela do QS, coefiente espiritual. Essa inteligência pode construir a nova civilização que tanto desejamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela apresenta a possível conquista do capital espiritual pelas organizações. Precisamos de massa crítica, mais e mais pessoas que desenvolvam suas inteligências espirituais. O livro termina com um texto da Madre Teresa de Calcutá, encontrado num jornalzinho nepalês.&lt;br /&gt;Ele inspira a tarefa que temos pela frente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas geralmente são pouco razoáveis, ilógicas e egoístas.&lt;br /&gt;Perdõe-as mesmo assim.&lt;br /&gt;Se você for bondoso, alguns poderão acusá-lo de estar agindo por interesse.&lt;br /&gt;Seja bondoso, mesmo assim.&lt;br /&gt;Se você for bem-sucedido, ganhará alguns falsos amigos e verdadeiros inimigos.&lt;br /&gt;Seja bem-sucedido, mesmo assim.&lt;br /&gt;Se você for honesto e aberto, algumas pessoas poderão enganá-lo.&lt;br /&gt;Seja honesto e aberto, assim mesmo.&lt;br /&gt;O que você passou anos construindo alguém poderá distruir do dia para a noite.&lt;br /&gt;Construa, assim mesmo.&lt;br /&gt;Se você encontrar paz e felicidade, as pessoas poderão sentir inveja.&lt;br /&gt;Seja feliz, mesmo assim.&lt;br /&gt;Dê ao mundo o melhor que você tem, mas talvez nunca seja suficiente.&lt;br /&gt;Mas dê ao mundo o melhor que você tem.&lt;br /&gt;Entenda, no cômputo final, tudo acontece entre você e Deus: nunca foi mesmo entre você e os outros.&lt;br /&gt;Boa leitura e belo futuro!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-1681185607659724967?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/1681185607659724967/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2011/05/capital-espiritual.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/1681185607659724967'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/1681185607659724967'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2011/05/capital-espiritual.html' title='Capital Espiritual'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-9020667181728237218</id><published>2011-04-26T06:25:00.000-07:00</published><updated>2011-04-26T06:26:51.268-07:00</updated><title type='text'>A nossa falta de visão sistêmica na educação estará favorecendo a criação de “monstros”?</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Realengo e sua dor se espalharam por  todo o Brasil e se tornou artigo de exportação. Por quê? Perguntamos  todos! Como? Que motivo teria um rapaz de 23 anos para matar com tanta  frieza meninas, na sua maioria, dentro do que foi sua casa durante  alguns anos?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Porque na sua escola? Todas essas  perguntas ocuparam minha mente nessa semana. Escutei atentamente as  entrevistas com as crianças, a primeira professora atingida, os colegas  de Wellington. Olhei suas fotos e o vídeo encontrado no Orkut, e em seus  olhos não havia dor, angústia, tristeza. Havia somente indiferença.  Encontrei ausência. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Passei a me perguntar que tipo de  vida teve essa criança, esse adolescente, que chegou aos 23 anos,  totalmente isolado e morto? Sim, ele já estava morto há muito tempo, por  isso a morte lhe era indiferente.&lt;br /&gt;Passei a me perguntar como uma criança passa pelas salas de aula no  Brasil, carregando sua dor, sua doença e ninguém, absolutamente ninguém,  presta atenção a ele. Sua dor não foi capaz de sensibilizar professores  e patrões. Apenas notavam que era silencioso, que não se relacionava e  assim quieto, não perturbava. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Nossos indicadores de resultado são  notas nas salas de aula e o cumprimento de tarefas, a “disciplina”. Não  era necessário interferir, ele era bom aluno! Só apresentou problema no  trabalho depois que a mãe morreu. A felicidade não é um indicador.  Olhamos o menino, o adolescente e não o enxergamos. Durante 23 anos ele  desfilou seu olhar distante por todos os ambientes. Dentro da escola  muitos contaram o bullying que sofria, mas... &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Ele ficava quieto, não perturbava a  ordem. Assim ele foi provocado, sem descanso, pelas meninas e meninos.  Torturado. Os colegas colocaram sua cabeça dentro lata de lixo ou dentro  do vaso sanitário. Mas ele continuava quieto. Não dava trabalho a  ninguém. Talvez essa mãe, que já não pode mais nos falar, tivesse  interessantes histórias para nos contar! Quantas vezes ela procurou a  escola? Quantas vezes ela pediu ajuda para resolver problemas com seu  filho, e nunca encontrou? &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Talvez ela pudesse explicar o porquê o  adotou, porque o protegeu e o medo que talvez tivesse de que quando se  fosse ele pudesse explodir na barbárie. Onde estão seus irmãos? Que  mistério a vida desse menino guarda? Talvez nunca sejam revelados. No  meio dessa história entra a internet e as armas, mas não são as causas. A  oportunidade estava ali, desde sempre. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Para mim, fica uma pergunta: quantos  Wellingtons estamos permitindo crescer nas salas de aula de todas as  nossas escolas nesse perverso mundo que criamos, onde ninguém realmente  vê ninguém, onde não temos escuta, onde estamos perdidos no aqui e agora  de nossas angústias, sem tempo para nada?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Educar? Será que essa palavra alguma vez existiu na vida de Wellington?&lt;br /&gt;Temos armas por aí e precisamos enfrentar essa realidade, temos também  potenciais usuários dessas armas formados na nossa falta de perceber as  crianças e adolescentes com uma visão sistêmica. Talvez agora a gente  pense mais seriamente nas conseqüências da nossa indiferença e omissão. O  bullying existe e é grave. Nossa indiferença cria seres doentes ou  aumenta as possibilidades de despertar, intensificar doenças. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;span style="font-size: small;"&gt;Onde os olhos morrem antes do corpo podemos ficar sem explicação para os ataques de loucura.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-9020667181728237218?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/9020667181728237218/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2011/04/nossa-falta-de-visao-sistemica-na.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/9020667181728237218'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/9020667181728237218'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2011/04/nossa-falta-de-visao-sistemica-na.html' title='A nossa falta de visão sistêmica na educação estará favorecendo a criação de “monstros”?'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-3108780505067069522</id><published>2011-03-28T12:18:00.000-07:00</published><updated>2011-03-28T12:41:14.904-07:00</updated><title type='text'>Projeto Elas em Movimento</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-baUaqGlaYAQ/TZDfV0lQHqI/AAAAAAAAAI4/BHdEDr1QU10/s1600/CONVITE%2BFINAL%2BBOLHAS%2BCOLORIDAS.JPG"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 370px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-baUaqGlaYAQ/TZDfV0lQHqI/AAAAAAAAAI4/BHdEDr1QU10/s400/CONVITE%2BFINAL%2BBOLHAS%2BCOLORIDAS.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5589212703551921826" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-ansi-language:#0400;  mso-fareast-language:#0400;  mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Vem ai o segundo empreendimento do programa "Elas em Movimento". realizado na Cidade de Deus. O primeiro empreendimento foi inaugurado no Jardim Batan. Trata-se do Sabor e Arte – restaurante e delivery.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt; Mulheres empreendedoras participaram dos Diálogos para Melhoria das Condições de Vida, facilitado por Nádia Rebouças. O evento, ocorrido nos dias 24 e 25 de julho de 2010, teve a função de auxiliar as empreendedoras na concepção de ideias de negócios que serão lapidadas durante a capacitação ministrada pelo ELAS – Fundo de Investimento Social, realizador do Projeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Elas em Movimento tem o patrocínio da petrolífera Chevron, que decidiu investir em mulheres de comunidades com Unidades de Polícia Pacificadora. Os projetos de negócios são construídos pelas próprias mulheres e um deles é implementado nas comunidades de origem.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-3108780505067069522?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/3108780505067069522/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2011/03/projeto-elas-em-movimento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/3108780505067069522'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/3108780505067069522'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2011/03/projeto-elas-em-movimento.html' title='Projeto Elas em Movimento'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-baUaqGlaYAQ/TZDfV0lQHqI/AAAAAAAAAI4/BHdEDr1QU10/s72-c/CONVITE%2BFINAL%2BBOLHAS%2BCOLORIDAS.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-827638302023885048</id><published>2011-03-15T14:41:00.001-07:00</published><updated>2011-03-15T14:41:51.579-07:00</updated><title type='text'>Diálogo, ferramenta para enfrentar a complexidade?</title><content type='html'>“Aproveitando a etimologia latina da palavra, que significa dar voltas juntos, chamo de conversar este entrelaçamento do falar e do emocionar que acontece no viver humano dentro da linguagem. Sustento, ainda, que todo fazer humano ocorre na fala e que todas as atividades humanas se dão como sistemas distintos de conversação. Por isso também sustento, que em sentido estrito, as culturas – como formas do conviver humano, naquilo que o faz humano, que é o entrelaçamento do falar e do emocionar – são redes de conversação. E também por isso afirmo que as diferentes culturas, enquanto modos diferentes de convivência humana são redes diferentes de conversação. E uma cultura se transforma em outra quando muda a rede de conversações que a constitui e a define”.&lt;br /&gt;                                                                                     Maturana  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vocês já notaram a quantidade de metodologias de Diálogos que têm surgido nos últimos anos? Há uma corrida para contemplar a diversidade, para ampliar a capacidade de conversa, seja dentro das empresas, nas suas áreas de impacto ou nas cidades.  É impossível seguirmos sem nos capacitarmos para conversar, para abandonarmos a antiga idéia de que alguém é dono da verdade, ou ainda, que só ele pode oferecer soluções para outros grupos sociais, porque é ESPECIAL.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É hora de pararmos de falar em sustentabilidade e começar a atuar. É hora de deixar a maquiagem para lá e enfrentar com profundidade o desafio de construir um mundo que caiba no planeta. Será que não é esse o recado das grandes catástrofes que estamos assistindo nesse ano? Caberia numa ilha estreita centrais de energia nuclear, quando tanto nos falam os cientistas do aquecimento global? Foi um terremoto, mas outras notícias apontam para os absurdos que fizemos. Será que estamos surdos aos que nos alertam há três décadas? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabemos discutir, debater, falar e falar, mas, quase nunca conseguimos escutar o outro. Mais difícil ainda é nos colocarmos no lugar do OUTRO! Essa situação impacta as empresas e seus departamentos, que encontram dificuldades para fazer trabalhos em conjunto e se perdem na defesa de suas áreas.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos o assunto “novo mundo” em várias caixinhas: sustentabilidade, meio ambiente, responsabilidade social, RH, comunicação e nada conversa ou se complementa. É difícil perceber que as áreas estão em conexão no palco da vida e que as empresas ainda não conseguiram criar modelos de gestão que integrem a diversidade, dentro delas mesmas. O pensamento sistêmico ainda é um desafio. Esse é o nó para caminharmos para a sustentabilidade: pensar no todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como enfrentamos nossos problemas econômicos, sociais, ambientais? Todo o dia vejo situações que me fazem perguntar como as empresas, as cidades, os governos podem escrever e falar em desenvolvimento sustentável se não conseguem melhorar a conversa dentro de seus espaços interiores. Como os projetos não pensam na comunicação? Só através da comunicação, como forma de educação e cultura, poderemos mudar os níveis de consciência dos indivíduos. Insisto no ponto de que só um indivíduo consciente pode fazer a diferença num grupo e ser agente de transformação. Mudar seus valores, o que quer comprar, o que quer que seja produzido etc. A maioria das pessoas não consegue fazer nada diferente da rotina introjetada, não tem consciência de onde estamos e do que fazemos e quais serão os resultados de nossos próprios atos.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada vez fica mais clara a profundidade da mudança que a civilização tem que operar. Não adianta falar em sustentabilidade. Temos que aprender a pensar e agir para a sustentabilidade.  Para isso o desafio é o diálogo. Por exemplo, o diálogo com órgãos governamentais, vários ambientais, comunidades diversas, fornecedores de diferentes portes, parceiros, concorrentes etc. A conversa flui? Existe a disposição para encontrar novas e surpreendentes soluções? As populações nas áreas de interferência sofrem e a natureza, que aparentemente não fala, grita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos várias metodologias para o Diálogo. Os Diálogos Apreciativos, de David Cooperrider (que se desdobrou no World Café), o fantástico livro ‘Diálogos, Redes de Convivência’, de David Bohm que, se lido com carinho, é capaz de produzir inúmeros insights; os trabalhos de Maturana. A ‘Teoria U’, desenvolvida por Otto Scharmer, que propõe a descoberta de novas soluções através de ampla conversa a respeito de qualquer tema, reunindo diferentes lideranças, de múltiplas áreas.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisamos começar a treinar e conseguir criar esses espaços de Diálogo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espaços de Diálogos até que andam surgindo. Porém, se desenvolvem lentamente por causa da nossa baixa capacitação para a conversa.  Acredito que essa falta de talento para a conversa tem dificultado o caminho para o desenvolvimento sustentável. As novas soluções para nossos velhos problemas só vão emergir quando conseguirmos conversar envolvendo atores dos vários setores, sem diferenças de classe, região, cor, gênero, religião, etc. Cada um de nós tem que começar a fazer isso no seu espaço de trabalho. Saia da rotina. Torne seu trabalho um novo trabalho. Tenha prazer com o que você faz, descubra o benefício do seu fazer.  Converse. Não levante todo dia para nada ou para o mesmo. Isso é muito chato!  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Rebouças, temos tido oportunidades para perceber a diferença que o Diálogo faz dentro de empresas ou de comunidades. É sempre com muito entusiasmo que percebemos como profissionais ou comunidades respondem ao convite para o protagonismo. Como aparecem novas idéias! Como se produz o compromisso, o entusiasmo! Temos uma jornada para um futuro onde podemos enfrentar as barbaridades que criamos: fome, destruição do meio ambiente, a corrida para o lucro, para resultados não qualificados, para um planeta devastado, para toda tristeza, que podemos perceber, naqueles breves segundos em que deixamos nossa consciência falar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Chega, precisamos de menos discursos e mais soluções para construir uma economia verde e inclusiva.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-827638302023885048?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/827638302023885048/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2011/03/dialogo-ferramenta-para-enfrentar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/827638302023885048'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/827638302023885048'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2011/03/dialogo-ferramenta-para-enfrentar.html' title='Diálogo, ferramenta para enfrentar a complexidade?'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-653436987988625363</id><published>2011-03-09T18:14:00.000-08:00</published><updated>2011-03-14T07:37:02.174-07:00</updated><title type='text'>Será que podemos?</title><content type='html'>"As políticas sociais não constituem custos, são investimentos nas pessoas. E com a atual evolução para uma sociedade cada vez mais intensiva em conhecimento, investir nas pessoas é o que mais rende. A compreensão de que os processos produtivos de bens e serviços e as políticas sociais em geral são como a mão e a luva no conjunto da dinâmica do desenvolvimento, um financiando o outro, sendo todos ao mesmo tempo custo e produto, aponta para uma visão equilibrada e renovada das dinâmicas econômicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um terceiro elemento chave é a política ambiental. A visão tradicional amplamente disseminada apresenta as exigências da sustentabilidade como um freio à economia, impecilho aos investimentos, entrave aos empregos, fator de custos empresariais mais elevados. Trata-se aqui simplesmente de uma conta errada, e amplamente discutida já em nível internacional, com a refutação do argumento da externalidade. Fazer o pre-tratamento de emissões na empresa, quando os resíduos estão concentrados, é muito mais barato do que arcar depois com rios e lençóis freáticos poluídos, doenças respiratórias e perda de qualidade de vida. Para a empresa ou uma administração local, sai realmente mais barato jogar os dejeitos no rio, mas o custo para a sociedade é incomparavelmente elevado".   &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ladislau Dowbor - Mercado Ético &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vida e tudo ainda está nublado. É assim que me sinto olhando o mundo. Quando era jovem tinha uma imensa simpatia pela Mafalada, personagem de Quino, colocando band aid no globo. Já lá torcia e trabalhava de alguma forma para que o mundo mudasse. Minha vida foi passando, eu olhando o globo, e apesar de continuar ouvindo vozes lúcidas, como a do Lasdilau, sobre um sistema econômico injusto, que é responsável pela morte real de bilhões, do potencial de outros bilhões, as coisas permanecem como estão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ciência não para de nos alertar. Temos também novas descobertas de como funciona nossa mente, mil estudos refletindo sobre como transformar consciências, com tantas pesquisas que demonstram nosso caminho suicida, poucas e lentas mudanças são concretas. Talvez esse não seja mesmo um projeto para ser visto numa vida. No entanto isso não tem me poupado de ver catástrofes enormes. Guerras. A Natureza em guerra gritando basta. É triste. Eu preciso acordar de manhã acreditando que pequenos atos de pessoas de boa vontade pelo mundo afora poderão acordar os que podem fazer grandes atos. Nós profissionais de comunicação continuamos a ser obrigados a perguntar como avançar. Nós, nas empresas e nos governos, precisamos ajudar a travessia da grande água esperando que ainda dê tempo. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Nada será conseguido se não modificarmos nossa forma de viver. Mudar conceitos de lucro e de consumo. Como? Mudando nossa forma de pensar e sentir.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-653436987988625363?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/653436987988625363/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2011/03/sera-que-podemos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/653436987988625363'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/653436987988625363'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2011/03/sera-que-podemos.html' title='Será que podemos?'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-7602309910831716989</id><published>2011-03-04T14:12:00.001-08:00</published><updated>2011-03-04T14:12:59.236-08:00</updated><title type='text'>Dia da Mulher</title><content type='html'>Sempre escrevo um texto por ocasião do dia da mulher. Pensando agora cheguei à conclusão que nunca falei sobre uma experiência exclusiva das mulheres. Poderia ser a gravidez, você pode ter pensado em bebês lindos, que nascem com peso e altura normal. Que tem pai e mãe radiantes cercados de avós também radiantes com a chegada da experiência que todos valorizam: ser avós. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a gravidez e o parto não são as únicas experiências exclusivas da mulher, o aborto também é. Completamente secreto, sem imagens e muitas vezes sem palavras. As palavras que aparecem divulgadas são normalmente, as que se voltam contra a mulher que viveu essa experiência. Diferente do nascimento que tem pai e mãe, quando se fala de aborto se fala apenas da mulher. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mulher que aborta é como se tivesse engravidado sozinha, decidido sozinha, e, portanto, uma assassina sem cúmplice. As feministas no seu afã de defender as mulheres na sua opção por decidir sua própria vida, acabaram reforçando, sem intenção, a idéia de que o aborto é um projeto feminino de libertação. Essa visão contextualizada numa geração, a minha, que tinha como foco libertar a mulher para a vida, deixou que muitos ficassem nos bastidores do aborto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas quase sempre um aborto tem cúmplices que a mulher na sua dor não consegue revelar. E quanta dor. Uma dor muita vezes só porque difícil de compartilhar. Sem dúvida, somos donas de nosso corpo e podemos decidir. Não faz qualquer sentido sermos criminosas por decidir pelo aborto. Sem dúvida as concepções morais em torno do aborto é uma violação ao direito básico do ser humano de decidir como viver e como morrer. O homem, o sexo oposto, faz isso o tempo todo, inclusive com populações inteiras de uma região. Nosso sistema econômico mata milhões todos os dias por questões econômicas de lucro, resultados e bônus para os executivos, poucas, muito poucas mulheres. Só por isso é completamente imoral achar que uma mulher é assassina por fazer um aborto. A igreja montada em tanto ouro e tanto poder que moral tem para acusar uma mulher, sem condições de ter um filho. Vamos parar com a hipocrisia dessas posições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, apesar de pensar assim não quero falar da morte, mas da vida que famílias e homens impedem de viver. Sim, porque tenho certeza que nenhuma mulher é a favor do aborto. Todas nós optamos por essa solução dentro de certas circunstâncias e o aborto sempre guarda uma história que as mulheres fazem questão de esquecer. A camisinha furou, ele não aceita nem pensar no assunto, ele exige o aborto, e ela não consegue imaginar a vida sem ele ou sendo uma mãe solteira. O medo, a vergonha da adolescente, os homens com seus impedimentos afetivos e ou financeiros de pensar em ter um filho, a falta de condições financeiras da própria mulher, o medo do pai (tanto que muitas meninas de classes mais favorecidas são levadas a abortar pelas mães que sabem que receberá do marido toda a culpa por não ter “educado” bem a menina). São inúmeras as razões que podem levar uma mulher a optar pelo aborto, mas todas elas tem um homem e uma família na história. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, dia da mulher, escrevo para dizer para você mulher que fez aborto, que acompanhou sua amiga no aborto, que levou sua filha para fazer aborto, que fiquem em paz. Vocês podiam ter essa opção, trata-se do seu corpo. Mas também digo aos homens que é chegado o tempo de que eles sejam envolvidos nessa polêmica, porque também fazem aborto. Que nós mulheres possamos colocar esse tema num novo patamar para debate de toda sociedade, aquela mesma que se desesperou por ver, durante as eleições do ano passado, ele ganhar a mídia e influenciar as opções do eleitorado. A responsabilidade pela gravidez será sempre de dois, no mínimo, e é essa a realidade para ser debatida por nossa sociedade. As mulheres que não fazem os filhos sozinhas têm que debater a questão num outro nível, como adequado ao século 21.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-7602309910831716989?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/7602309910831716989/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2011/03/dia-da-mulher.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/7602309910831716989'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/7602309910831716989'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2011/03/dia-da-mulher.html' title='Dia da Mulher'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-747879867943445040</id><published>2011-01-15T10:17:00.000-08:00</published><updated>2011-01-15T10:18:34.282-08:00</updated><title type='text'>FALTA ÁGUA!</title><content type='html'>Sim falta água! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela me fala com um fio de voz que não pode pegar a água do rio, onde correm cadáveres, para dar as crianças. Navega no rio, mortos e o barro. Falta gás. Falta energia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falta comunicação, diz ela.  Não se preocupe se não conseguir falar. É um milagre que ela está podendo me dizer que ninguém morreu. Afinal são sete filhos e lá embaixo todas as casas foram alagadas, mortos navegam no que antes era um riozinho, sem personalidade. Lá por cima, no morro há muitos mortos e casas arrasadas, ninguém sabe quantos. Os sete filhos estão ali com fome e sede. O marido recolhendo mortos, o último foi um bebê de três dias que ele pegou no colo, o oitavo filho que não concebeu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lágrimas escorreram do coração daquele pai, sem tempo de sentir dor. A dor já fazia parte de suas células, depois de três dias de algo que não sabia explicar. Só sabia que tinha que continuar a revolver barro e recolher corpos. Não viu TV, porque não tinha energia. Sabia que algo muito grave estava acontecendo e ele precisava estar ali entre barros e corpos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em algum momento pensava como poderiam estar seus filhos, o que estariam comendo? Seus sete filhos, que água estariam bebendo? Mas sabia que respiravam, enquanto recolhia corpos sem vida! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nova Friburgo verão de 2011. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu aqui, sentada, sem chuva, sem enchente, sem corpos, na segurança do décimo primeiro andar na Gávea, Rio de Janeiro, penso porque não acreditam? Porque pensam que a terra é ilimitada? Porque pensam que ela está aqui para nos servir? O que impede, com todos os movimentos do sol e da lua, que possamos entender que ela tem vida?  Podemos controlar o que tem vida?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luciana consegue contato, e eu posso sentir seus sete filhos grudados à sua saia. Pergunta, a mim, que sempre encontrei soluções para essa guerreira menina, o que deve fazer? Como poderia pegar a água do rio, cheia de morte, e ferver na lareira para dar as crianças? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há água ou comida, isso é fato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sinto que não sei pensar a vida sem energia, sem gás, sem comunicação, sem posto de gasolina, sem supermercado, shopping, sem telefone ou celular, sem caixa eletrônico, sem água na torneira, sem vida, sem casas, nem estradas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Diga como posso te ajudar, pergunto? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concluímos que nada. Nenhuma das duas tem condições de fazer nada, só agradecer que todos estão vivos! Torcer para que alguma coisa da vida normal volte a funcionar para que eu possa fazer alguma coisa. Tantos nem conseguem se comunicar! Que bom consegui saber que todos estão vivos! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estrada não tem passagem para me levar até vocês, nem que eu crie coragem!&lt;br /&gt;Que loucura fizemos com nossas vidas! &lt;br /&gt;Como não chega água em nenhuma das localidades? Como explicar as imagens que vejo?  Talvez o título desse artigo fosse: como uma garrafa d água pode custar R$ 30,00? Ou ainda, que raio de governos existe por aí? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senhores, o amanhã chegou. Desejo a todos vocês muita luz para enfrentar as conseqüências de nossos atos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBS - Vivo as Dificuldades de uma família em Friburgo. Uma família que faz parte da minha vida desde 1991, quando a mãe era só uma menina de 11 anos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-747879867943445040?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/747879867943445040/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2011/01/falta-agua.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/747879867943445040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/747879867943445040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2011/01/falta-agua.html' title='FALTA ÁGUA!'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-6134270311617596546</id><published>2011-01-14T05:09:00.000-08:00</published><updated>2011-01-14T05:21:44.315-08:00</updated><title type='text'>Entrevista para o site do Greenvana</title><content type='html'>O meio ambiente tem uma colaboradora e tanto. A consultora de comunicação e diretora da Rebouças e Associados, Nádia Rebouças, começou a atuar em 1972 e já trabalhou com o sociólogo Herbert José de Souza, o Betinho, na Campanha da Ação da Cidadania, deu aulas em São Paulo e conheceu a Amazônia. Casada, tem três filhos dos quais se orgulha e dois netos que já mostram a preocupação com o meio ambiente. Sua relação com as questões ambientais começou com a Eco-92, onde ela percebeu a dimensão do problema e o número de pessoas que tentavam “acordar” sua cidade para essas questões. Hoje Nádia trabalha com estratégia e planejamento em comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Positiva com relação as questões ambientes do planeta, Nádia afirma que “daqui há alguns anos teremos um novo mundo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GREENVANA STYLE: Qual é o papel da comunicação na construção de uma sociedade sustentável?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NÁDIA REBOUÇAS: Está em plena atividade e tem um papel fundamental. A comunicação divulga para dentro e para fora da empresa. A grande maioria dos comerciais de TV fala de um mundo novo, usando novos paradigmas. A comunicação está sempre presente na construção da consciência e não tem como escapar disso. Quem posiciona e dá conceitos é a comunicação. Em 1949, por exemplo, todo mundo fumava em todos os lugares. Foi quando a comunicação, o cinema e os anúncios falavam do cigarro como um grande barato. Eu era uma jovem que não gostava de cigarro, mas comecei a fumar porque era o jeito de uma mulher independente. É assim que a comunicação faz: ela seduz. Assim como hoje ela conseguiu mudar esse conceito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GS: Como você avalia o crescimento dos blogs e das mídias sociais no conceito sócio-ambiental?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NR: É algo fundamental, pois dessa forma temos uma democracia na comunicação. O poder que a sociedade ganha com a internet é brutal. A questão é que ainda estamos aprendendo a usar isso. Hoje as empresas têm blogs. Existem pessoas trabalhando com blogs. Então a comunicação é uma grande vertente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GS: Como as empresas estão se adaptando às necessidades do consumidor que busca uma nova postura?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NR: Esse cliente tem um poder que não conhece. O nosso padrão de alimentação, por exemplo, mudou e as empresas tiveram que se adaptar. A mesma coisa acontece com o meio ambiente. Os empresários estão atentos para descobrir o que o consumidor quer e elas falam em sustentabilidade porque perceberam que a população está preocupada com isso. A discussão de hoje é sobre a economia “verde”. Nosso objetivo é encontrar formas de desenvolvimento econômico que respeite o desenvolvimento social e o meio ambiente. E isso é um desafio muito forte, mas vai levar as empresas a pensarem num conceito de lucro e deixar os profissionais mais conscientes. Acredito que, com todas as crises, estamos vivendo um ponto de mutação que coloca a serviço dessa construção de uma nova era. Temos uma quantidade de tecnologia já criada que não conseguimos colocar na sociedade por uma questão de paradigma econômico. Os economistas vão ter que se transformar para que a gente ponha dinheiro onde é “verde” e inclusivo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-6134270311617596546?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/6134270311617596546/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2011/01/entrevista-para-o-site-do-greenvana.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/6134270311617596546'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/6134270311617596546'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2011/01/entrevista-para-o-site-do-greenvana.html' title='Entrevista para o site do Greenvana'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-8139152261677681490</id><published>2011-01-14T04:47:00.000-08:00</published><updated>2011-01-14T05:01:30.622-08:00</updated><title type='text'>Paciência e Perseverança</title><content type='html'>Tenho absoluta certeza que você já acordou em determinados dias pensando que nada valia à pena.  O que poderia justificar tanta energia, tanta vontade, tanta paciência no seu trabalho? Na sua vida? Tudo uma perda de tempo. Nada se transforma realmente, pensa sua mente incontrolável. E vai adiante à sua montagem da insatisfação: não adiantou nada, viu? Tudo de repente voltou lá para o início, onde tudo começou e nada evoluiu aparentemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você diagnosticou, planejou, executou, conversou, investiu toda sua capacidade de sedução para convencer o passo adiante e nada! Dá aquela vontade imensa de desistir. É o dia das reticências. Você se olha no espelho e vê que o tempo passou. O que mudou? Aquela empresa que parecia caminhar para sua própria transformação perdeu-se no jogo dos egos. A outra, apesar de ter contratado uma “escuta”, não foi capaz de ouvir. Aquela reunião que já não tinha encontrado sua eficiência nos 15 parece ter andado pouco nos 16.  São encontros e encontros, conversas e conversas, viagens e viagens, delegações e delegações, CO² e CO² e quase nada! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; São pessoas “pacificadas”, perdidas nas dores dos tempos, onde crack, violência, corrupção se entreolham, se cruzam e demandam. É lixo, muito lixo nas praias, nas ruas, por toda parte. Não é possível que não se aprenda! Vulcões, enchentes, neve demais e carros, muitos carros pelas ruas! Será que ninguém pensa? Ninguém consegue ver os sinais de alerta?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E seu rosto matutino está ali te olhando e perguntando se lá no fundo de você mesmo, algum avanço se deu. Dias nublados. Mesmo que ensolarados. Somos isso. Um constante refletir, olhando os passos lentos, quase que imperceptíveis, enquanto toda a realidade te mostra que talvez não dê tempo. Não dê tempo para você ver, para o planeta agüentar. Você sai e até comenta com uma amiga o quanto amanheceu amassada, truncada, mal digitada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, de repente, algum sinal te surpreende. Ou vários sinais. Seja no noticiário, seja numa reunião, seja numa quase homenagem que você recebe, onde o caminho mostra a transformação. Um email que chega, uma notícia que surpreende. A chuva que para dando lugar a um fim de tarde cheio de homenagens. E, de repente, você se dá conta que pouco importa o espaço, o tempo. Que não importa sua mente embutida. Que os processos naturais de transformação seguem lentos, ganhando profundidade, sem que a máscara matinal possa às vezes se dar conta. Que você também já é outra. Que os caminhos novos vão pouco a pouco se estruturando. Que pra frente, certamente virão mais surpresas positivas. Que depois dos 15,16 ainda virão outros encontros com novos passos para a construção do novo tempo. Que a Rio +20 já está a caminho. Você vê uma ampla discussão sobre a economia verde e inclusiva. &lt;br /&gt;Os sinais dos novos tempos estão aí, escondidos por tantos fatos dos velhos tempos que são resultado da nossa forma de ver a vida na natureza e na sociedade.  Mas, por toda parte temos ativistas anônimos dos novos tempos.  No Brasil, uma mulher, divorciada e ex-guerrilheira ganha uma eleição e se torna Presidente do país, tomando posse depois de um operário, que assumiu depois de um sociólogo! Algo novo está sempre acontecendo para surpresa da minha cara matinal amassada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O movimento de transformação é inevitável.  Quem diria que veríamos certas imagens!  Mulheres nas comunidades se descobrem construindo os seus tão sonhados novos tempos, choram seus amores violentos perdidos enquanto abraçam seus filhos na chance de conquistar mais paz. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E de repente você vai perceber que ao se olhar no espelho de manhã com tristeza nos poros, restarão poucas possibilidades de enxergar o movimento. Intensificará sua pressa e a transformação profunda que vivemos exige a paciência de um agricultor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O movimento é lento. Basta viver o movimento e fazer o que está ao alcance das mãos. Aliás, basta apenas viver com consciência e amor. E poder agradecer os sinais que, de forma sutil, comunicam que vale viver 2011! Que podemos apostar numa nova década, onde nós humanos continuamos com a grande chance de conquistar nossa humanidade. Vou feliz pelo caminho, mesmo sabendo que, um dia ou outro, vou acordar amassada. E quando isso acontecer, vou ter força para lavar o rosto e enxergar 2011 como mais um ano de oportunidades para transformações!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-8139152261677681490?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/8139152261677681490/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2011/01/paciencia-e-perseveranca.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/8139152261677681490'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/8139152261677681490'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2011/01/paciencia-e-perseveranca.html' title='Paciência e Perseverança'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-5252227953972882074</id><published>2010-12-03T04:52:00.000-08:00</published><updated>2010-12-03T04:53:58.245-08:00</updated><title type='text'>Economia verde e inclusiva</title><content type='html'>Participei e acho fundamental prestar atenção nos desdobramentos desse encontro. Foi a primeira vez que vi as diversas tribos dialogando sobre esse que é o desafio claro para construção do futuro: economia verde e inclusiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realizado Seminário sobre Economia Verde e Rio+20: Ocorreu em São Paulo nos dias 11 e 12 de novembro o Seminário "Diálogos Nacionais - Rumo à Rio+20" sobre Economia Verde, que contou com a participação ativa de mais de 120 representantes de entidades de todo o país, vindos dos mais diversos setores e regiões. A reunião de públicos altamente diversificados foi um dos pontos altos da reunião, que teve como objetivo mapear as questões e iniciativas brasileiras relacionadas ao tema "economia verde e inclusiva". Com isso, foi lançando um processo de articulação e debate cooperativo, visando a construção de propostas conjuntas sobre esse tema fundamental para as questões do clima, e que é um dos eixos centrais da Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável que ocorrerá em 2012 (Rio+20). O evento é parte de uma iniciativa global da Green Economy Coalition, e foi realizado pelo Vitae Civilis em conjunto com o PNUMA e o IIED, de Londres, com apoio de um grupo expressivo de parceiros e patrocinadores. www.greeneconomy.org.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-5252227953972882074?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/5252227953972882074/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2010/12/economia-verde-e-inclusiva.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/5252227953972882074'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/5252227953972882074'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2010/12/economia-verde-e-inclusiva.html' title='Economia verde e inclusiva'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-1635619827504727328</id><published>2010-12-02T16:56:00.000-08:00</published><updated>2010-12-02T17:02:23.072-08:00</updated><title type='text'>Conhecendo a Amazônia</title><content type='html'>Conhecendo a Amazônia por Henrique Alexandre no Mercado Ético&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Aos 16 anos fui com meu irmão mais velho, o Jobe, e suas filhas, Ana Carolina e Fernanda, passar umas férias em Mato Grosso. Aquela era a primeira vez que seguia para o centro oeste do país.&lt;br /&gt;Fomos de avião até Cuiabá e depois embarcarmos num pequeno avião - juro que do tamanho de um fusca - em direção à fazenda Agrossan, a 700 km da capital do estado.&lt;br /&gt;Me lembro da mágica visão de sobrevoar a floresta. Aquela imensidão natural vista lá do alto, mais parecia um enorme e interminável tapete verde que se estendia até onde a vista podia alcançar".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nádia não resistiu e comentou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Henrique, lendo seus comentários não pude deixar de lembrar da menina de 17 anos que pela primeira vez saia de São Paulo, do tormentoso cimento, que na época era bem menor do que hoje, dentro de um avião da VASP em direção à Manaus e que de "queixo caído" viu o tapete verde encantador. Depois disso tive muita oportunidades de estar perto da floresta, de entrar nela, sentir seu cheiro e perceber o fluxo da vida. Nada como uma chuva na Amazônia! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto a vida ainda me reservava mais uma delícia.Um avião pequeno, daqueles que voam baixinho, me levou há 2 anos de Belém ao Amapá. Voei como um passáro, podendo quase entrar pelo verde todo, que encheu meus olhos até o pulmão!  Tudo seria só magia se eu não me deparasse com enormes áreas com EUCALIPITOS que mostraram o absurdo que já fizemos no passado, quando não percebíamos a vida na vida! Acho que ver e sentir a floresta nos muda para sempre e talvez exista espaço para um projeto ambiental simples; levar pessoas dos grandes centros para ver a floresta e perceber o serviço que ela nos presta! Sentar debaixo de uma Samaúma e poder trabalhar para nova consciência. Obrigada por ter me lembrado de tudo isso na correria dos dias!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-1635619827504727328?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/1635619827504727328/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2010/12/conhecendo-amazonia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/1635619827504727328'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/1635619827504727328'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2010/12/conhecendo-amazonia.html' title='Conhecendo a Amazônia'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-817063838142365170</id><published>2010-11-20T18:38:00.000-08:00</published><updated>2010-11-20T18:53:28.391-08:00</updated><title type='text'>Onde você guarda seu racismo?</title><content type='html'>Hoje é dia de fazer essa pergunta, para podermos continuar. Aprendi que o racismo no nosso país e no mundo está disfarçado, camuflado, guardado. Quando fazia essa pergunta as pessoas, invariavelmente, o olhar ficava perdido, longe, e antes de responder as pessoas pensavam. Pensar é muito bom. Na maioria das vezes é o que deixamos de fazer. Surpreende porque é exatamente o que nos torna humanos. Quão distante estamos de ser humanos nesse tempo da pressa, do agito, do não ter tempo e espaço para a conversa e a reflexão. Repito e repetirei por muitos e muitos anos: Onde você guarda seu racismo? Criei essa pergunta e com profunda humildade repito para mim mesma, todos os dias, já que sei que guardamos, guardamos. É tempo de percebermos o quanto viver as diferenças nos é difícil. O quanto abrir a porta de nossa "elite" é custoso.&lt;br /&gt;Bons avanços para você!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-817063838142365170?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/817063838142365170/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2010/11/onde-voce-guarda-seu-racismo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/817063838142365170'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/817063838142365170'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2010/11/onde-voce-guarda-seu-racismo.html' title='Onde você guarda seu racismo?'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-5228965028245111311</id><published>2010-11-10T01:44:00.000-08:00</published><updated>2010-11-10T01:50:49.928-08:00</updated><title type='text'>Investindo em um futuro mais justo</title><content type='html'>É visível a transformação que acontece na Comunicação do Solar Meninos de Luz. Dá gosto de ver os ex-alunos se reencontrando e contagiando os jovens com suas histórias de sucesso. A Escola de Pais e muitos eventos levam esperança em um futuro de muitas possibilidades para os alunos e para as comunidades que cercam uma escola que investe na educação integral do berçário à formação profissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Rebouças &amp; Associados e a equipe do Solar construíram, em julho deste ano, um Planejamento Estratégico de Comunicação, com base na metodologia Workplan, que promove a elaboração participativa de planejamentos. Várias ideias surgiram nos grupos para os projetos educacionais. Elas indicam a vontade dos participantes de terem novidades, atividades de diversão ou de intensa participação dos jovens construindo o ambiente do Solar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa transformação está sendo feita pelos colaboradores, alunos, parceiros e voluntários. Visite o &lt;a href="http://www.meninosdeluz.org.br/index.php"&gt;site do Solar &lt;/a&gt;e acompanhe muitas ações inspiradoras.Lá você encontrará formas de participar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Solar Meninos de Luz é uma organização civil, filantrópica, em funcionamento desde agosto de 1991. Promove educação formal e complementar em regime integral, cultura, esportes e cuidados básicos de saúde nas comunidades do Pavão-Pavãozinho e Cantagalo, em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-5228965028245111311?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/5228965028245111311/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2010/11/investindo-em-um-futuro-mais-justo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/5228965028245111311'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/5228965028245111311'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2010/11/investindo-em-um-futuro-mais-justo.html' title='Investindo em um futuro mais justo'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-4678024629323788159</id><published>2010-10-29T02:37:00.000-07:00</published><updated>2010-10-29T02:41:11.150-07:00</updated><title type='text'>Uma visão sobre o drama dos mineiros</title><content type='html'>No artigo “Mineiros, heróis para sempre!”, publicado na revista Plurale, de 27 de outubro, Nádia Rebouças fala dos desafios vividos pelos profissionais no Chile. A consultora trabalha no ramo de mineração há anos, tendo a oportunidade de visitar uma mina subterrânea. Embarque nesta história e conheça um pouco mais sobre a rotina destes profissionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia o artigo na &lt;a href="http://www.plurale.com.br/noticias-ler.php?cod_noticia=9419&amp;origem=busca&amp;filtro=ativar&amp;q=Mineiros%2C+her%F3is+para+sempre%21"&gt;Revista Plurale&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-4678024629323788159?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/4678024629323788159/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2010/10/uma-visao-sobre-o-drama-dos-mineiros.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/4678024629323788159'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/4678024629323788159'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2010/10/uma-visao-sobre-o-drama-dos-mineiros.html' title='Uma visão sobre o drama dos mineiros'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-6426203572231358394</id><published>2010-10-27T03:15:00.000-07:00</published><updated>2010-10-27T03:20:40.851-07:00</updated><title type='text'>Investindo nas mulheres</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/TMf8mvPkHeI/AAAAAAAAAIg/sxtXg1uTSiw/s1600/P1010137.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/TMf8mvPkHeI/AAAAAAAAAIg/sxtXg1uTSiw/s400/P1010137.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532668409694920162" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O projeto Elas em Movimento chegou às comunidades do Borel, Formiga, Chácara do Céu e Cruz. Mulheres empreendedoras participaram dos Diálogos para Melhoria das Condições de Vida, facilitado por Nádia Rebouças. O evento, ocorrido nos dias 23 e 24 de outubro, teve a função de auxiliar as empreendedoras na concepção de ideias de negócios que serão lapidadas durante a capacitação ministrada pelo ELAS – Fundo de Investimento Social, realizador do Projeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Elas em Movimento tem o patrocínio da petrolífera Chevron, que decidiu investir em mulheres de comunidades com Unidades de Polícia Pacificadora. Os projetos  de negócios são construídos pelas próprias mulheres e um deles é implementado nas comunidades de origem.As primeiras localidades foram Jardim Batan  e Cidade de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro empreendimento foi inaugurado no Jardim Batan (foto). Trata-se do Sabor e Arte – restaurante e delivery. Na Cidade de Deus, as participantes passam por uma capacitação, etapa que será iniciada pelo novo grupo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-6426203572231358394?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/6426203572231358394/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2010/10/investindo-nas-mulheres.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/6426203572231358394'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/6426203572231358394'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2010/10/investindo-nas-mulheres.html' title='Investindo nas mulheres'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/TMf8mvPkHeI/AAAAAAAAAIg/sxtXg1uTSiw/s72-c/P1010137.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-5840511768478375595</id><published>2010-10-20T12:16:00.000-07:00</published><updated>2010-10-25T05:59:05.546-07:00</updated><title type='text'>Dica de leitura</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/TMV-4SL_hxI/AAAAAAAAAIY/akOlr4MnVvg/s1600/eca.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 129px; height: 180px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/TMV-4SL_hxI/AAAAAAAAAIY/akOlr4MnVvg/s400/eca.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5531967222714435346" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os que se interessam pelos temas relacionados aos direitos da criança e do adolescente, vale a pena ler o livro Estatuto da Criança e do Adolescente: estudos em comemoração aos 20 anos. A obra é organizado pelas professoras Andrea Boari Caraciola, Ana Claudia Pompeu Torezan Andreucci e Aline da Silva Freitas e publicado pela Editora LTr.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O prefácio é de Gabriel Chalita e reúne o pensamento de dezenas de autores sobre os diversos aspectos da proteção à criança e ao adolescente brasileiros emanados da Lei nº 8.069/90 (Estatuto da Criança e do Adolescente). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que a diferencia da maior parte dos estudos sobre a temática é a perspectiva crítica com que os artigos são desenvolvidos, ao demonstrar os aspectos em que a referida lei efetivamente avançou e conseguiu acelerar mudanças importantes na realidade nacional, e outros em que ainda existe demasiado distanciamento entre os comandos legais e a vida social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro objetiva realizar um balanço das duas décadas de vigência do Estatuto da Criança e do Adolescente e sensibilizar a sociedade para temas ainda não legislados e que precisam passar a merecer atenção especial. Busca, assim, contribuir para a construção de uma sociedade mais justa e equânime e, por isso tudo, merece ter seu lançamento prestigiado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-5840511768478375595?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/5840511768478375595/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2010/10/dica-de-leitura.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/5840511768478375595'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/5840511768478375595'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2010/10/dica-de-leitura.html' title='Dica de leitura'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/TMV-4SL_hxI/AAAAAAAAAIY/akOlr4MnVvg/s72-c/eca.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-6044936592164673337</id><published>2010-10-19T10:41:00.000-07:00</published><updated>2010-10-19T10:47:59.706-07:00</updated><title type='text'>Portadores de Vozes</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; 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Ouvi essa expressão de uma consultora que é minha companheira de caminho nos últimos anos­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­, Maria Aparecida de Paula. Ela é Professora da PUC de Minas Gerais, além de consultora. Desde que nos conhecemos, nos perdemos &lt;st1:personname productid="em trabalhos comuns. Cida" st="on"&gt;em trabalhos comuns. Cida&lt;/st1:personname&gt;, como todas nós que a chamamos, é mulher pequena, sempre montada no salto alto que percorre os aeroportos de todo o Brasil. De norte a sul, muitas empresas conhecem sua dedicação, sua capacidade de estruturar e focar em cada trabalho de comunicação que realiza. É uma fera, doce fera, em planejamento de comunicação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:gray;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:gray;"  &gt;Num trabalho conjunto, de repente escuto Cida falar:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:gray;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:gray;"  &gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;“Nós comunicadores de fato, somos porta- vozes”.&lt;/i&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:gray;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:gray;"  &gt;Uma única frase perdida no meio de um dia de intenso trabalho sobre como planejar envolve escolhas, a visão estratégica para chegar lá, onde queremos chegar. Eu, que sou boa ouvinte, percebi o que ela queria dizer e em sucessivas sinapses, entendi tudo o que estava contido na expressão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:gray;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:gray;"  &gt;Cida não é uma mulher que só lê ou escreve sobre comunicação. Ela adora Guimarães Rosa! Por isso não é tão simples tê-la como consultora. Ela é daquelas professoras mais que consultoras, que trás literatura, a poesia, a magia das palavras para a vida de todos nós que trabalhamos com comunicação. E foi assim que os “porta-vozes” entraram na minha mente e eu pude consolidar a ideia de que, nós comunicadores, temos o difícil desafio de sermos observadores. Não podemos nos misturar aos colaboradores da organização. Precisamos olhar de fora, manter o nosso sentimento &lt;i style=""&gt;linkado&lt;/i&gt; “neles”, nos vários grupos nos quais uma empresa se divide. Sentir e entender o sentimento do empregado administrativo (dos quais fazemos parte), dos técnicos, dos operários e do operário de turno. Da liderança, cujo papel estratégico na comunicação, cada vez fica mais evidente. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:gray;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:gray;"  &gt;O público interno não é igual. Não são iguais a condição de vida, a gratificação, a percepção. É diferente a expectativa, a forma de pensar, se emocionar. Aí entra a nossa capacidade de sermos “portadores de vozes”. Percebem o desafio? Não sentir por você, não pensar só por você, ou sua área. Não julgar. Perceber por todos e todas, sermos capazes de ouvir, de olhar, de enxergar a organização. Só assim o planejamento, as escolhas estratégicas poderão realmente alcançar eficiência. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:gray;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:gray;"  &gt;Como é difícil ser um educador organizacional! Como cada um de nós tem que estudar, trabalhar a si mesmo, na busca do amadurecimento pessoal! Quantos Guimarães Rosa, entre muitas outras leituras e reflexões, são necessários para formar bons comunicadores! &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:gray;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:gray;"  &gt;Talvez seja fundamental averiguar seu desejo ou aptidão para se tornar “portador de vozes” na hora de escolher a profissão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:gray;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:gray;"  &gt;Cida é uma “portadora de vozes” de todos nós comunicadores. Precisamos trabalhar intensamente nossa capacidade de sair do eu, do egocentrismo, para cumprir nossa missão. O ator vive vários personagens e com isso reflete sobre sua condição de ser. Será que nós planejadores de uma comunicação realmente estratégica e voltada para a educação e o desenvolvimento humano não temos também desafios parecidos? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:gray;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:gray;"  &gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Os quatro quadrantes de Ken Wilber talvez ofereçam uma bússola para nosso aperfeiçoamento profissional. Não dá para OUVIR outros quando não encontramos tempo nem para ouvir a nós mesmos. David Bohm, um físico que se dedicou a refletir sobre a importância da comunicação, nos pede para nos dedicarmos a aprender a “colher com os ouvidos e colher com os olhos” para poder realmente construir uma comunicação transformadora. Consciente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:gray;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:gray;"  &gt;Percebo que quanto mais a tecnologia avança na comunicação, mais o desafio é conquistar a comunicação face a face. Não é esse o desafio da sua empresa? Ou na pesquisa de clima o feedback é bem avaliado? Ou você não percebeu que na área de comunicação temos o grande desafio de conquistar a liderança para a importância da comunicação, para que a empresa viva sua identidade a comunicação flua e o resultado seja a eficiência e a felicidade profissional?&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:gray;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:gray;"  &gt;Que surpresa para os “operacionais” da comunicação. Para aqueles que ainda pensam em ações engessadas, ou acreditam que é possível “vender” a organização para colaboradores num mundo de comunicação instantânea. Uma eficiente comunicação interna e com os stakeholders vizinhos, precisa muito mais do que veículos, campanhas, banners, jornal mural ou blogs e Twitter! &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:gray;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:gray;"  &gt;Precisamos conquistar a capacidade de nos ouvir, de ouvir e conquistar a mente e o coração das lideranças, ouvir de fato nossos públicos de relacionamento, sentir e entender que a comunicação é missão de todos e que acontece numa espiral dinâmica, sempre &lt;st1:personname productid="em movimento. Somos" st="on"&gt;em movimento. Somos&lt;/st1:personname&gt; orquestradores, maestros. Assim nosso trabalho ganha a dimensão da educação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:gray;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:gray;"  &gt;Estamos num novo tempo. Somos “portadores de vozes” e elas nos dizem que precisamos urgente construir novos ambientes empresariais.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Obrigada, Cida!, “Portadora de vozes” dos novos tempos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:gray;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:gray;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:gray;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:gray;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-6044936592164673337?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/6044936592164673337/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2010/10/portadores-de-vozes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/6044936592164673337'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/6044936592164673337'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2010/10/portadores-de-vozes.html' title='Portadores de Vozes'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-8774360119221604305</id><published>2010-10-05T01:53:00.000-07:00</published><updated>2010-10-05T01:57:20.673-07:00</updated><title type='text'>Responsabilidade Social na indústria: Novos parâmetros e tecnologias</title><content type='html'>Nádia Rebouças realiza palestra sobre o papel e a responsabilidade dos atores sociais, no painel Desafios sociambientais, ao lado do Professor José Eli da Veiga (USP). A moderação é de Márcia Cauduro (TBG).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Seminário de Responsabilidade Social Corporativa: Desenvolvimento Sustentável e a Indústria Brasileira de Petróleo e Gás, organizado pelo IBP, ocorre no dia 06 de outubro, na Firjan.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-8774360119221604305?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/8774360119221604305/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2010/10/responsabilidade-social-na-industria.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/8774360119221604305'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/8774360119221604305'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2010/10/responsabilidade-social-na-industria.html' title='Responsabilidade Social na indústria: Novos parâmetros e tecnologias'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-633165237168042539</id><published>2010-10-03T03:40:00.001-07:00</published><updated>2010-10-03T03:42:04.786-07:00</updated><title type='text'>Geração M no Unomarketing</title><content type='html'>Ao lado de José Carlos Duarte da (Chief Technologist Officer da IBM Brasil), Rodrigo Bandeira, idealizador do Cidade Democrática, Peter Milko, editor da Horizonte e Luiz Bouabci, da Mob Consult, Nádia Rebouças participou do painel Geração M: novos paradigmas de mobilização para a transformação, realizado no dia 29 de setembro, no Seminário Unomarketing – Comunicação Consciente - SP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O termo Geração M se refere “a pessoas que, independente da idade – ou da relação com as gerações X e Y – mobilizam e interagem em favor da transformação da sociedade e também dos conceitos que definem a sociedade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nádia Rebouças considera os participantes dessa geração como múltiplos e a chama de Geração Mais. “Às vezes confundimos conteúdo com ferramentas, mas nossos desejos não são de ferramentas, e sim de consciência”, conta. Falou ainda sobre os desafios da web: “não damos conta do volume de informações estamos numa espiral de complexidade, é uma nova civilização”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-633165237168042539?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/633165237168042539/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2010/10/geracao-m-no-unomarketing.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/633165237168042539'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/633165237168042539'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2010/10/geracao-m-no-unomarketing.html' title='Geração M no Unomarketing'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-6588824548257004263</id><published>2010-10-01T02:21:00.000-07:00</published><updated>2010-10-01T02:27:07.743-07:00</updated><title type='text'>Entrevista ao Portal Puc-Rio Digital</title><content type='html'>Nádia Rebouças fala para comunidade acadêmica da PUC-Rio, durante a Semana da Publicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assista à matéria do Portal Puc-Rio Digital:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://puc-riodigital.com.puc-rio.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?tpl=view_televisao&amp;amp;sid=58&amp;amp;infoid=7932&amp;amp;regi=1"&gt;http://puc-riodigital.com.puc-rio.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?tpl=view_televisao&amp;amp;sid=58&amp;amp;infoid=7932&amp;amp;regi=1&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-6588824548257004263?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/6588824548257004263/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2010/10/entrevista-ao-portal-puc-rio-digital.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/6588824548257004263'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/6588824548257004263'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2010/10/entrevista-ao-portal-puc-rio-digital.html' title='Entrevista ao Portal Puc-Rio Digital'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-1220438546679555801</id><published>2010-09-28T03:24:00.001-07:00</published><updated>2010-09-28T03:25:33.830-07:00</updated><title type='text'>Rebouças de casa nova</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/TKHCh4NObiI/AAAAAAAAAIA/XmrIjRYZqbI/s1600/email_com_fotos_2010_copy.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5521908505412267554" style="DISPLAY: block; 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  &lt;w:lsdexception locked="false" priority="32" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-priority:99;  mso-style-qformat:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Times New Roman","serif";} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;Curso de Educação Médica – Administração e Ética – Rio de Janeiro - Nádia fala da importância do diálogo para médicos, durante o curso de Educação Médica – Administração e Ética. O evento ocorre no auditório do CREMERJ, no bairro de Botafogo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;IX Seminário Nacional de Comunicação Social e Marketing para Instituições de Desenvolvimento – ABDE – Rio de Janeiro - Palestra sobre Planejamento Estratégico e conduzirá uma dinâmica com o grupo. O objetivo é facilitar a criação de um Plano de Comunicação Integrado do Sistema Nacional de Fomento. Local: Leme Othon Palace Hotel.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-2793859955575520665?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/2793859955575520665/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2010/09/dois-eventos-no-dia-24-de-setembro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/2793859955575520665'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/2793859955575520665'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2010/09/dois-eventos-no-dia-24-de-setembro.html' title='Dois eventos no dia 24 de setembro'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-336333980933448771</id><published>2010-08-25T04:25:00.000-07:00</published><updated>2010-08-25T04:28:54.986-07:00</updated><title type='text'>Nádia Rebouças no 42º Encontro Aberje Rio</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/THT93LP2UDI/AAAAAAAAAHw/X7rMdxMGdng/s1600/palestra+Aberje.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5509307368534855730" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 253px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/THT93LP2UDI/AAAAAAAAAHw/X7rMdxMGdng/s400/palestra+Aberje.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Palestra sobre Comunicação e Sustentabilidade. Nádia Rebouças compartilha seu conhecimento em duas áreas de atuação da Rebouças &amp;amp; Associados, que realiza diagnósticos, workshops e experiências de aprendizagem em empresas, organizações do terceiro setor e governo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data: 30/08/2010.&lt;br /&gt;Horário: 10h às 12h.&lt;br /&gt;Local: Auditório da Universidade Estácio de Sá, no Centro – RJ.&lt;br /&gt;Av. Presidente Vargas, 642 (esquina com Uruguaiana).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-336333980933448771?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/336333980933448771/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2010/08/nadia-reboucas-no-42-encontro-aberje.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/336333980933448771'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/336333980933448771'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2010/08/nadia-reboucas-no-42-encontro-aberje.html' title='Nádia Rebouças no 42º Encontro Aberje Rio'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/THT93LP2UDI/AAAAAAAAAHw/X7rMdxMGdng/s72-c/palestra+Aberje.gif' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-1629424212373883424</id><published>2010-08-23T02:51:00.000-07:00</published><updated>2010-08-23T03:04:50.356-07:00</updated><title type='text'>Livro na Feira de Frankfurt</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/THJHlNIGrDI/AAAAAAAAAHo/Uc19uOFAkIE/s1600/livro.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5508543998731922482" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 319px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/THJHlNIGrDI/AAAAAAAAAHo/Uc19uOFAkIE/s400/livro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;“Mulher, sociedade e direitos humanos”, da Editora Rideel, está na Feira de Frankfurt. Nádia Rebouças e outras 35 autoras escrevem sobre família, cidadania, trabalho educação, direito, políticas públicas e outros temas abordados sob a ótica de mulheres bem sucedidas em suas áreas de conhecimento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O lançamento é no próximo dia 26 de agosto, às 18h, na Universidade Presbiteriana Mackenzie – Rua Itambé, 45 – Consolação – São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-1629424212373883424?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/1629424212373883424/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2010/08/livro-na-feira-de-frankfurt.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/1629424212373883424'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/1629424212373883424'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2010/08/livro-na-feira-de-frankfurt.html' title='Livro na Feira de Frankfurt'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/THJHlNIGrDI/AAAAAAAAAHo/Uc19uOFAkIE/s72-c/livro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-3092485549312791523</id><published>2010-08-12T07:28:00.000-07:00</published><updated>2010-08-12T09:28:07.112-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='livro mulher-sociedade e direitos humanos'/><title type='text'>Leitura obrigatória sobre mulher e sociedade</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/TGQek8hY1HI/AAAAAAAAAHg/m8X8lZjTqOM/s1600/imagem+livro+mulher-sociedade+e+direitos+humanos.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5504558264623879282" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 131px; CURSOR: hand; HEIGHT: 179px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/TGQek8hY1HI/AAAAAAAAAHg/m8X8lZjTqOM/s400/imagem+livro+mulher-sociedade+e+direitos+humanos.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A Rebouças &amp;amp; Associados convida para o lançamento do livro “Mulher, sociedade e direitos humanos”, organizado por Patrícia Tuma Martins Bertolin e Ana Claudia Pompeu Torezan Andreucci, da Editora Rideel.&lt;br /&gt;A obra contém textos de 36 autoras, incluindo Nádia Rebouças, sobre família, cidadania, trabalho educação, direito, políticas públicas e outros temas abordados sob a ótica de mulheres bem sucedidas em suas áreas de conhecimento.&lt;br /&gt;O livro é uma homenagem à Professora Esther de Figueiredo Ferraz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Evento de lançamento:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Data:&lt;/strong&gt; 26 de agosto de 2010.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Local:&lt;/strong&gt; Universidade Presbiteriana Mackenzie – Rua Itambé, 45 – Consolação – São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Horário:&lt;/strong&gt; 18h.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-3092485549312791523?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/3092485549312791523/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2010/08/leitura-obrigatoria-sobre-mulher-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/3092485549312791523'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/3092485549312791523'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2010/08/leitura-obrigatoria-sobre-mulher-e.html' title='Leitura obrigatória sobre mulher e sociedade'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/TGQek8hY1HI/AAAAAAAAAHg/m8X8lZjTqOM/s72-c/imagem+livro+mulher-sociedade+e+direitos+humanos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-8767392444266741480</id><published>2010-07-14T11:03:00.000-07:00</published><updated>2010-07-14T13:31:43.467-07:00</updated><title type='text'>DESAFIOS DO PLANEJAMENTO</title><content type='html'>Antes de falar em planejamento prefiro pensar no que significa uma atitude de planejamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem gosta de planejamento?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A última gaveta das mesas, as pastas de arquivo nos computadores costumam sempre guardar um ou alguns. Às vezes, eles também estão ao lado de pesquisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Normalmente, ele é feito por poucos, que se sentem revestidos de poderes, e avaliado por muitos. Não raro, vira competição entre egos. Na maioria das vezes nos são impostos, como no caso dos planos econômicos. Na prática, os planejadores esquecem que fazer planos é o de menos, o mais difícil é criar as condições para que eles sejam executados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Planejamento pode ser visto também como enrolação: muito papel, tabela e pouca ousadia de novas proposições. Na nossa profissão, muitas vezes o planejamento é feito para justificar caminhos criativos ou... para ganhar concorrências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Planejamento para mim sempre foi uma coisa diferente. Muito mais do que uma técnica, ele fascina por instrumentar o meu pensar. É uma atitude decidida frente à vida, permite pensar estrategicamente para viabilizar ações que transformem alguma realidade. Mais do que fazer planejamentos, o excitante é implementá-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos pensar e planejar ações de comunicação frente a problemas econômicos, problemas de uma cidade, de um serviço ou produto ou de uma empresa. Mudamos ideias e culturas utilizando a comunicação para dar significados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Planejamento torna nossas ações conscientes e consistentes. É meio como deixar de ser “pau de correnteza”, que fica batendo sem controle nas margens de um rio, para tornar os processos conscientes, ter informação e, a partir daí, estabelecer objetivos e estratégias. Através do processo de planejamento percebemos, inclusive, se nossos objetivos, ou os de nossos clientes, são viáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Planejamento é diagnóstico, levantamento de hipóteses, sondagem e ousadia na busca de soluções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é qualquer pessoa que pode se tornar um bom planejador. Para planejar é necessário ser um pouco detetive, ser muito curioso, querer entender como as coisas funcionam. Ser preconceituoso é incompatível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Especialmente na nossa profissão, é necessário ser meio “ator”, ter a capacidade de sentir a emoção de um jovem quando vai comprar seu primeiro carro, ou as emoções e razões que levam diferentes mulheres a uma loja de lingerie. Precisamos, às vezes, ser tão versáteis que conseguimos perceber os motivos que levam um fazendeiro a escolher uma marca de trator. Claro que quando falamos de comunicação interna significa ter a capacidade de pensar e sentir como um trabalhador de turno, da área administrativa, do corporativo ou mesmo de uma área específica de negócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós, profissionais de comunicação, precisamos nos sentir inteiros: razão, emoção, sensação. Precisamos também ser especialistas em frustração e aspiração para poder perceber o movimento dos indivíduos na sua dança como interlocutores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos todos compradores de produtos, de serviços, de ideias ou de candidatos. Junto com produtos ou ideias, vendemos e compramos sonhos, estilos de vida, comportamentos, valores. Não inventamos nada, mas com nossa arma, a comunicação, fazemos a diferença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As metodologias de planejamento variam, mas o essencial é o conceito, que envolve pensamento, análise e sempre criatividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é uma atividade para se fazer sozinho, porque o primeiro passo de qualquer plano é, através de estratégias, conseguir que ele seja executado. Um planejamento só terá sucesso se muitos se sentirem donos dele. O planejador desenrola um novelo embaralhado e enrola de novo. Só aí ele sabe exatamente onde está a ponta de cada uma das extremidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, precisa ficar claro que aqui vamos falar de planejamento de comunicação. Traduzindo: vamos usar a comunicação para fazer “mercado”. Fazemos “mercado” para idéias, valores. A comunicação não é a única ferramenta do marketing, mas é a que dá vida a ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando fazemos alguma coisa pela primeira vez, precisamos de esquemas, como quando aprendemos a dirigir ou a usar o computador. Decoramos os pedais e botões, depois fica automático. Conseguir ter uma atitude de planejamento é descobrir as delícias do pensamento estratégico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início, precisamos prestar atenção, apreender alguns procedimentos. Depois é só prazer! Descobrir soluções, saídas, tem até sabor!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. OLHAR O PROBLEMA COMO SE FOSSE A PRIMEIRA VEZ.&lt;br /&gt;COLHER INFORMAÇÕES.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece simples, mas perguntar também tem arte. Você pode sair de uma reunião com o planejamento pronto se você souber o que perguntar, para quem perguntar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cliente pode passar um brief e você ficar satisfeito com isso. Ou, pode ser muito curioso e mergulhar nas questões. Não podemos mudar o preço, a distribuição ou o nome do produto de imediato, mas entender tudo que acontece pode lhe dar dicas preciosas sobre como usar a comunicação para resolver o problema. Está certo, o cliente só está pedindo um banner, mas essa é a sua chance.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É fundamental que você não se contente com as informações dadas pelo cliente, mas que você busque dados, desenhe os públicos de relacionamento, descubra o que eles pensam sobre o tema, descubra as segmentações internas. No caso de um produto, vá à loja ou ao supermercado, olhe com a cabeça aberta. Fale com os empregados da empresa, fique no telemarketing por uma hora, vá até o ponto de ônibus das áreas operacionais. Comece a “colher” com os olhos e ouvidos, como nos sugere David Bohm. Seja um observador. Não tem verba para pesquisa com o público? Sem problema, você vai achar o interlocutor e vai desenvolver sua capacidade de observar pensamentos, sentimentos e atitudes. Você poderá ter números, mas poderá abrir sua cabeça para pensar e, de repente, num “insight”, você vê o problema de outra maneira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez passei um briefing para a criação em uma frase: “O problema do chá é conseguir tirá-lo do armário”. O problema não era fazer o consumidor comprar o chá. Uma boa campanha ou uma promoção poderiam gerar o trial, mas se não mudarmos o hábito, estimularmos o repeat, o chá, nessa altura, era consumido para ressaca ou problemas de saúde, saía pouco do armário. O problema é de hábito e, como diz Al Ries, “você tem que gastar muito dinheiro para mudar a cabeça do consumidor e achar o apelo certo”. Os chás naturais conseguiram nichos de mercado, mudando valores, estilos de vida. Hoje enfrento enormes desafios para levar equipes a conversarem, comprarem idéias sobre a sustentabilidade, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando estamos envolvidos com algo, nossa tendência é nos misturar com aquilo. Muitas vezes é difícil alcançar a devida distância para criticar nossos próprios projetos. A agência deve ajudar o cliente a ver o seu negócio, seus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;produtos, suas marcas. O cliente precisa desenvolver a vontade de criar nas agências. Somos todos gestores de clima. Criamos, com nossos briefs e planejamentos, o clima adequado para despertar vontades e criatividade. Devemos ter a devida isenção e distância para diagnosticar os problemas e ter visões de futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grande desafio é você não se perder nas informações recolhidas, mas conseguir ter uma visão global do problema. Fomos treinados para análise, não para fazer sínteses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A síntese é um dos novos paradigmas que nos chegam. A síntese tem tudo a ver com planejamento de comunicação. Em 30 segundos ou 30 cm, em síntese, eu tenho que falar, tocar e convencer meu interlocutor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho da agência ou do profissional de comunicação das organizações é intenso e tenso: trabalhamos criando oportunidades de errar, temos prazos, espaços limitados, ameaças constantes de perder o cliente: a concorrência é muito acirrada. Mas não creio que nada disso impeça a busca de informação. Se não foi possível num anúncio, nada justifica que você não comece a se preparar para o próximo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é só informação específica que é importante para um planejador. É necessário ser informado genericamente: tendências econômicas, mudanças de valores socioculturais, arte, moda, cinema, etc. Na vida, o planejador tem que ser o detetive, o buscador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu diria que profissional de planejamento é aquele que percebe como as coisas estão e intui o movimento. Usa o lado direito do cérebro. Não tem medo de descobrir as razões dos complicados comportamentos dos seres humanos no jogo social. Não é dono de nenhuma verdade. Está sempre na dúvida, buscando entender mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO GOSTA DE DESCOBRIR “ALMAS”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada vez mais nosso trabalho é desenvolver marcas. O produto ou empresa só constrói sua marca junto a um grupo de consumidores quando ganha uma “alma” para eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As marcas têm cores, cheiro, forma, tamanho, sentimentos para seus interlocutores fiéis. Só que não é possível construirmos a “alma” de uma marca teoricamente, ou como desejamos. As organizações carregam potencialmente valores que passam para seus produtos e serviços. A cultura de uma empresa é formada pela sua história, pela história dos seus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fundadores, pelos valores desenvolvidos nos seus empregados. Uma empresa que não tem cultura é um negócio, não é uma empresa. Nosso trabalho também pode ajudar as empresas a encontrarem seus valores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uso sempre “bolas” para me lembrar visualmente que as coisas estão em movimento e também para me obrigar a ter uma visão holística. Fomos educados para a fragmentação e eu quero ir aprendendo o novo paradigma. Essa simples “bola de empresa” (em anexo), como eu a chamo, ajuda muito a perceber onde e com quem trabalhamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descobrir a “alma” da empresa vai nos ajudar muito a construir a sua marca. Uma organização tem vida própria e essa vida é dada pela energia criada pelos seus participantes. Essa singularidade é dada pelo modo como esse grupo de pessoas pensa e se emociona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A azaléia é diferente da violeta. A primeira gosta de água gelada nas folhas. A violeta detesta água nas suas folhas. A natureza nos ensina que não há receita, há vida. E onde há vida, há singularidade. Você pode usar o mesmo tipo de promoção interna para duas empresas. A comunicação, no entanto, deverá conter a “marca” de cada uma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comunicação é essencial no processo de mudança das organizações. Notem que eu não falo só em propaganda, porque ela é apenas uma das técnicas, falo de comunicação. Falo das inúmeras atividades de comunicação que podem ser usadas para cada um dos públicos-alvo de uma empresa para dinamizar seu negócio. Falo de propaganda, mala direta, comunicação corporativa, comunicação para a qualidade, sustentabilidade, eventos, promoções, incentivo, jornal mural, internet e milhões de outras atividades de comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. FALANDO DE PÚBLICOS DE RELACIONAMENTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não estou falando de homens de 30 a 50 anos da classe AB. Também não falo de empregados de uma empresa. Estou falando de uma “bola” de públicos em movimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um planejamento de comunicação deve, estrategicamente, entender cada público de relacionamento e exercitar entendê-los, identificar seus desejos e possibilidades de mudança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez o ponto nevrálgico de um planejamento esteja na escolha dos públicos que devem ser atingidos e do objetivo de comunicação junto a cada um deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já vi empresas investirem fortunas num lançamento, incluindo Assessoria de Imprensa que declara “2 milhões em mídia”, e a empresa entrou em greve&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;três dias depois do lançamento da campanha porque os funcionários não entenderam porque ela havia demitido há um mês e agora gastava uma fortuna em mídia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Empregado é um target essencial. Boca a boca é mídia. Marca se faz com o cunhado, a prima, o namorado da prima, a mãe do marido. O consumidor não vê a marca só na TV. É um conjunto de fatores que tem o poder de criar uma marca. Lidamos com o imaginário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. COMO CONSTRUIR MARCAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as vezes que se pensa em fazer comunicação está em jogo a vida de uma marca. E vida é mesmo a palavra certa, porque, ou está nascendo uma marca ou estamos preocupados com a saúde de uma delas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo que guardamos são imagens. Nossa mente é um arquivo de sensações, emoções, pensamentos. Não controlamos nossos pensamentos, por isso formamos imagens muitas vezes sem ter consciência de como isso acontece. A comunicação não planejada é um grande risco, porque você nunca sabe como o interlocutor vai reagir e que registro vai ficar para a sua marca. Mesmo usando pesquisa, monitorando todas as variáveis, ainda acontecem surpresas: o interlocutor está vivo e não controlamos o que tem vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos, sim, estabelecer um diálogo com ele, conquistar sua participação, adesão. Planejamento é a única forma de ganharmos certa segurança no caminho. Sendo uma marca, um registro de imagem, se ela não tiver uma unidade estratégica, não fará sentido, gerará uma percepção confusa. De certa maneira, uma marca é como uma pessoa, um sonho, uma fantasia. Registramos impressões, imagens de pessoas, de fatos, de países, de governantes, de partidos políticos e de produtos e serviços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vários aspectos interferem na criação de uma marca. O interlocutor vai registrar uma cor, um paladar, uma sensação, vai formar crenças... Vai também despertar emoções, desejos de status, orgulho, vergonha, projeções de estilo de vida, etc. Poderá inclusive condenar nossa comunicação como “paisagem”. Fizemos mais um banner para um tema anual e, como perguntam os americanos, So What?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa obrigação é perceber o movimento dessa marca, identificar os problemas de percepção e interferir de forma global tentando um melhor aproveitamento na conquista definitiva. Estou aqui falando de marca, mas não necessariamente as marcas são só as das empresas. Existem as “marcas” que são produtos internos, valores. Vamos pegar o exemplo do tema de segurança, que hoje está tão presente nas empresas. Toda hora falamos dele, mas estamos conquistando corações e mentes dos empregados? Estamos criando “paisagens”?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada vez é mais difícil diferenciar marcas. Os benefícios oferecidos são cada vez mais parecidos, o que obriga o planejador a buscar um equilíbrio diferente dos benefícios e “reason-whys”, a usar a sua criatividade para conquistar uma percepção diferenciada junto ao interlocutor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Planejamento tem que ser uma oportunidade de reflexão. Quem não gosta de pensar não planeja. Quem se satisfaz com as primeiras respostas não cria novas soluções. Precisamos pensar no todo, ser capazes de fazer sínteses. Uma marca só é marca quando conseguimos uma unidade estratégica de todos os seus aspectos de interferência. Tem que fazer sentido, tem que ser possível comprar a “intenção”, querer compreender os significados. Fácil de explicar e de entender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Planejamento é encontrar o equilíbrio dos fatores e conseguir comunicar em forma de síntese para o público certo – previamente definido - que carrega potencialmente a capacidade de se entusiasmar com o que estamos vendendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devemos oferecer planejamento, devemos estimular nossa criatividade. Somos todos levados ao embotamento de nossa criatividade, caímos facilmente na rotina e no acomodamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que fiz do planejamento minha vida porque tudo se torna extremamente interessante quando podemos pensar criativamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou certa de que a comunicação é uma arma. Estou completamente convencida de que as pessoas impactadas pela mudança de paradigmas desse final de século devem aprender a fazer comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada disso pode acontecer sem planejamento estratégico. O mundo vai mudar muito nesse momento da história da civilização, e estamos sendo chamados a usar a comunicação para construí-lo. Já vendemos descartáveis e agora vendemos reciclagem. Temos novas imagens de marca para vender no planeta. Novos produtos, valores, credos e tecnologias para anunciar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio que, como contribuição, fica um convite ao pensamento, ao desejo de ter informação. Pesquisar quando for necessário. Ouvir, investigar. E depois processar essa informação e ousar uma proposição estratégica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há desculpa para não fazer planejamento. Mesmo no ritmo louco que vivemos hoje, com agências pequenas, de poucos recursos, a atitude do&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Planejamento pode levar a um trabalho mais sério e mais eficiente para o cliente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há complicações. Não há mistérios. Há, sim, organização, visão crítica, garra e ousadia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso é planejamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NÁDIA REBOUÇAS&lt;br /&gt;Rebouças &amp;amp; Associados&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.reboucaseassociados.com.br/"&gt;http://www.reboucaseassociados.com.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:rebouças@reboucaseassociados.com.br"&gt;rebouças@reboucaseassociados.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Twitter: &lt;a href="http://www.twitter.com/Reboucas_Assoc"&gt;http://www.twitter.com/Reboucas_Assoc&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-8767392444266741480?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/8767392444266741480/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2010/07/desafios-do-planejamento.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/8767392444266741480'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/8767392444266741480'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2010/07/desafios-do-planejamento.html' title='DESAFIOS DO PLANEJAMENTO'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-8002304927939744860</id><published>2010-07-06T09:38:00.000-07:00</published><updated>2010-07-06T09:46:39.457-07:00</updated><title type='text'>Maravilha de encontro</title><content type='html'>Confira trechos da participação de Nádia Rebouças, no talkshow com o Prof. Evandro Vieira Ouriques, ontem (05/07), no NETCCON.ECO.UFRJ. O encontro foi dirigido a alunos do curso JPPS - Jornalismo de Políticas Públicas Sociais. &lt;a title="blocked::http://territoriojpps.ning.com/video/nadia-reboucas-no-jpps?xg_source=" href="http://territoriojpps.ning.com/video/nadia-reboucas-no-jpps"&gt;http://territoriojpps.ning.com/video/nadia-reboucas-no-jpps&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-8002304927939744860?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/8002304927939744860/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2010/07/maravilha-de-encontro.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/8002304927939744860'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/8002304927939744860'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2010/07/maravilha-de-encontro.html' title='Maravilha de encontro'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-1748180517605969637</id><published>2010-06-04T15:23:00.001-07:00</published><updated>2010-06-04T16:15:10.448-07:00</updated><title type='text'>Ouvir basta para escutar?</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5Cusuario%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt; 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Há 11 anos a R&amp;amp;A usa metodologias de diagnóstico que partem do ouvir. Costumamos dizer que escutar é a nossa forma de planejar com mais eficiência. No entanto, muitas vezes os diagnósticos que trazem uma escuta profunda dos stakeholders não conseguem chegar aos níveis superiores das organizações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Existem sempre os inovadores nas áreas de Comunicação ou RH. Ousam. Conseguem contratar uma pesquisa de “escuta profunda”, mas não conseguem tempo e disponibilidade emocional da liderança para efetivamente escutar. Por quê? Porque às vezes passam-se três anos, o gestor que contratou a pesquisa já foi para outra organização atrás de seus sonhos e o outro contratado “descobre” a pesquisa perdida num computador e nos liga porque descobriu ali os mesmos problemas que vem descobrindo na organização?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Sempre penso que os executivos não querem ouvir os diagnósticos porque na maioria das vezes não referendam as maravilhas disseminadas pelo Marketing da empresa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Às vezes por vaidade, às vezes por medo de não conseguir mais manter o castelo de cartas. Mas na última Conferência do Ethos, Oscar Motomura abriu mais uma possibilidade: o medo de mudar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Ouvir com profundidade pode, de acordo com ele, suscitar a pergunta: E se de repente o outro me convence? Pra que ouvir?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Não estamos no tempo de “marketear” o certo que fazemos. Frente aos desafios atuais busca de novo equilíbrio econômico, justiça social e respeito a todos os seres vivos, estamos longe, muito longe de fazer a coisa certa. Nas nossas próprias atitudes e mais ainda com nossas empresas e organizações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Estamos num tempo da comunicação de fazer menos banner, jornalzinho ou publicidade e mais e mais comunicação face a face. Ouvir. Escutar e permitir que potências humanas adormecidas possam encontrar oportunidades de plena realização. Nas empresas, nas ONGs, nos presídios, nas comunidades.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;É tempo de ouvir, refletir e não ter medo de mudar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-1748180517605969637?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/1748180517605969637/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2010/06/ouvir-basta-para-escutar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/1748180517605969637'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/1748180517605969637'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2010/06/ouvir-basta-para-escutar.html' title='Ouvir basta para escutar?'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-2918302281490563453</id><published>2010-06-04T15:06:00.000-07:00</published><updated>2010-06-04T15:12:13.334-07:00</updated><title type='text'>MARCAS</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Escrevi esse texto para o evento de lançamento da marca da Eletrobras no final de março de 2010. Foi interpretrado por Marília Pera, num momento muito importante para as empresas Eletrobras. Compartilho com aqueles que prestam muita atenção a marcas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fico aqui no meu canto pensando e... pensando.&lt;br /&gt;Na identidade, na nossa identidade. O ser de cada um de nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouço um pingo de água.... É... Acho que hoje é o dia da água... Ah! Uma homenagem a ela que nos faz entender a capacidade de nos movermos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você já se deu conta que a água não para? Encontra sempre caminhos... Pelos lados, por baixo e segue... Segue na sua busca singela... De ser água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquela inevitável gota capaz de cair, assim... Sem pensar, e despertar toda a água numa ESPIRAL...&lt;br /&gt;Só um pingo... Que fala do céu e da terra e produz... Movimento.&lt;br /&gt;Acaba sendo uma marca que desperta todo o movimento... Criando círculos infinitos de transformação...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso nas marcas... Marcamos com símbolos, nosso gado.&lt;br /&gt;Marcamos as pessoas... Com nomes!&lt;br /&gt;O céu é todo marcado pelo desenho das estrelas, e lá estão elas se mostrando desavergonhadas, brilhantes!&lt;br /&gt;E ganham nomes... Sozinhas e nas constelações...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No brilho delas, lembro de marcas da minha vida...&lt;br /&gt;Ás vezes a marca do momento é um.... SOM.&lt;br /&gt;Um barulho de água correndo no meio das pedrinhas redondas, na memória de minha infância... E pensar que esse rio vai e vai, se junta com outros, vai somando energias e acaba lá... Na explosão do mar! E a marca que ficou... Foi o SOM.&lt;br /&gt;Ah!  Mas às vezes, a marca que fica é um perfume... Lembro de odores, cheiros, perfumes incríveis, de vários momentos da minha vida... hum&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, tem momentos que deixam marcas... De tristeza...&lt;br /&gt;Marcas, que na hora, no momento, parecem ter um tempo... Que não tem fim....&lt;br /&gt;Mas logo vem o movimento... E tudo se transforma mais uma vez, trazendo outras marcas....&lt;br /&gt;E vamos! Seguimos.&lt;br /&gt;Essas são as marcas dos desafios... Que nos levam a construir outras e outras marcas....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E os momentos marcados pela dúvida?&lt;br /&gt;Onde? Como? Como faço para construir pontes entre as marcas que carrego da vida e as novas marcas que estão chegando?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, ai... Onde guardo para sempre a marca do sabor que aquela carambola perfumada deixou na minha boca? A primeira carambola, cortada em estrelinhas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As marcas.... Das nuvens no céu, construindo imagens e eu ali... Descobrindo as coisas nos contornos delas...&lt;br /&gt;Um cavalo... Olhe ali um cavalo...!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ficam as marcas... Das nossas conquistas... Da nossa vida.&lt;br /&gt;Memórias de nossa identidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-2918302281490563453?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/2918302281490563453/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2010/06/marcas.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/2918302281490563453'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/2918302281490563453'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2010/06/marcas.html' title='MARCAS'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-5506963323082908870</id><published>2010-03-07T15:46:00.000-08:00</published><updated>2010-03-07T15:49:20.470-08:00</updated><title type='text'>Mulheres "sustentáveis"</title><content type='html'>Nossa, que difícil pensar na sustentabilidade e a mulher! Será que caminhamos para a conquista da sustentabilidade? Comecei a pensar nas mulheres que estarão aqui no futuro e que são fruto da minha geração, que brigou até para não usar sutiã! Isso tudo faz tempo e muita coisa mudou! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio que não podemos falar em mulheres genericamente. De que mulher vamos falar? Das executivas que são diretoras de grandes empresas? Daquelas que conseguiram se destacar na política e chegaram até ao cargo mais alto do país? Daquelas que em várias atividades, lutam para construir um mundo melhor, se posicionando como agentes políticos? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou será que falamos daquelas que levam de 2 a 3 horas para ir e vir do trabalho, que não tem com quem deixar seus filhos, que cuidam de tudo sozinhas porque os maridos... Essas ficam com medo da adolescência de seus filhos porque ela vem carregada de ameaças: drogas, violência, armas e falta de oportunidades. Encontramos ainda as que sofrem muita violência doméstica, que nos pedem ajuda também para os homens, para que possam melhorar a qualidade de vida. Algumas perdidas na zona rural ou ribeirinhas que vivem situações de violência doméstica em localidades sem qualquer apoio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou falaríamos da novíssima geração, essa sim, contaminada pelos novos tempos que se anuncia que proíbem ou controlam a TV para seus filhos, insistem em novos hábitos alimentares, lêem rótulos de alimentos e remédios, que controlam o consumo do supérfluo? Sonham com as ecovilas, tentam reciclar o lixo em suas casas, para nada (os condomínios e prefeitos não fazem sua parte), têm filhos de parto normal, e escolhem amamentar e amamentar e tentam buscar o difícil equilíbrio entre o profissional e a família? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa, mas ainda temos tantas outras mulheres! Aquelas que escolhem focar em plásticas, academias, regimes e roupas justas. As hetero e as homossexuais e, claro, as bissexuais. Já temos até uma parcela que escolhe viver só, sem filhos. &lt;br /&gt;Além disso, ainda temos as que estão mudando o sentido do que se convencionou chamar de velhice, as mesmas que começaram a revolução, lá atrás. Muitas na mesma luta para construir novos tempos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um perigo falar de mulheres. Somos o que somos, o que escolhemos, o que pensamos ou queremos ser. Pelo menos fica claro o que conquistamos, temos muito mais direito de escolha. Nunca em nenhum outro momento da civilização as mulheres foram tão diversas. Uma coisa, no entanto, não mudou, a nossa capacidade de influenciar a educação de futuras gerações, ao contrário, ela só aumentou. A pergunta que fica é o que fazemos com esse nosso poder influenciador para manter nossa casa azul e solta no universo, respirando? Será que daqui a, sei lá, 20 anos, vamos ter uma revolução do feminino, onde homens e mulheres vão redescobrir o sentido da palavra proteger?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-5506963323082908870?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/5506963323082908870/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2010/03/mulheres-sustentaveis.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/5506963323082908870'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/5506963323082908870'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2010/03/mulheres-sustentaveis.html' title='Mulheres &quot;sustentáveis&quot;'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-507209441038623310</id><published>2009-12-18T06:01:00.000-08:00</published><updated>2009-12-18T06:02:38.713-08:00</updated><title type='text'>O estímulo fantástico ao fim da visão da cerca, do muro</title><content type='html'>Só consigo escrever emocionada. Nunca confessei isso antes, mas é assim. Passei os últimos quatro meses dentro da campanha TicTacTicTac, que pretende de alguma forma unir todas as vozes que gritam para repensar tudo, especialmente, a nossa visão de cercas, muros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro da própria campanha, o desafio foi ultrapassar a visão de muro. Quem dividiu a Terra em cercas e inventou milhões de regras e sistemas “democráticos”, tentando organizar a conversa entre os muros? Fomos nós. Criamos a linguagem que nos separara dos gestos e do olhar. De alguma forma, passamos a acreditar que éramos diferentes uns dos outros, que cada pedaço do território era independente de um sistema maior.&lt;br /&gt;Construímos culturas focadas em pequenos recantos, sem conseguir perceber o todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como falaria Robert Wilson, ficamos com a escolha da refeição e não enxergamos o menu. Ou ainda de forma mais significativa, ficamos com o mapa e não conseguimos ver ou sentir o território. Perdemos a visão da menina Terra e que ali dentro dela todos nós teríamos, sempre, nosso destino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A COP 15 é um choque porque, pela primeira vez, alguns atores do comando dos territórios percebem o mapa global. Percebem que é uma bobagem pensar nas partes, mas descobrir, de repente, que estamos tratando do “nós comum”. Estamos todos dentro do mesmo desastre anunciado. TicTacTicTac. O tempo voa e não estamos nos dando conta, com a rapidez necessária, da importância da atitude de cada um de nós, mesmo que Copenhague esteja tão longe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste momento que escrevo, Obama está em trânsito para Copenhague. Aqui não são os outros - burocratas, técnicos, políticos - que podem ter uma atitude final que inove na civilização, mas são “eles”, os que dirigem esse nosso planeta Terra neste exato momento. Nunca antes na história da civilização, um momento como este aconteceu. Eles, os “donos do mundo”, lá dentro conosco. Nós todos - ativistas, cientistas, cidadãos comuns, profissionais de meio ambiente, ONGs, empresas (existem algumas)  -  aqui fora, estarrecidos com as notícias e os fatos que nos fazem temer pela capacidade dessa sofrida casa que habitamos resistir aos absurdos. Trata-se de fazer escolhas, de perceber e acessar formas de viver, que acreditamos e executamos no nosso dia-a-dia, mês a mês, ano a ano. TicTacTicTac.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tamanho da transformação exigida de nós é muito maior do que a COP 15 ou do que a decisão “deles”. Mas a decisão deles tem também um papel fundamental para nos ajudar - profissionais de Comunicação, ativistas, sonhadores - a conseguir alavancas para seguir. Temos que mudar atitudes, criar novas tecnologias e novas políticas públicas, responsabilizando todos nós, habitantes do planeta Terra. Não existem muros, existe um único território.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por um acaso, as decisões sairão no dia 18, dia do meu aniversário. Sinto-me privilegiada porque posso pedir um presente: motivos concretos para que eu possa trabalhar mais rápido por um futuro. Tudo é movimento e não acaba agora, só entenderemos onde estamos dessa vez, construindo essa nova civilização. Ela está nascendo, em dor de parto. Poderíamos dizer que o parto é difícil, o bebê está sentado, fora da posição ideal para normalmente replicar a vida. Mas precisamos seguir, não temos outra chance. A escolha é: Qual será o tamanho do avanço hoje?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A COP 15 acaba, mas não a campanha global TicTacTicTac. Ela sai como patrimônio dos empreendedores do novo mundo, multiplica a capacidade em rede, sem fronteiras, com algumas vaidades, mas com uma capacidade de mobilização do tamanho da nossa menina, a Terra.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-507209441038623310?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/507209441038623310/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2009/12/o-estimulo-fantastico-ao-fim-da-visao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/507209441038623310'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/507209441038623310'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2009/12/o-estimulo-fantastico-ao-fim-da-visao.html' title='O estímulo fantástico ao fim da visão da cerca, do muro'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-7185412814422384478</id><published>2009-12-08T07:01:00.000-08:00</published><updated>2009-12-08T07:03:36.494-08:00</updated><title type='text'>Sua voz em Copenhague</title><content type='html'>Pessoas ao redor do Planeta se unem à Campanha TicTacTicTac para dizer que “O mundo quer um acordo pra valer”, na Conferência sobre Mudanças Climáticas, realizada pela ONU, em Copenhague, na Dinamarca. O objetivo é enviar mensagens aos participantes da Conferência e contribuir para a redução das emissões dos gases causadores do efeito estufa.&lt;br /&gt;Os organizadores da campanha global sugerem ações que serão apresentadas durante a Conferência, que ocorre até o dia 18 de dezembro, como manifestação dos cidadãos do Planeta Terra: a pintura de mensagens em paredes e vigílias com velas.&lt;br /&gt;Visite o site &lt;a title="blocked::http://www.tictactictac.org.br/" href="http://www.tictactictac.org.br/"&gt;http://www.tictactictac.org.br&lt;/a&gt; e escolha um evento próximo de você.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-7185412814422384478?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/7185412814422384478/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2009/12/sua-voz-em-copenhague.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/7185412814422384478'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/7185412814422384478'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2009/12/sua-voz-em-copenhague.html' title='Sua voz em Copenhague'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-7531445087000716210</id><published>2009-11-18T05:09:00.000-08:00</published><updated>2009-11-18T10:30:49.916-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Flores'/><title type='text'>COMO AS MULHERES SE SENTEM FRENTE A VIOLÊNCIA NAS CIDADES?</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwP7Su4kNnI/AAAAAAAAAG0/DOPu6IOcgzw/s1600/floresblog.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 217px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5405440277016229490" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwP7Su4kNnI/AAAAAAAAAG0/DOPu6IOcgzw/s400/floresblog.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;      Quando pedimos que as mulheres, em 7 cidades, desenhassem como se sentiam frente a violência no Projeto Mulheres - Diálogos sobre Segurança Pública, que foi realizado pela Secretaria Especial de Pol[iticas para as Mulheres com o apoio da UNIFEM, UNODC e UNFPA, nas cidades de Salvador, Recife e Canoa,s tivemos o símbolo da flor chorando. Uma chora lágrimas de sangue (Canoas), outra em Recife chora lágrimas negras e outra (Salvador) chora palavras de dor. A flor, um símbolo tão associado à mulher por todas as grandes cidades brasileiras, chora. Chora pelos nossos mortos pela violência que se multiplica sem parar. Continuamos acreditando que reprimir é a solução. As mães, avós, irmãs continuam vivendo carregando suas dores. Morrendo de medo que seus filhos cresçam, virem adolescentes e a vida os leve para a morte. Presisamos parar. Elas nos pedem isso. A vida, o respeito a ela, nos pede isso. Seremos capazes de construir uma cultura de paz? No link abaixo você pode ver filme que documentou o estudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  ( &lt;a href="http://vids.mayspace.com/index.cfmfuseaction=vids.individual&amp;amp;videoid=62498179"&gt;http://vids.mayspace.com/index.cfmfuseaction=vids.individual&amp;amp;videoid=62498179&lt;/a&gt;)        &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-7531445087000716210?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/7531445087000716210/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2009/11/como-as-mulheres-se-sentem-frente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/7531445087000716210'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/7531445087000716210'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2009/11/como-as-mulheres-se-sentem-frente.html' title='COMO AS MULHERES SE SENTEM FRENTE A VIOLÊNCIA NAS CIDADES?'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwP7Su4kNnI/AAAAAAAAAG0/DOPu6IOcgzw/s72-c/floresblog.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-4815145116017824819</id><published>2009-10-10T20:09:00.000-07:00</published><updated>2009-10-10T20:46:39.495-07:00</updated><title type='text'>Um Sábado</title><content type='html'>Sempre penso. E hoje é sábado. Lembro da poesia de Vinícius. Por que hoje é sábado eu refilto. Penso que no mundo temos 22 milhões de pessoas passando fome. Tento pensar fora do número. Números não nos tocam. O que me tocam são as vozes, as imagens. Tento pensar que nesse momento, milhões de crianças estão com fome. Milhões de mães estão engolindo suas lágrimas, tentando suplantar e ter esperança na dor. Lembro dos Diálogos, Mulheres e Segurança Pública e me dou conta de que a dor esta aqui ,tão perto de nós...dando concretude à fome. As mulheres que conheci esse ano são heroínas na sua luta pela paz. Alimentam-se de coragem para seguir em frente. Sozinhas, quase sempre, ou com homens de passagem, cuidam desesperadas de seus filhos, muitas vezes sem saber como essa responsabilidade caiu em seus colos. Elas me ensinaram tanto! No meio de uma noite de sábado, com bolor na alma, por causa de muita chuva e umidade nesse outubro no Rio de Janeiro, fico pensando que saída podemos encontrar. Procuro isso por toda minha vida. Muitas mudanças aconteceram. Sou filha da ditadura. Vivi a morte de Vlado, meu cunhado ,como um ato imenso de violência. Assisto essas mudanças aspirando forte, para continuar com esperança. São lentas. Para uma vida, o tempo é pouco e longo ao mesmo tempo. A sensação é de um mergulho profundo, sem ar, e de repente se repensa e o ar retorna. É lento mesmo. É um movimento, um processo que para a civilização tem um tempo bom, mas para cada vida é um tempo que nos exige uma capacidade de paciência que nem sempre está disponível no nosso software. Fica uma exigência: que diminua a miséria humana. Ela inclui a nossa capacidade de conviver com tanta fome, com tanta gente que ainda não vive o nosso século...vivem ainda na idade média. Betinho me ensinou muitas coisas, mas o que sobra de mais fundamental é que compartilho com ele o pensamento: não há futuro para quem não guardar no coração a capacidade de se indginar.&lt;br /&gt;Alguém pode sempre me perguntar, qual é a fonte de energia que me mantem ainda tão jovem na luta, na refexão e na ação, e eu sempre responderei que é o contraditório: a rebeldia e a paciência. Alguém, algum dia, sintetizou meu mapa astral : você é uma hippie ajuizada. Ri muito dessa definição, na época. Mas é isso: minha hippie e minha ajuizada tentam entender essa loucura que nós humanos fizemos com a terra, com os seres vivos, com nossa dignidade, nossos valores. E sigo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-4815145116017824819?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/4815145116017824819/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2009/10/um-sabado.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/4815145116017824819'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/4815145116017824819'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2009/10/um-sabado.html' title='Um Sábado'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-4229884977885441324</id><published>2009-10-02T12:50:00.000-07:00</published><updated>2009-10-02T14:38:29.214-07:00</updated><title type='text'>RSE e a Mídia, é possível?</title><content type='html'>O encontro promovido pelo ETHOS aconteceu no auditório da ESPM Rio e foi muito interessante. Foi uma troca de perguntas entre jornalistas e assessores de imprensa de empresas. Podemos concluir que enfim todos eram jornalistas, apenas escolheram lados diferentes para desenvolver suas trilhas profissionais. E ainda assim a questão principal - é possível uma conversa produtiva? - fazia todo sentido. De um lado André Trigueiro, Amélia Gonzalez e Marcos Sá Correia. Do outro a Natura, a Alcoa e o Banco Itau. Fui correta na nominação, de um lado jornalistas do outro empresas representadas na figura de seus assessores de imprensa. Não houve desconforto e a conversa fluiu com transparência. Vou registrar algumas frases que devem permanecer para mais reflexões:&lt;br /&gt;"No momento que a impresa entender que não existe perfeição não vai mais haver mocinho e bandido."&lt;br /&gt;"Jornal é um ramo de negócio velho, lento, em decomposição. Migrou para a internet sem descobrir a maneira de ganhar dinheiro com isso."&lt;br /&gt;"Sustentabilidade não tem que ser uma especialidade do jornalismo, tem que estar em tudo, é notícia em qualquer área, a qualquer momento. O esporte tem que se preocupar com o ambiental."&lt;br /&gt;"A crise ambiental caminha depressa e a humanidade devagar".&lt;br /&gt;"Ser sustentável não é dizer que agora estou escovando os dentes, mas que estou preocupado em ensinar outras pessoas a escovar os dentes." (essa seria a missão das empresas, e mais especificamente poderia ser um papel relevante para os bancos).&lt;br /&gt;"Falo uma hora para o repórter e não sai uma linha, só o que as ONGs falaram. Preconceito com a fonte empresarial?"&lt;br /&gt;"Os jornalistas conhecem muito pouco o ambiente empresarial." (de fato eles conhecem mais as empresas da Avenida Paulista, como eu chamo)&lt;br /&gt;"Repórter é ignorante, tem o dever profissional de ser ignorante, tem que querer descobrir, quando entende do assunto, passa a ser especilista e vai ser colunista etc."&lt;br /&gt;"Repórter trabalha sob pressão não tem tempo de digerir."&lt;br /&gt;"Jornalistas tem medo de se aproximar de empresas...antes eram brindes incríveis, havia até a brincadeira que na economia contínuo era gorado!"&lt;br /&gt;"A imprensa com a empresa funciona na base da apurrinhação , acaba ajudando a empresa a perceber suas imperfeições."&lt;br /&gt;"O marketing é que complica...Atingiu o foot print...tá errado. Aí um engenheiro da empresa me ligou e disse, olha eu sei que não é isso...O grande desafio da sustentabilidade está nos engenheiros e banqueiros!"&lt;br /&gt;"Natura e Real são exemplos de como ir construindo o caminho. O Real assume para quem empresta dinheiro. Discrimina clientes. Isso faz a diferença. O engenheiro pensa no custo/ benefício, ele pode fazer a conta da execução e manutenção e deixar claro o impacto."&lt;br /&gt;"Os bancos são conservadores, a mudança tem que ser estrutural, não é fácil. "&lt;br /&gt;"Tem que trabalhar o público interno, é uma mudança cultural que envolve mudar processos. "&lt;br /&gt;Cursos na faculdade de comunicação sobre sustentabilidade? Teve o sim e o não. Como é transversal não devia estar em tudo? Mas ainda não está...talvez no momento ainda precise de forte impacto sobre os novos paradigmas."&lt;br /&gt;"Trabalhar a complexidade, a diversidade, dar aos estudantes a dimensão do que está acontecendo hoje , o impacto que causamos com nossas formas de pensar. Sustentabilidade é uma palavra síntese, sinônimo de sobrevivência e equilíbrio. Precisamos disseminar os novos valores através dela."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão: A conversa não flui entre empresa e imprensa. Quem está do lado da empresa, conhece muito bem a imprensa, passou pela mesma escola que ensina a criticar, investigar, nunca acreditar. Na ponta está o diretor da empresa, quase sempre um engenheiro ou financeiro, ainda pouco convencido que pode dizer que errou, que anida não fez, que ainda não conseguiu preparar sua equipe para fazer, ou simplismente que não entende porque todos agora cobram dele essa tal de sustentabilidade...Afinal ele faz tudo que faz para dar lucro aos acionistas e ser uma empresa sustentável...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim caminharemos...limpando conceitos, permitindo falar e ouvir e entender que nada está pronto, tudo está imperfeito, passível de melhorar. Melhoria contínua é uma linguagem que a empresa entende...é isso precisamos melhorar sem parar, com determinação a nossa forma de viver num planeta ameaçado...enquanto há tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisamos também "ensinar a escovar o dente"ou seja a viver com novos hábitos no novo tempo da civilização. O que fica claro é que todos nós, que trabalhamos com comunicação, seja no velho jornal, nas novas mídias, na divulgação das empresas, fazendo programas, filmes, propaganda, assessoria de imprensa, precisamos correr contra o tempo para conversar mais e perder menos tempo não nos entendendo, porque...falta pouco tempo para podermos olhar lá na frente e exergar nossa sobrevivência. Que venham mais e mais oportunidades de diálogos entre nós. Que possamos ser mais sinceros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os profissionais da Alcoa , Nemércio Nogueira, da Natura Rodolfo Gutilla e do Itau, Sonia Favareto minha solidareidade por estarem desempenhando o importante papel de ponte no mundo da imprensa e de farol para dentro das organizações.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-4229884977885441324?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/4229884977885441324/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2009/10/rse-e-midia-e-possivel.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/4229884977885441324'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/4229884977885441324'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2009/10/rse-e-midia-e-possivel.html' title='RSE e a Mídia, é possível?'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-5210740163434371241</id><published>2009-09-16T19:48:00.000-07:00</published><updated>2009-09-22T07:23:58.470-07:00</updated><title type='text'>Instituto Bola para Frente</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/Srjd7MqQHAI/AAAAAAAAADU/CWKatdfXG9E/s1600-h/blog1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 199px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/Srjd7MqQHAI/AAAAAAAAADU/CWKatdfXG9E/s320/blog1.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5384297363601890306" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/Srjd6jL3R_I/AAAAAAAAADM/oQhzN312V70/s1600-h/blog2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 159px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/Srjd6jL3R_I/AAAAAAAAADM/oQhzN312V70/s320/blog2.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5384297352468580338" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Hoje foi um dia especial. Visitei o Instituto Bola para Frente para fazer a palestra de abertura da Meeting Responsabilidade Social que acontece pelo oitavo ano consecutivo. O tema esse ano foi o desenvolviemtno sustentável. O Instituto convida empresas e organizações para debater, refletir sobre como podemos avançar na construção de uma sociedade mais justa. No ano passado conheci o Instituto e fiquei encantada com o que encontrei. Primeiro conheci Jorginho e sua história. Ele nasceu ali em Guadalupe, a comunidade que nunca abandonou, mesmo depois de ter conquistado o mundo com seu futebol. Ele e Bebeto resolveram seguir o sonho. O projeto procura através do esporte desenvolver a cidadania, o protagonismo, marcando gols na conquista da auto estima de meninos e meninas sem oportunidades e sempre a mercê do tráfico de drogas e da exclusão. Existem muitos projetos semelhantes mas algo se passa ali de muito especial. Hoje acho que entendi. existe no ambiente do Bola para Frente HARMONIA, um ambiente de comprometimento de todos e todas que se vai encontrando. Caso eu tivesse que traduzir o Instituto numa imagem, num desenho, eu certamente criaria um grande sorriso em cima de cima de uma quadra. Foi uma alegria! Os meninos e meninas de todas as idades nos recebendo, a orquestra de instrumentos construídos a partir de material reciclado, o coral com meninas e meninos começando por cerca de 3, 4 anos de idade. A horta no jardim com flores com o patrocínio da Agristar, os investidores sociais misturados a profissionais de outras ONGs, tudo numa organização impecável. A palestra foi feliz, meu coração estava também sorrindo e dividindo o sonho com Jorginho: por que não um espaço como esse em cada comunidade? Por que não trabalhar no local? Deixei meu carinho para todas aquelas crianças e jovens que vi fazendo, vivendo a cidadania e a educação com uma visão global. Lembro no entanto que alguém precisou sonhar para que tudo isso virasse realidade. E claro contar com equipes competentes para fazer a gestão do sonho. Nós temos o hábito de perguntar: como vai você? Como vai a vida? Talvez a gente devesse perguntar: como vão seus sonhos?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-5210740163434371241?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/5210740163434371241/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2009/09/instituto-bola-para-frente.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/5210740163434371241'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/5210740163434371241'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2009/09/instituto-bola-para-frente.html' title='Instituto Bola para Frente'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/Srjd7MqQHAI/AAAAAAAAADU/CWKatdfXG9E/s72-c/blog1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-2641187730138046985</id><published>2009-09-16T08:16:00.000-07:00</published><updated>2009-09-16T08:35:37.766-07:00</updated><title type='text'>Fime da Campanha TicTacTicTac</title><content type='html'>&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-7b6203d176e2c501" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" 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type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/2641187730138046985/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2009/09/fime-da-campanha-tictactictac.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/2641187730138046985'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/2641187730138046985'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2009/09/fime-da-campanha-tictactictac.html' title='Fime da Campanha TicTacTicTac'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' 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É uma oportunidade extraordinária de encontrar a cidadania ativa do Brasil, de vários países da América Latina e da Europa. O IBASE com sua dimensão internacional, foi um dos realizadores dos Foruns Mundias, consegue atrair para discussões qualificadas antropólogos, sociólogos, economistas, moradores de periferia onde atua, entre muitos outros, para discutir seu futuro como organização nesse complexo mundo atual. Temas como a sustentabilidade das ONGs, seu relacionamento com governos, empresas públicas e privadas, a autonomia, a mudança de foco de investimento das agências internacionais foram temas para muitos diálogos. A organização fundada por Betinho e que tantas constribuições deu ao país, e porque não dizer ao mundo, não tem medo de se olhar e propor a sua refundação. Um novo momento começa agora depois dos 3 dias de imersão com a participação de quase 100 pessoas. Foi relançado também os AMIGOS do IBASE  um programa institucional que começa a trabalhar pela conquista da participação da sociedade na manutenção de instituições que estejam a serviço da nova civilização. Podemos construir um novo tempo de manutenção das organizações que trabalham para temas transformadores de nossa sociedade, onde cada um de nós dê força para o estudo, pesquisa ou desenvolvimento de projetos nos temas de nosso interesse. Ou seja, nós podemos ser cidadãos mais ativos. Quem quiser ser AMIGO DO IBASE entre no site, pesquise toda sua história e se precisar de ajuda fale com a gente aqui. Podemos fazer o novo mundo em cada ato nosso e podemos contribuir para organizações que possam multiplicar nossas ações e construir uma relação transparente com cada uma delas. Betinho sentiria muito orgulho dessa plataforma. foi lançado um DVD-Caminhos da Democracia -onde Betinho conta a história do Brasil de 1953 à 1993, produzido pelo Canal Imaginário e Via Forum, com o patrocínio da Petrobras. Você também pode adquirir o DVD enviando pedidos aqui no blog e estará ajudando na sua distribuição para escolas públicas do Rio de Janeiro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-3853604079432263487?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/3853604079432263487/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2009/09/plataforma-ibase.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/3853604079432263487'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/3853604079432263487'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2009/09/plataforma-ibase.html' title='Plataforma IBASE'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-7821296922404442668</id><published>2009-08-23T17:36:00.000-07:00</published><updated>2009-08-30T15:17:29.379-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/Spr6ZPtt7oI/AAAAAAAAADE/TtngJ0LteUw/s1600-h/Slide2.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5375884416842067586" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/Spr6ZPtt7oI/AAAAAAAAADE/TtngJ0LteUw/s320/Slide2.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/Spr6Y94DILI/AAAAAAAAAC8/IUIrCLB7sVg/s1600-h/Slide1.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5375884412053561522" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/Spr6Y94DILI/AAAAAAAAAC8/IUIrCLB7sVg/s320/Slide1.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Imagino que aqueles que me acompanham devem estar meio frustrados pela minha ausência. Vocês não se arrependerão por esperar. Esses últimos tempos foram muito intensos, onde a Rebouças trabalhou intensamente em projetos novos e desafiantes, que me ocuparam intensamente. Realizamos Diálogos em 7 cidades com as mulheres mais diversas que representaram a confecção de 7 relatórios de Registros e mais 7 de Análises. Além disso, construímos um relatório que consolidou a voz de mulheres sobre a violência pública nas 7 cidades. A riqueza do material é imensa e poderei estar divulgando para todos a partir do lançamento pela Ministra Nilcéa Freire na CONSEG, no próximo dia 29 de agosto. As mulheres foram ouvidas, no que já se configura uma nova metodologia da Rebouças, baseada nos Diálogos - Rede de Convivências de David Bohn. Aprendemos muito. Eu e mais 5 pesquisadoras ( Nídia Carvalho, Juliana Duarte, Sandra del Soldato, Ana Amélia Duarte, Luiz Gaulia) pudemos ouvir a histórias incríveis de mulheres protagonistas que venceram violências em suas infâncias, algumas que estão presas por crimes cometidos ou por decisões de não denunciar crimes de companheiros ou filhos. Aprendemos com mulheres que fizeram diferentes opções de gênero, com profissionais de sexo, com grávidas adolescentes, ou bisavós que viveram inúmeros momentos da vida nas cidades. Ricas e pobres. Moradoras das calçadas e prédios e das favelas. Conversamos também com professoras, delegadas, bombeiras, motoristas de ônibus, promotoras públicas, rapper, DJ, pedreiras entre muitas outras profissões que, além de contar suas histórias, fizeram um diagnóstico da violência em suas cidades e sugeriram novos olhares sobre Políticas Públicas para Segurança. Aprendi que David Bonh tem razão quando diz que dialogar pode mudar o mundo. Quase nunca a população é convocada, como protagonistas, para refletir e interferir na dura realidade de nossas vidas. Outros, que pouco conhecem a realidade de fato, pensam e agem por nós. As mulheres vivem a violência das cidades com muita dor e são impedidas de exercer sua essência: a proteção. As realidades em cada cidade são surpreendentes.&lt;br /&gt;Aos poucos vou contar um pouco de tudo isso aqui...depois do dia 29.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A outra notícia é que a Rebouças está ajudando na parte de comunicação, da Campanha Internacional Tic Tac no Brasil, que vai marcar os 100 dias que nos separam da Conferência de Copenhague. Aí está a grande oportunidade de exercermos nossa capacidade de impedir que o fim de nossa civilização vá acontecendo pouco a pouco. Temos inúmeras informações da ciência e precisamos mudar nossa forma de viver. Cada um de nós pode fazer muito somado à compromissos assumidos pelos países, o que poderá acontecer em Copenhague. Leia abaixo o que é a campanha Tic Tac e veja como você poderá ajudar a todos nós. Também teremos várias notícias aqui sobre a campanha nos próximos 100 dias.&lt;br /&gt;Como disse sumi um pouco, mas volto com muitas notícias daqui para frente. Aos que me seguem muita paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Acorda! Chegou a hora de salvar nosso futuro, e sua assinatura faz muita diferença. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;De 7 a 18 de dezembro de 2009, lideranças de todo o planeta estarão reunidas em Copenhague para firmar acordos mundiais sobre a grave ameaça das mudanças climáticas. É inquestionável que este problema já está em curso, com efeitos dramáticos e potencialmente catastróficos para todos nós.&lt;br /&gt;Ainda é tempo de evitar o pior, mas é preciso agir imediatamente! A transição para uma economia de baixo carbono pode trazer grandes benefícios, mas isso depende de como agirmos agora.&lt;br /&gt;O Brasil tem papel fundamental nessa luta, já que é um líder nas negociações internacionais, mas também um dos maiores emissores mundiais de gases do efeito estufa. Mas sua postura ainda é tímida quando se trata de assumir decisões firmes e ousadas para sanar o problema. Falha também ao não dar o exemplo, colocando em prática no país, todo o discurso que apresenta no exterior.&lt;br /&gt;Por isso nós, abaixo-assinados, reivindicamos que - além de implementar as necessárias políticas nacionais – as autoridades brasileiras assumam JÁ o compromisso de defender ativamente no plano internacional o avanço para um &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;acordo climático global&lt;/span&gt; que possa, no mínimo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Garantir&lt;/span&gt; que o aquecimento global ficará bem abaixo dos 2oC em relação à média histórica, estabelecendo metas e mecanismos para que, antes de 2020, comecem a decrescer as emissões globais de gases do efeito-estufa.&lt;br /&gt;Reduzir as emissões dos países desenvolvidos em pelo menos 45% até 2020, frente aos níveis de 1990.&lt;br /&gt;Estabelecer objetivos mensuráveis, verificáveis e reportáveis para redução substancial das emissões de países em desenvolvimento emergentes e em rápido crescimento econômico, viabilizados por medidas apropriadas a cada país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Apresentar&lt;/span&gt; medidas concretas de mecanismos e compromissos de aportes financeiros, para apoiar países em desenvolvimento na estabilização e posterior redução de emissões, e na sua adaptação às mudanças climáticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Aprovar &lt;/span&gt;a criação de soluções e mecanismos de REDD (Reduções de Emissões Associadas ao Desmatamento e à Degradação Florestal), justos e aplicáveis a curto prazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Promover&lt;/span&gt; a sustentabilidade e dignidade do desenvolvimento humano e a integridade dos processos ecológicos, mediante a transformação da economia e o fortalecimento da democracia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-7821296922404442668?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/7821296922404442668/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2009/08/imagino-que-aqueles-que-me-acompanham.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/7821296922404442668'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/7821296922404442668'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2009/08/imagino-que-aqueles-que-me-acompanham.html' title=''/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/Spr6ZPtt7oI/AAAAAAAAADE/TtngJ0LteUw/s72-c/Slide2.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-2015572310730727748</id><published>2009-07-01T12:47:00.001-07:00</published><updated>2009-07-01T12:48:33.636-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>“Comunicação e sustentabilidade, o que uma coisa tem a ver com a outra?” é o título da minha palestra no III Fórum ABA Rio de Responsabilidade Socioambiental que acontece no dia 7 de julho, no Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta para ela está na base da metodologia que temos aplicado na R&amp;amp;A com clientes como mineradoras, indústrias químicas, cimenteiras ou mesmo ONGs e institutos de educação: o diálogo com públicos de interesse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A instabilidade e a incerteza fazem parte do cenário atual.   E é  através da conversa bem posicionada e franca,que podemos construir relações verdadeiras, que nos ajudem, nos fortaleçam e nos capacitem a lidar com as infindáveis transformações do mundo moderno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabemos que nosso conversar é determinado por medo, ansiedade e vergonha. Em nossa cultura, não são muito freqüentes as oportunidades de falar com liberdade e sinceridade. Essa situação poderá mudar de modo significativo quando conseguirmos transformar nossas conversas em trocas de intenções, em vez de continuar a fazer delas meios de ocultá-las.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse certamente é o maior desafio para as lideranças das organizações na atualidade. É preciso construir uma ética do dialogar, dar feedbacks e abrir portas para nos transformarmos e transformarmos o mundo. Sustentabilidade portanto, nessa cadeia de relações e conexões, necessita de comunicação,  diálogo e abertura ao outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E você o que acha?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-2015572310730727748?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/2015572310730727748/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2009/07/comunicacao-e-sustentabilidade-o-que.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/2015572310730727748'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/2015572310730727748'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2009/07/comunicacao-e-sustentabilidade-o-que.html' title=''/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-7291178914743315172</id><published>2009-07-01T12:32:00.000-07:00</published><updated>2009-07-01T12:37:40.557-07:00</updated><title type='text'>Consumidor?</title><content type='html'>Há cerca de uns 5 anos atrás eu estava preparando uma apresentação para um encontro do ETHOS, em São Paulo. O tema era “Balanço Social”. Era o começo do longo caminho para abandonar o tal do marketing social, que publicava books do Balanço Social, que se transformavam na peça mais importante para as empresas demonstrarem sua responsabilidade social. Minha preocupação era construir uma apresentação que demonstrasse que o Balanço Social não era uma “peça de marketing”, mas uma ferramenta que iria ajudar cada empresa a perceber como podia planejar suas conquistas para uma visão sustentável, tendo o balanço como instrumento de gestão mais consciente e responsável. De repente me deu um insight: “O que estaria no dicionário sobre a palavra consumidor?”. Eu, que durante anos na minha vida de publicitária, tinha repetido, escrito, propagado a palavra: CONSUMIDOR! Abri o dicionário e tive uma enorme surpresa! Consumir: gastar, extinguir, iludir, enganar, esgotar, destruir.&lt;br /&gt;          &lt;br /&gt;Fiquei perplexa por perceber que era tudo o que fizemos nos últimos tempos. Gastamos e extinguimos uma natureza exuberante que ganhamos de presente, desperdiçamos e jogamos fora nosso futuro, desperdiçamos milhões de vidas humanas no planeta, além dos animais. Consumimos. Sem parar. Inventamos desejos que nos enganam o tempo todo na ilusão da felicidade. Despertamos necessidades de consumo em milhões de pessoas, inclusive crianças e adolescentes, que não tem como atendê-los. Enchemos nossas cidades de violência. Pior que isso, chegamos a acreditar que estamos aqui para isso: consumir. Nossos adolescentes cortam os cabelos, desenhando a marca Nike nas cabeças, sem saber nem o que é, mas sabendo que é uma marca. E as marcas viraram valores, que muitas vezes justificam matar na esquina pelo tênis da moda. Fomos aprendendo gradativamente a valorizar as “coisas” e consumimos nossas vidas e esperanças num círculo insistente de violências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltei para a apresentação e criei uma página onde coloco a palavra “consumir” e, em círculos, todos os significados que estavam no dicionário. Todas as vezes que mostrei essa apresentação pude perceber o efeito da mensagem. A seguir, sempre propunha a ressignificação do conceito consumidor: O INTERLOCUTOR.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nova empresa, aquela que eu e muitos esperamos, vem descobrindo que deve matar o velho conceito de consumidor e começar a enxergar seus interlocutores.&lt;br /&gt;E o que quer dizer interlocutor? O dicionário me respondeu mais uma vez: agregar, trocar, interagir, prover.                                                                &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi um prazer ver que na última Conferência do ETHOS vários palestrantes decretaram o fim do consumidor. Não conseguiremos construir os novos tempos pensando igual e falando igual. A empresa que não descobrir que tem interlocutores, que entramos na era do diálogo, não terá um futuro promissor. Da mesma maneira, a velhíssima forma de pensar a comunicação no modelo emissor - receptor não faz hoje qualquer sentido. A comunicação circula, conversa, troca. A conversa gira em círculos, não mata, não aliena. Cria harmonia e respeito pela diferença. A tecnologia vem nos libertando do papel passivo de consumidores. Somos público, sim, mas de relacionamento. Quer conversar? Prepare-se para me ouvir. Eu estou podendo estabelecer limites e decidir como quero viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso morreu também nesse ano, no ETHOS, o tal do público-alvo. É completamente natural que eu queira dar um tiro para transformar uma pessoa em consumidor. Um consumidor é sempre inconseqüente e inconsciente, por isso o tiro certeiro estudado até à exaustão pelas pesquisas de mercado. Inúmeros focus group foram realizados para descobrir como falar para que o alvo se torne público e deixe de existir como ser, virando consumidor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem-vindos os interlocutores! Aqueles que lêem rótulos, notícias, escolhem origem e ingredientes, decidem o tempo de TV e o que seus filhos devem “consumir”. Conseguem, antes de pegar o cartão de crédito, pensar. Bem vindo o cidadão consciente, o prospect de interlocutor, que se nega ser um gastador, destruidor de tudo, especialmente de sua identidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mudarão os planos de marketing. Será vergonhoso falar em público-alvo, assim como as empresas já estão mais cuidadosas ao falar em “comunidades do entorno”, porque começam a perceber que nessa simples definição estão esquecendo que a comunidade está ali, há tanto tempo, são a alma daquele território, eles é que estão chegando, como visita e precisam se apresentar como futuros vizinhos e pedir licença para entrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A forma como falamos ou escrevemos carrega significados. Só vamos construir uma nova civilização nos transformando, aprendendo e construindo os novos caminhos. E... rápido! Esse parece ser o recado que temos recebido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marketeiros e publicitários, os tempos ficarão mais desafiadores a partir dessa Conferência ETHOS 2009. Trabalhemos todos e todas para a conferência de 2010, que promete possibilidades de grandes novos avanços.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-7291178914743315172?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/7291178914743315172/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2009/07/consumidor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/7291178914743315172'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/7291178914743315172'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2009/07/consumidor.html' title='Consumidor?'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-9125686271077541925</id><published>2009-04-01T05:37:00.000-07:00</published><updated>2009-04-01T06:59:35.125-07:00</updated><title type='text'>GAP, sonho e esperança</title><content type='html'>Ontem o primeiro curso desenvolvido pela nova diretoria do GAP - Grupo de planejamento e atendimento do Rio de Janeiro - começou com a presença de 150 profissionais do mercado. O que sempre acreditei, estava ali confirmado: o mercado publicitário do Rio de Janeiro está vivo e cheio de vontade de estudar e se transformar. Meu velho sonho de grupo, de profissionais reunidos na busca de novas perspectivas estava ali vivo. A esperança fica por conta da descoberta do enorme potencial da comunicação e da capacidade que temos nessa cidade de reinventar. Vivi um mercado no Rio que durante anos optou por ficar no papel de vitima. Eram inúmeras reuniões para reclamações, desabafos, choradeira por um mercado que mudava para São Paulo, por clientes pouco profissionais, pelas pequenas verbas, universidades pouco voltadas para o mercado, suas necessidades e mais mil. Assisto agora a um grupo de jovens profissionais de planejamento e atendimento, liderados por Luciana Vasconi, que passam por cima das vítimas e saem como protagonistas de novos tempos para a comunicação no Rio de Janeiro. Não ficaram presos as dificuldades, mas saíram procurando o&lt;em&gt; como não fazer&lt;/em&gt; tudo igual o tempo todo. Produziram entusiasmo e seriedade. Uma receita de sucesso que foi assistir no primeiro curso de Comunicação Digital, tema mais votado na pesquisa realizada com profissionais e empresários da propaganda. Assim nasce o grupo que criará uma regularidade na troca, no diálogo, no aprendizado, na discussão dos novos tempos para a comunicação. O GAP RJ em breve estará também atraindo os profissionais das áreas corporativas dos clientes que são planejamento e atendimento quando tem o desafio de levar a comunicação para seu devido lugar: estratégia para as empresas que terão que ter uma marca para o futuro. É possível fazer diferente. Só a gente faz diferente. Acesse o site &lt;a href="http://www.gaprj.com.br/"&gt;http://www.gaprj.com.br/&lt;/a&gt; e se informe sobre os novos cursos. Vem muito mais por aí. Entre no novo espírito do mercado. Vamos trabalhar com a comunicação que vai criar a transformação dos mercados e fazer do Rio de Janeiro a cidade da sustentabilidade, papel que lhe está reservado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-9125686271077541925?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/9125686271077541925/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2009/04/gap-sonho-e-esperanca.html#comment-form' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/9125686271077541925'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/9125686271077541925'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2009/04/gap-sonho-e-esperanca.html' title='GAP, sonho e esperança'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-1034141639938186272</id><published>2009-03-26T10:29:00.000-07:00</published><updated>2009-03-26T10:33:30.170-07:00</updated><title type='text'>OBAMA e a Educação</title><content type='html'>Atenção, isso por lá, imagine nosso desafio...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Só estou aqui por causa da educação que eu recebi. Eu não venho de família rica. Muitos dos nossos não estão recebendo a educação necessária, e isso acontece porque as escolas estão defasadas, não há professores suficientes, material defasado. Outro problema é a forma como as escolas e as aulas estão desenhadas. É preciso dinheiro e também reforma. Não é só colocar mais dinheiro, é preciso uma reforma.Vamos investir em educação infantil. Focar no professor, pagar mais, dar apoio, mais treinamento, atualizações e vamos trabalhar com os professores para determinar as melhores maneiras de dar a melhor educação aos nossos alunos."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-1034141639938186272?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/1034141639938186272/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2009/03/obama-e-educacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/1034141639938186272'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/1034141639938186272'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2009/03/obama-e-educacao.html' title='OBAMA e a Educação'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-8647785845439504248</id><published>2009-03-26T09:54:00.000-07:00</published><updated>2009-03-26T10:22:34.100-07:00</updated><title type='text'>Educação</title><content type='html'>Fiquei muito bem impressionada com um debate na Globo News que reuniu Cristovam Buarque, Mozart Neves Ramos, do movimento &lt;em&gt;Todos pela Educação,&lt;/em&gt; e uma especialista da USP que não consegui pegar o nome. Nós sabemos todos os problemas, existem idéias ultra interessantes. O que falta? Um planejamento sistêmico de ações que envolvam todos os públicos importantes para que realmente se ponha o país numa estrada de conquista de outro nível de maturidade e consciência na busca de melhor qualidade de educação. Por que esse país não acredita em comunicação planejada envolvendo os atores sociais para fazer transfromações? Fico rouca de explicar que é preciso uma nova forma de fazer as coisas. Se fazemos tudo igual, como conseguir resultados diferentes? Olhar o problema pelas partes geram soluções fragmentadas. É importante atuar sobre o professor, os alunos, as famílias, as universidades, os políticos e será a soma de ações em sinergia que poderá nos salvar e, claro, pensando a longo prazo, precisamos de, no mínimo, uma década de perseverança num plano orquestrado e que comprometa a nação. Isso só se faz com comunicação. Comunicação que eduque, desperte, seduza, motive.  Precisamos também de líderes comprometidos. O Cristovam está certíssimo quando diz: "O Lula precisa falar com pais, professores e alunos". Mas quando?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-8647785845439504248?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/8647785845439504248/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2009/03/educacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/8647785845439504248'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/8647785845439504248'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2009/03/educacao.html' title='Educação'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-7128267147260852182</id><published>2009-03-14T22:04:00.000-07:00</published><updated>2009-03-14T22:31:01.331-07:00</updated><title type='text'>Mulheres</title><content type='html'>Criaram o Dia da Mulher porque era necessário. Virou , na prática o mês da mulher. Um dia todos os dias serão dias da mulher. Dias da vida. Para nossa reflexões um pouco de como as mulheres foram nosso tema de reflexão em 2008. Texto maravilhoso de uma economista mulher e só por isso poderia escrever esse texto. Bem vinda as mulheres, mas também todos os homens que sabem que podemos juntos construir um mundo novo. Precisamos. Cada dia é mais urgente.&lt;br /&gt;MULHERES.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R&amp;amp;A e seu aprendizado sobre o universo feminino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A R&amp;amp;A sempre homenageou as mulheres em março. Afinal, nossa alma é feminina. Após 2008 é impossível que eu e as consultoras da Rebouças não falemos ainda mais da mulher. Conversamos através de nossa metodologia Offplan com muitas e diferentes mulheres. Conversamos com elas sobre aborto, sobre seus desafios como “chefes de família”, sobre suas enormes perdas e dores frente à violência doméstica. Sobre a tristeza de ver seus companheiros e filhos se perderem nas drogas, seja o álcool, as drogas naturais e as sintéticas.&lt;br /&gt;Entrevistamos mulheres do campo e da floresta onde sua voz fica totalmente abafada por falta de qualquer apoio, já que lá não existe ainda nem as delegacias de mulheres.&lt;br /&gt;Conversamos nesses anos com operários que até muito poucos anos não tinham banheiro exclusivos. Não tinham ainda uniformes operacionais femininos, faltavam pregas e ajustes, e mesmo assim elas usavam batom.&lt;br /&gt;Me dei conta que vivi em ilhas, onde como mulher já podia ter e ser. Não é assim na maior parte de nosso país e no mundo.&lt;br /&gt;Claro que também aprendemos sobre a mulher executiva que se perde no papel, sendo um homem disfarçado de terninho e na profunda confusão com sua sexualidade.&lt;br /&gt;O grande desafio é ser dona de nossas vidas, que acabou sendo o tema da Campanha contra a Violência das Mulheres do Campo e da Floresta. Conhecemos também as donas de si e diretoras do seu caminho que foram incentivadas e capacitadas pelo Fundo Elas de Investimento Social. Mulheres da periferia que com suas mãos, vontade e criatividade construíram um artesanato com personalidade.Vivemos o lançamento do Fundo Elas quando Elisa Lucinda, Heloísa Buarque de Holanda, Eliane Brum, entre outras mulheres muito especiais puderam conversar sobre nossos desafios que estão aí nas notícias da mídia todos os dias.&lt;br /&gt;Todas nós da R&amp;amp;A descobrimos em 2008 a dor do aborto (um problema de saúde pública), da perda, do estupro do padrasto, do pai. A dor do medo, do desrespeito, da pobreza, da falta de educação e a transformação de tudo em ação, sobrevivência, autodidatismo, coragem, alegria, emoção, enfim, em vida.&lt;br /&gt;Do corpo que sangra mensalmente às lágrimas que derrubam pelos homens que amam, somos iguais em classe social, religião, nível educacional, profissional, ou seja, qual for nossa diferença.&lt;br /&gt;Somos mulheres. Temos um plug muito forte com a mãe terra. Somos mães, irmãs, mulheres que nesse tempo de falta de valor e significados, estamos construindo conexões com novos tempos no mundo todo.&lt;br /&gt;O vazio do consumo sem nexo, do culto a celebridade, dos mitos das belezas, estão ai para matar nossa liberdade e impedir nossas escolhas com o coração.&lt;br /&gt;O Dia da Mulher é homenagem da conquista da nossa liberdade. Precisamos agora dar qualidade as nossas escolhas, impedir que as jovens se percam na capacidade infinita que nosso sistema tem de matar o que tem valor na nossa vida em sociedade, as nossas meninas e a menina terra. E esse mês da mulher tem um símbolo, a menina de Recife. Ela está aí para mostrar que fizemos muito e ainda nada fizemos. No seu silêncio em anos de abuso está a matéria prima para nossas ações, nós mulheres que muito temos a fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TEXTO (Do Blog de MIRIAM LEITÃO)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anoitece no dia da Mulher e este silêncio do blog não é falta do que dizer.É tristeza. O caso da menina de Recife foi devastador. Não, ninguém ignoraquantas meninas são vitimas da violência em suas próprias casas. Os algozessão os pais, padrastos, pessoas que deveriam estar ensinando e protegendo. Os números são muitos, os casos que aparecem na imprensa são frequentes. Masa menina de Pernambuco doeu mais.Talvez por ter apenas nove anos, por estar sendo estuprada desde os seis,ou porque a chantagem do padrasto era que mataria a mãe. Ou talvez porqueela é bem pequena, menor do que deveria ser para a sua idade. Amenina passou anos vendo a irmã também abusada. Só a mãe das duas nada via. O que acontece que cega as mães?A menina de Recife lembra o quanto a luta da mulher será longa. Recentementea Sharia, um código tribal brutalmente contra a mulher, foi restabelecidaem todo o Paquistão. Acaba qualquer chance de que não aconteçam casos como ada escritora do livro Desonrada, Mukhtar Mai, que foi condenada a serestuprada publicamente porque seu irmão de 12 anos teria olhado para umamulher de casta "superior". O suplicio de Mukhtar, com estupro público emúltiplo, só não foi mais intenso que sua força de superação. A históriadessa paquistanesa choca e emociona, mas a notícia de que a Sharia, quetinha começado a ser suprimida no Paquistão, volta a ser usada em todo opaís é um choque. Penso em Mukhtar naquela pequena aldeia onde ela decidiumorar e resistir com uma escola para meninas e meninos. Normalmente eu gosto de escrever nos dias oito de março, de quantoavançamos, mostrando estatísticas de conquistas, e de quanto falta avançar, mostrando as diferenças salariais, o pequeno percentual de mulheres no poderem qualquer país, as discriminações, mas aí... veio a menina de Recife. Ela simplesmente me enfraquece. Que números de avanços levantar paracompensar essa violência? Eu penso nela diariamente desde o dia da notícia. Não pela polêmica daIgreja Católica, porque a Igreja não me espanta. Que ela excomungue omédico, as enfermeiras, a mãe pela decisão de interrupção da gravidez e quenada diga sobre o estuprador, não me surpreende. É apenas bizarro! Medieval.Eu penso na menina de Recife e nos debates que tenho participado nos últimosanos, sempre em março. Nesses debates sempre discordo das mulheres bemsucedidas que dizem que a luta está ganha, que o feminismo é um movimentoultrapassado, ou outros equívocos assim. Eu, feminista, confesso, minha lutae meu espanto diante da incapacidade de ver o óbvio: que cinco mil anos deopressão não se acabam em poucas décadas, que há muito a fazer, a construir,a vigiar, para que haja algum dia respeito igual. Falta tanto para o dia emque poderemos dizer que o feministro está superado!Mas hoje, na verdade, eu penso apenas no futuro dela: a menina curará suasferidas? Conseguirá entender e processar a violência de que foi vítima? Vaiestudar, ter carreira, filhos? Vai conseguir amar um dia? Escapará das teiasda reprodução da pobreza? Vai simplesmente reaprender a brincar, como devefazer uma menina de nove anos?.Eu podia dizer que ela desperta em mim uma fúria feminista. E é verdade, masé uma verdade incompleta. Ela desperta em mim o o sonho de protegê-la dealgum modo. De embalá-la docemente e contar uma história cheia de aventurase graça. De cantar para ela uma cantiga de roda, de brincar de pique escondeem volta da casa. De ir com ela ao cinema e comer pipoca sentada no degraude uma escadaria. Que tal um sorvete para resfrescar o calorão?Não sei o que é. Mas por alguma razão eu penso insistemente na menina deRecife neste dia da mulher. Penso com o coração. Eu apenas sonho que suasferidas se cicatrizem um dia. O discurso feminista, com estatísticas e fatos eloquentes, eu o farei outrodia. Hoje eu apenas quero sonhar que a menina de Recife um dia, apesar de tudo, após tanta violência, será feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-7128267147260852182?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/7128267147260852182/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2009/03/seja-feliz-miriam-leitao.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/7128267147260852182'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/7128267147260852182'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2009/03/seja-feliz-miriam-leitao.html' title='Mulheres'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-3390451463623185500</id><published>2009-03-02T07:44:00.000-08:00</published><updated>2009-03-02T07:48:23.471-08:00</updated><title type='text'>Nossas escolhas</title><content type='html'>Interessante a palestra do Professor Clóvis Barros Filho no último encontro ABERJE, que ocorreu durante um almoço na FIRJAN, no dia 19 de fevereiro, para mais de 120 profissionais de Comunicação Corporativa. O Professor nos falou sobre a Comunicação Organizacional e a Ética nas Organizações. Seu estilo rápido, contundente obrigou a todos ali presentes a ficarem num silêncio cheio de reflexões, quando nos levou a conclusão que a ética não é uma algo distante e que está em ação em cada uma das decisões, escolhas que fazemos no dia-a-dia de nossas vidas. “O gato no mundo todo e em qualquer tempo apenas gateia, o sapo sapeia. Nasce com seu jeito de ser gato ou sapo e assim vive fazendo o que qualquer gato ou sapo faz pelo planeta afora”. E nós? Somos completamente diferentes. Fazemos escolhas de todo o tipo e nelas estão contidas nossa visão, nosso compromisso. Fazemos nossas escolhas nas empresas, no nosso tipo de trabalho, no que estudamos, como educamos nossos filhos etc. Assumimos compromissos com nossa vida, a de nossas famílias, fazemos contratos escritos e contratos verbais, nas nossas relações afetivas por exemplo. Pensamos, sentimos, desejamos e tudo toma forma nas nossas ações. Como comunicadores,  nós escolhemos as notícias que destacaremos nos nossos veículos internos ou o que pretendemos que seja divulgado. As ações das empresas frente a seus empregados, comunidades, sociedade em geral estão todo o tempo deixando transparecer suas reais escolhas e o impacto de suas ações. Aí está guardado o desafio da Reputação de Marcas. A escolha entre ser bom maquiador ou efetivamente escolher o caminho da transparência e da transformação. A nossa civilização parece estar num importante momento de escolha. Talvez por isso a reflexão sobre ética tem ganho tanto espaço recentemente. O encontro foi uma oportunidade de receber muitos inputs para reflexões sobre a ética nas nossas vidas e nos espaços organizacionais na sociedade em geral.  Estamos definindo não só as nossas escolhas na comunicação que produzimos, mas influenciando a escolha de outras milhares de pessoas. Quem quiser se aprofundar no assunto, leia mais sobre ética no site &lt;a href="http://www.espaçoetica.com.br/"&gt;www.espaçoetica.com.br&lt;/a&gt;. Lá você poderá conhecer melhor vários estudiosos, ler e ouvir o Professor Clóvis de Barros Filho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-3390451463623185500?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/3390451463623185500/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2009/03/nossas-escolhas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/3390451463623185500'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/3390451463623185500'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2009/03/nossas-escolhas.html' title='Nossas escolhas'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-8574613947032289344</id><published>2009-02-17T13:43:00.000-08:00</published><updated>2009-02-17T13:46:22.394-08:00</updated><title type='text'>Nossa insensibilidade</title><content type='html'>O noticiário do jornal ia correndo normalmente. Passava pelas notícias da crise, as vergonhosas situações do Congresso Brasileiro e, de repente, o locutor falou sobre o Quênia. Depois de várias descrições da situação no país eu ouvi:&lt;br /&gt;“...No Quênia hoje temos 3 milhões de pessoas passando fome”. E continuou: “O Flamengo hoje...” Por um instante minha mente registrou o absurdo da nossa civilização. Estamos conformados com uma forma de viver e pensar que certamente não nos leva a conseguir as transformações necessárias. Notícias repetidas, em tom monocórdico, viram paisagem e não penetram na nossa consciência. É assim com a fome, a violência, o aquecimento global e tudo aquilo que possa nos tirar do pseudoconforto. Às vezes a realidade, que fingimos não ver ou escutar, bate na nossa cara. E aí, só aí, muitos começam a se dar conta de novas tarefas a realizar&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-8574613947032289344?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/8574613947032289344/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2009/02/nossa-insensibilidade.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/8574613947032289344'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/8574613947032289344'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2009/02/nossa-insensibilidade.html' title='Nossa insensibilidade'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-5116605170176998705</id><published>2009-02-03T20:34:00.001-08:00</published><updated>2009-02-03T20:34:48.148-08:00</updated><title type='text'>R&amp;A 10 anos</title><content type='html'>&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;                    &lt;p&gt;Quando começamos nunca imaginaríamos como seriam os nossos primeiros dez anos! Neste período, tudo aconteceu no mundo para que percebêssemos que a hora era para transformar. Essa certeza começou em 1988, quando saindo de uma agência multinacional, na qual eu era diretora de planejamento, percebi que eu deveria construir uma estrutura de comunicação própria, experimentar e seguir minha intuição dos desafios que começava a enxergar. &lt;/p&gt;                    &lt;p&gt;A Oficina fez 20 anos em dezembro de 2008. Hoje olhamos para trás e vemos as inúmeras dificuldades que eu, Antonio Jorge - que foi meu sócio por 12 anos e continua parceiro da R&amp;amp;A até hoje - e todos que passaram pela empresa enfrentaram. A crise virou uma constante em nossas vidas. Crises do Rio de Janeiro, como a ida de nossos clientes para São Paulo, crise da Rússia, crise disso e daquilo e essa equipe guerreira não parou, nunca deixou qualquer coisa abalar sua convicção de que precisava superar cada desafio porque tínhamos uma missão a cumprir no mundo da comunicação. Crescemos com parceiros, associados e clientes que acreditaram no nosso trabalho.&lt;/p&gt;                    &lt;p&gt;Brigamos muito com aqueles que insistiam, e ainda insistem, em manter modelos obsoletos, em não perceber o papel estratégico da comunicação integral, com visão sistêmica para a sociedade. Brigamos com os que não compreendem a responsabilidade de quem trabalha com comunicação, sejam jornalistas ou publicitários.&lt;/p&gt;                    &lt;p&gt;Às vezes nos sentimos sozinhos, pequenos, fracos. De repente surgia um novo guia que nos instruía, nos capacitava para enfrentar mais uma dificuldade e o profundo desânimo que às vezes nos contaminava. Mas seguimos. Sempre com um profundo compromisso ético e com valores fortes que atraíram para nós os melhores profissionais e os melhores clientes. Não só empresas, mas os Dons Quixotes que delas fazem parte. Aqueles que não têm medo de refletir sobre o que fazem dentro das empresas, onde é tão difícil mudar culturas, ir adiante. Procurar brechas e fazer acontecer um evento que fosse, que transformava mentes. Temos muito a agradecer a mestres queridos, que nem sabem como nos ajudaram como Marilyn Ferguson, Frijot Capra, Leonardo Boff, Ken Wilber, Willis Harman, David Bohn, David Cooperrider, Judy Rodgers, do IVE, Humberto Maturana, Peter Senge, entre milhares de outros que nos incentivaram a aprender a estudar, prática tão distante dos publicitários, e a criar nossas metodologias hoje reconhecidas por tantas empresas.&lt;/p&gt;                    &lt;p&gt;Temos que agradecer às ONGs, que conhecemos fazendo a programação visual da ECO 92, que nos surpreenderam desenvolvendo trabalhos por causas e nos fizeram voluntários de tantas delas e pelo aprendizado de como é profunda a mudança que temos que operar. Talvez o maior agradecimento seja ao Betinho com quem aprendi o significado do amor à humanidade, que me ensinou que não é piegas ser solidário, olhar sempre com doçura para toda e qualquer pessoa e que a fome, que afeta milhões de pessoas no mundo, é a prova de nossa absoluta aceitação da exclusão.&lt;/p&gt;                    &lt;p&gt;Temos que agradecer aos parceiros, são tantos que é impossível nominá-los, mas tenho um especial carinho por criativos que descobriram que abrir mão de uma boa piada ou trocadilho vale a pena para sermos responsáveis na comunicação. PUC e FGV permitiram nascer a palestrante, quando dei aula de publicidade e descobri que através da matéria podia dar aula de vida e de escolhas.&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;A R&amp;amp;A caminhará para seus próximos anos e, hoje, com a certeza de que sua força permanecerá como causa mesmo com novas lideranças. Você que está lendo esse Boomerang especial, receba nosso carinho e o nosso muito obrigada. Se você faz parte do nosso mailing, é porque você deu uma contribuição para nossa história. Seguiremos conscientes de que temos muito trabalho pela frente. Rápidas transformações precisam se operar como diz o slogan do Green Peace no Fórum Social Mundial de onde acabei de voltar: “É agora ou agora”.&lt;/span&gt;                     &lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;                    &lt;p align="right"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Nádia Rebouças &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-5116605170176998705?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/5116605170176998705/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2009/02/r-10-anos.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/5116605170176998705'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/5116605170176998705'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2009/02/r-10-anos.html' title='R&amp;A 10 anos'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-3009240218964931456</id><published>2009-02-02T13:04:00.000-08:00</published><updated>2009-02-04T12:32:06.634-08:00</updated><title type='text'>Curiosidade</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SYhmTMY2QZI/AAAAAAAAACg/fNlw-Utb1gI/s1600-h/P1010068.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5298597441530380690" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SYhmTMY2QZI/AAAAAAAAACg/fNlw-Utb1gI/s320/P1010068.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Fórum Social Mundial. O que significa? Barack Obama listou os valores de seu governo tentando compartilhar significados com os americanos. Entre eles falou em curiosidade. Isso me chamou muito a atenção. Claro, nada melhor do que despertar a curiosidade de uma nação que se habituou a olhar para o próprio umbigo. Não conhece o mapa mundi e não tem idéia de outros povos com os quais compartilha o mesmo planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A experiência de viver um Fórum Social Mundial é inesquecível. Foi um grande impacto para mim em Porto Alegre quando pude participar pela primeira vez. Não poderia deixar de participar neste ano que a Amazônia é o cenário para o encontro de mais de 100.000 pessoas de todo o mundo. Mas um Fórum não é só essa diversidade visual de cores, raças, gênero, idades, idiomas como você vê na grande mídia. Ela insiste em deixar a imagem de um evento exótico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que acontece aqui é muito mais. São as diferentes causas, as diferentes teses, os diferentes argumentos, os diferentes sofrimentos que se misturam com respeito. É a presença de parte da cidadania ativa do mundo que trabalha para melhorá-lo. Que clama por justiça e humanidade. São intelectuais, profissionais de ONGs, religiosos, estudantes, índios, quilombolas, comunidades que de uma forma ou outra estão organizados, formando redes, atuando por causas que lhes desperta a vontade dos voluntários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso você realmente tenha curiosidade para saber o que aconteceu, a internet é a solução. A grande mídia, um pouco mais complacente este ano, vai te mostrar cenas folclóricas, pinceladas. Não há porque dar voz a participantes do mesmo planeta que desde o primeiro Fórum anunciavam o desastre de um modelo econômico que não leva em consideração a vida na Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desejo pela acumulação de poucos que passa por cima do meio ambiente e das populações menos favorecidas que sempre foi a maioria dos habitantes deste planeta. Neste século alguns governos começaram a ensaiar passos de mudança, empresas inventaram a responsabilidade social e muitos empregados começaram uma luta dentro das corporações para humanizar suas atuações, seja para os empregados, seja para as comunidades que normalmente enxergam como pertencendo ao “entorno”, isto é, elas são o “centro”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isso foi pouco, muito pouco para a transformação que precisa se operar. Não se trata mais de pequenas mudanças ou ajustes. A exigência desse momento da humanidade é por uma mudança de nível de consciência, somos convocados a reinventar a sociedade: como vivemos, como compramos, como e o que produzimos, como distribuímos as riquezas, mais ainda o que é riqueza nesse novo mundo. Ninguém tem a resposta e por isso o Fórum Social se torna um movimento que põe o mundo em movimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atrás dessas pessoas que estiveram lá, andando quilômetros pelas universidades de Belém, que assistem com espanto as chuvas com hora quase certa, se encantam com os peixes e as frutas, estão milhares de outras que receberão a influência desses agentes de transformação. As teses serão divulgadas, as redes se intensificarão e mais e mais mudanças serão estimuladas. Não há muito tempo, precisamos mudar tudo. Claro que começa pela nossa forma de pensar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Informe-se vá para a internet, pesquise o que foi debatido no Fórum, deixe que as mangas de Belém caiam também nas suas cabeças para que um novo ciclo possa começar no mundo e possamos ainda salvar algo. Curiosidade. Lembra? Por que tantas pessoas se reúnem para pensar nos inúmeros temas? (veja programação no site &lt;a href="http://www.forumsocialmundial.org.br/"&gt;http://www.forumsocialmundial.org.br/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Cada um de nós só tem uma escolha hoje: viver de ouvidos e olhos vendados ou ouvir e sair falando para transformar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-3009240218964931456?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/3009240218964931456/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2009/02/curiosidade-forum-social-mundial.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/3009240218964931456'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/3009240218964931456'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2009/02/curiosidade-forum-social-mundial.html' title='Curiosidade'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SYhmTMY2QZI/AAAAAAAAACg/fNlw-Utb1gI/s72-c/P1010068.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-5969478898657107555</id><published>2009-01-20T09:58:00.000-08:00</published><updated>2009-01-21T12:27:50.871-08:00</updated><title type='text'>O amanhã começou hoje</title><content type='html'>Esse dia será lembrado. O dia que se escutou falar de paz, de espiritualidade, de aceitação real da diversidade, sem rancor. Ouvimos falar em cidadania. Assistimos ontem um presidente de mangas arregaçadas pintando uma parede e convidando a população para o voluntariado. No meio do frio de Washington hoje derramou-se o calor de um novo tempo. O futuro bateu na porta do nosso planeta. Pode ser menos do que minha velha esperança deseja, mas certamente hoje o mundo não é mais o mesmo. Já importamos muito &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;hamburgueres&lt;/span&gt; dos EUA. Mudou o chique, podemos sonhar que novos valores e significados cheguem para a civilização mundial. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Barack &lt;/span&gt;Obama falou em propósito. A serenidade, a temperança misturada com coragem, paciência e sabedoria. Novo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;coquetel&lt;/span&gt; para a humanidade. Vamos lá, continue nossa luta pela &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;transformação.&lt;/span&gt; Há os que são capazes de sentir as dores do mundo. Não será fácil. Pode apenas descambar na defesa do próprio território, mas falou-se no e para o grande território, todo o planeta. A essência da comunicação surpreendeu pela seriedade, foco sem arrogância ou demagogia. Isso é novo.&lt;br /&gt;dia 20/01/2009&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-5969478898657107555?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/5969478898657107555/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2009/01/esse-dia-ser-lembrado.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/5969478898657107555'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/5969478898657107555'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2009/01/esse-dia-ser-lembrado.html' title='O amanhã começou hoje'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-3387938307079357479</id><published>2008-12-28T18:54:00.000-08:00</published><updated>2008-12-28T19:03:33.411-08:00</updated><title type='text'>2008. O ano que terminou, antes de acabar</title><content type='html'>Já tivemos 1958, o ano que não devia terminar. Também 1968, o ano que não terminou.&lt;br /&gt;Agora fica o desafio para algum autor escrever sobre 2008, o ano que terminou antes de acabar. Foi assim que o mundo sentiu a parada repentina que transformou o último trimestre do ano num intervalo de silêncio, acompanhado de explosões de um sistema moribundo que impede que a humanidade avance. Sim, porque é inevitável o convite para uma nova civilização que assistimos, nem sempre através de boas notícias, nos últimos 30 anos. No Brasil, os reflexos imediatos foram o desaparecimento do crédito internacional, tão necessário para o país que estava assumindo suas possibilidades e o início de demissões no setor primário da economia. A imprensa custou a anunciar a onda de demissões que já em outubro começaram a impactar os setores de energia, mineração e siderurgia. Esse segmento tem os chamados empregados tercerizados que impactam profundamente empregos de operários, fora das grandes cidades. Pequenas cidades do Brasil, especialmente em Minas e no Pará sentiram a crise, bem antes de que  atingissem as grandes cidades. De fato,  o comércio ainda embalado pelo Natal, resiste e não sabemos ainda como se dará o desdobramento da queda nos vários setores da economia.  Mas o ano de 2008 tinha mesmo que acabar antes para que o mundo não terminasse. Só valerá a pena se percebermos que com ele estão indo para o ralo as grandes máximas do neoliberalismo, da vocação insalubre das elites econômicas mundiais, dos Garotos de Chicago e da miopia da humanidade que acredita que podia “construir um sistema econômico maior que o sistema terra”, como brilhantemente definiu Hugo Penteado do Banco Real. Precisamos conseguir que  feche a cortina para essa peça desastrosa que a humanidade vem encenando. Aí estão envolvidos inúmeros personagens: os políticos,  intelectuais, corporações, as pequenas empresas, artistas, produtores de cultura em geral, camelôs,  professores,  pais,  consumidores em geral, a imprensa, os publicitários, homens, mulheres, adolescentes e crianças, ou seja todos nós. O roteiro da peça tem que mudar. Precisamos  compreender que temos que sair do discurso para a prática enquanto há tempo. &lt;br /&gt;Caso eu pudesse enunciar um desejo para 2009, eu pediria uma chuva de fogos de artifícios com poderes mágicos, que acelerassem a consciência para novas camadas. Que rápido, muito rápido cada um de nós , nas nossas profissões pudesse descobrir o que fazer no aqui e agora para buscar uma consciência integrada que respeitasse profundamente tudo que tem vida, que eliminasse a fome e a violência da terra. Que sentissemos a vida como foco único e a solidariedade circulasse por nossas veias. Tudo diverso e misturado. Tudo respeitando tudo e todos e que assim 2009 fosse um ano que terminasse no seu tempo certo e em paz.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-3387938307079357479?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/3387938307079357479/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2008/12/2008-o-ano-que-terminou-antes-de-acabar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/3387938307079357479'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/3387938307079357479'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2008/12/2008-o-ano-que-terminou-antes-de-acabar.html' title='2008. O ano que terminou, antes de acabar'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5024331110514817218.post-4756880724829172826</id><published>2008-12-06T11:01:00.000-08:00</published><updated>2008-12-06T11:02:41.226-08:00</updated><title type='text'>Iniciativa</title><content type='html'>A criação de mais um espaço de consciência é antes de tudo uma arte,&lt;br /&gt;requer um olhar natural do futuro, do presente e do passado. As&lt;br /&gt;organizações, as pessoas que não quiserem ficar paralisadas devem fazer&lt;br /&gt;mais do que tentar. O importante é pensar, aprender e fazer se divertindo&lt;br /&gt;com a criação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parabéns pela iniciativa de um espaço, onde sei que haverá troca, só&lt;br /&gt;assim, conseguiremos planejar estratégias de utilidade para os negócios e&lt;br /&gt;para a vida das pessoas. E se as propostas forem estranhas,&lt;br /&gt;incompreensíveis... Ao menos todos estarão se divertindo mais e quem sabe&lt;br /&gt;descobrindo novas possibilidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos nessa!!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5024331110514817218-4756880724829172826?l=nareboucas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nareboucas.blogspot.com/feeds/4756880724829172826/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2008/12/iniciativa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/4756880724829172826'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5024331110514817218/posts/default/4756880724829172826'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nareboucas.blogspot.com/2008/12/iniciativa.html' title='Iniciativa'/><author><name>Nádia Rebouças</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02399920243398699206</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XXokUxgJdnU/SwPs4upzkZI/AAAAAAAAAGE/AJEoI5M0Kqw/S220/nadiareboucas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
