sexta-feira, 19 de abril de 2013


Reproduzo aqui texto sobre o trabalho infantil em nossas ruas. Sempre me intriga quando vejo as crianças trabalhando em feiras e sinais e o quanto não tomamos consciência que produzimos trabalho infantil e até escravidão. Esse é um tema que precisa ser enfrentado. Não conheço ações de investimento social privado nesse tema. 

Consumismo, o 'aliciador' de trabalho infantil nas cidades
Na sociedade do consumo exacerbado e da publicidade ostensiva, a pressão social para a aquisição de produtos é tão grande que estes deixam de ser somente o bem conquistado e tornam-se os próprios motivadores do trabalho infantil.
A necessidade de um prato de comida já não é o único motivo a forçar crianças e adolescentes ao trabalho precoce e degradante. Na sociedade do consumo exacerbado e da publicidade ostensiva, outros itens pesam nas suas listas de urgências: celulares, tênis de marca e videogames são alguns deles. A pressão social para a aquisição desses produtos é tão grande que estes deixam de ser somente o bem conquistado e tornam-se os próprios “aliciadores”.
“Eles veem os colegas com celular e procuram trabalho. Muitos jovens são autônomos: compram computador, fazem cópias piratas de CDs e vão vender na rua para ganhar R$ 300, R$ 400 por mês. Hoje não são somente os pais que colocam os filhos para trabalhar. O consumismo atrai muita criança e adolescente”, afirma Luiz Henrique Ramos Lopes, chefe da Divisão de Fiscalização do Trabalho Infantil do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). De acordo com ele, desde a divulgação do Censo de 2010 é possível perceber que o trabalho infantil no Brasil não está mais tão ligado à pobreza ou miséria extrema.
No âmbito urbano, onde a pressão do consumo é generalizada, os adolescentes são as “presas” mais fáceis para os empregadores. Além de estarem mais expostos do que as crianças ao apelo das propagandas, são os que mais trabalham nas cidades. “Os dados da PNAD [Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios] mostram que na faixa etária de 5 a 9 anos o trabalho é muito mais rural do que urbano. De 10 a 14, o urbano começa a se sobrepor. De 15 a 17 anos o trabalho infantil é proeminentemente urbano”, informa Lopes.
Entre as atividades em que a exploração da mão de obra de crianças e adolescentes é mais comum, segundo a fiscalização do MTE, estão feiras livres, comércios ambulantes, borracharias, lava-jatos e oficinas mecânicas. Todas essas atividades estão na lista de Piores Formas de Trabalho Infantil (Lista TIP), aprovada como decreto federal em 2008 (veja a primeira parte da reportagem sobre a Lista TIP aqui).
A cidade e seus riscos
Paula Moreira Neves, auditora fiscal do MTE e coordenadora do Projeto de Combate ao Trabalho Infantil em Pernambuco, confirma que o consumismo, hoje, é um dos grandes desafios aos que combatem o trabalho infantil, especialmente nas cidades. “Existem crianças e adolescentes que são obrigados a trabalhar pela família ou são cooptados por terceiros nas ruas, mas muitos trabalham porque querem comprar bens que os pais não têm condições de lhes dar. Já que a maioria desses pais começou a trabalhar na infância, eles permitem e até estimulam que seus filhos façam o mesmo”, diz a auditora.
São muitos e graves os riscos para as crianças que desempenham atividades contidas na Lista TIP. No trabalho como vendedoras ambulantes nas ruas e outros logradouros públicos, por exemplo, elas estão sujeitas a violência, drogas, assédio sexual e tráfico de pessoas; e a exposição à radiação solar, chuva, frio, acidentes de trânsito e atropelamento. Nas borracharias, são submetidas a esforços físicos intensos e expostas a produtos químicos, antioxidantes, plastificantes e calor. Na lida dos lava-jatos, crianças e adolescentes estão em constante contato com solventes, neurotóxicos, névoas ácidas e alcalinas. Já os que trabalham como carregadores em feiras livres estão sujeitos a padecer de bursites, tendinites, sinovites, escolioses, lordoses e outras doenças músculo-esqueléticas decorrentes do intenso esforço físico. “Esses pais [que estimulam os filhos a trabalhar] desconhecem os graves prejuízos que o trabalho precoce ocasiona aos seus filhos, como a dificuldade de aprender, a defasagem e a evasão escolar, os danos físicos ao corpo ainda em desenvolvimento e os danos psicológicos”, alerta Paula.
Dificuldades de fiscalização
Em 2012, segundo a auditora, foram fiscalizadas feiras livres em 65 municípios de Pernambuco, além das praias de Boa Viagem, no Recife, e Piedade, em Jaboatão dos Guararapes. Nos casos em que os empregadores foram identificados, todos foram notificados e autuados. No entanto, informa Paula, a maioria das crianças e adolescentes encontrados naqueles locais trabalhava com os pais ou, embora prestasse serviço a um terceiro, estava desacompanhada do empregador e não sabia informar seu endereço.
Não conseguir identificar quem explora a mão de obra infantil nas ruas e outros locais públicos é uma das grandes dificuldades dos fiscais do MTE. Nas feiras livres de municípios do Rio Grande do Norte, a auditora fiscal e coordenadora do Fórum Estadual de Erradicação do Trabalho Infantil do estado, Marinalva Cardoso Dantas, relata a mesma dificuldade de Paula. “Às vezes temos de inventar, dizer que não somos do Ministério do Trabalho para poder conversar com as crianças, senão elas correm, mentem para não dizer o nome dos pais.”
Para Paula Neves, a utilização de praias e outros logradouros públicos para o comércio deve ser regulamentada


quinta-feira, 7 de março de 2013


TEIMOSIA!

 Foi-se o tempo de perceber comunicação,
relacionamento e educação como áreas de apoio.
Agora elas são absolutamente estratégicas
para os negócios
.
Vamos começar o ano falando de comunicação interna! Uma luta bem marcada na minha trajetória, há mais de 20 anos! Comecei a me dar conta da importância e potencialidade da Comunicação Interna ainda como Diretora da Thompson Rio. Já no final da década de 80 não conseguia planejar sem pensar sistemicamente e falava em comunicação integrada e, sempre começando “por dentro”, pela comunicação interna.

Essa consciência só foi crescendo ao longo dos anos e com clareza via o desperdício de lançamentos de novos produtos porque “por dentro” as coisas não iam bem. Algumas empresas me deixavam realizar algumas atividades internas, mas eram incipientes, considerando o que consegui fazer na década seguinte. Consegui fazer alguns trabalhos memoráveis com Citibank e com Ceras Johnson. Num dos lançamentos de um novo RAID, em 1995/96, a Fernanda Montenegro fazia o comercial (“não uso os pés para matar baratas, uso a cabeça!”) e criamos uma campanha interna que ajudou muito no sucesso desse produto. As baratas revolucionárias subiam em bancos e pelos baloons, nos cartazes espalhados pela empresa, gritavam que a Ceras Johson estava lançando um produto para destruí-las, dizimá-las! Que todas as baratas precisavam se unir contra o lançamento desse novo RAID. A movimentação interna gerada pelo inusitado da campanha interna nos murais chamou muita atenção. Ganhou o interesse da equipe de vendas que destacou o produto nos seus inúmeros itens de vendas, gerou simpatia e entusiasmo. Consegui fazer pequenas ações assim, e logo essas ações ganharam o conceito de “endomarketing”.

Com o passar do tempo as campanhas de endomarketing acabavam tentando “vender” a empresa para seus ”empregados”, que foram virando “colaboradores” . A visão histórica dessas transformações é sempre interessante, como tudo isso é muito recente, difícil encontrá-las em livros. Mas o conceito do “interno” avançou muito nos últimos dez anos. A tecnologia se encarregou de dar consciência e voz para os empregados, colaboradores. Passaram a ter segundo grau e, mesmo nas cidades mais distantes, podem se conectar à intern et. “Vender” a empresa para eles, passou a não ser mais uma boa estratégia. Diagnosticar o que pensam , o que entendem do que é anunciado pelos veículos internos, a transparência das informações, isso tudo começou a fazer muita diferença.
Ainda são poucas as empresas que percebem a grande oportunidade de desenvolver estratégias para o público interno. Ainda vejo um enorme desperdício de oportunidades, mas algumas investem no que chamamos de educomunicação. Vender a empresa não, educar o participante da organização, sim. Precisamos de cidadãos, profissionais que coloquem em prática medidas de segurança, de cuidados com o meio ambiente, que percebam a importância de pensar sistemicamente para que a empresa cresça e tenha reputação. 

Muitas empresas começam, tentam, mas a maioria ainda vê esse tipo de comunicação como acessória. Mesmo a comunicação interna estando incorporada ao Branding, ela ali aparece como a mais “pobre” e menos cuidada. Não percebem que dentro da comunicação interna temos o desafio seríssimo da comunicação face a face. Essa, no Brasil, devido nosso estilo de liderança, de uma sociedade elitizada, escravocrata, colonizada onde o modelo autoritário está aí, escancarado, para atrasar a evolução do Brasil. Investir em comunicação interna é investir na liderança das empresas. Existe algo mais importante a fazer?
Não investir em comunicação interna não é apenas um problema da comunicação, mas um entrave econômico para nosso desenvolvimento sustentável. Os governos sequer pensam em comunicação interna. A gestão é por guetos e quase sempre políticos. A comunicação não é utilizada, apenas a propaganda para vender a imagem de grandes realizações para a população ou o candidato. A população nunca é ouvida para compartilhar as decisões, e o potencial de funcionários é uma massa disforme e mal informada. A população nunca é  convocada, educada para construir criativamente uma nova vida para sua cidade. Existe uma forte rádio corretor nas cidades e onde existe rádio corredor existe uma grande oportunidade para uma comunicação que educa!

Recentemente fiz a conta dos aposentados do município do Rio de Janeiro. Sabem quantos? Cerca de sessenta mil pessoas que poderiam e certamente gostariam de saber, de forma privilegiada, o que acontece com o Rio de Janeiro, ou desconfio, gostariam de ser convocados para alguma ação especial na sua cidade. E tudo está pior desde a crise de 2008. Fingimos que estamos mudando! Não há efetiva mudança na forma como as empresas estão atuando como pensamos em pessoas, estejam elas dentro ou fora das empresas. Nas minhas escutas profundas (OFFPLAN), método de pesquisa que utilizo, identifico um número enorme de profissionais de meio ambiente, sustentabilidade, comunicação, RH, que por saberem o pouco que estão realmente fazendo, vivem na insônia. A consequência de tanta maquiagem não impede as barrigas precoces (especialmente nos homens), a perda de cabelo e humor e a clara tensão no olhar que podemos encontrar em tantos colaboradores desestimulados. As empresas nunca fizeram a conta do que perdem por não investir nas pessoas!

O mundo executivo está doente! As pessoas estão tristes, fingindo que comprar um carro zero, levar esposa e filhos para Miami serão remédios para a falta de contato com a fonte interior e com a satisfação por fazer um trabalho com sentido. Dói ver matarmos vidas todo dia dentro das empresas! (claro que fora aquelas quantas que matamos nas prisões, no nosso absurdo sitema de saúde, no genocídio de jovens nas periferias, ou jovens até em boates etc). A morte dos colaboradores aos pouquinhos é silenciosa, não consta das estatísticas dos acidentes de trabalho, que no Brasil também nos dão inúmeras razões para pensar em comunicação interna. E hoje temos que falar do departamento de RH, da área de Desenvolvimento de Pessoas, já que em muitas organizações a comunicação interna responde para uma diretoria de RH. O mais difícil é ver que não percebemos que a saída não é individual, mas coletiva sempre. Os Comunicadores e profissionais de recursos humanos precisam investir em novas tendências e conquistar o espaço estratégico nas organizações.

 Foi-se o tempo de perceber comunicação, relacionamento e educação como áreas de apoio, agora são absolutamente estratégicas para os negócios.
Nós, como comunicadores e criadores de relacionamentos, precisamos encontrar formas de produzir felicidade e realização através do trabalho. Só a consciência pode ativar a vontade do coração! Eu sou teimosa, e sei que tenho muitos parceiros comigo no caminho de ganhar importância para uma comunicação verdadeira, inteligente, que eduque para os novos tempos que a sociedade cada vez mais deseja.
À teima comunicadores internos, RHs e RSA das organizações! À teima!

Planejamento, o instrumento

Acabei de ver um programa de entrevistas com músicos, todos com seus violões. A conversa impressionou
porque cada um começou a explicar as características do seu jeito de tocar violão. Comentaram também como o violão, as cordas, o jeito de tocá-las davam novas cores às canções; O violão de João Gilberto ou de Paco de Lucia, apesar dos dois serem violonistas, produzem música, ritmos e emoções diferentes.
Comecei a pensar na ferramenta planejamento. Um mesmo instrumento que também produz “sons” diferentes.
Não só enquanto se constrói, como depois de executado. Cada um de nós tem seu instrumento, nem todos
são instrumentos musicais, podem ser uma vassoura, uma máquina fotográfica ou algo como as metodologias de planejamento. O saber usar um instrumento nos oferece oportunidades de prazer pessoal e intransferível.
Planejar e varrer também faz parte de nossas “artes”.
O planejamento, que é meu instrumento, é algumas vezes pouco compreendido, pouco valorizado, às vezes
até considerado uma perda de tempo. Tempo e curiosidade é o desafio do diagnóstico: procuram-se
referências, descobrimos, pesquisamos, refletimos. Às vezes precisamos entender complexos sentimentos de
um dado público que pouco conhecemos, aí outra vez volta a arte: os atores verdadeiros também tem que
compreender sentimentos de personagens muitas vezes muito diferentes deles.
Depois precisamos escolher o foco claro, para construir objetivos. Em determinados planejamentos, e cada
vez mais, é necessário pensar em objetivos para cada público de relacionamento envolvido na ação. A seguir somos estimulados na nossa criatividade para construir um mix sistêmico de atividades, processos de
comunicação. Tudo tem que fazer sentido, como se estivéssemos desenrolando um novelo. Quando isso
acontece sentimos conforto, como quando a cerveja desce redonda!
Mas precisamos continuar: temos agora o desafio de escolher a idéia central, o conceito, aquilo que deverá ser a essência da nossa comunicação. O quê falar em destaque para conseguir que nosso público perceba todo o resto do nosso plano? Para que nossa comunicação seja efetiva? Qual a idéia? Planejamento sem idéia é aniversário sem bolo.
É fácil perder um planejamento na execução, por isso terminado e convencido do plano que escrevemos,
precisamos virar guardiões dele! Construir o caminho para que ele ganhe parcerias, muitos precisam acreditar nele. Eu quase sempre procuro a construção coletiva com os atores e cada comunicador pode fazer isso dentro da empresa. Preciso também pré estabelecer como vou avaliar e medir os resultados.
A metodologia, descrita de forma simplificada acima, é um instrumento, mas como vamos “tocar” com que
sensibilidade, alma, isso fará toda a diferença na qualidade da “música” que vai se ouvir! E olha que tem muito planejamento “certinho” por aí sem alma, sem descobertas, sem conceito ou sem criatividade!
Eu amo construir planejamentos de comunicação e encontrar companheiros que contribuam na “canção”. Esse continuará sendo meu instrumento para me manter ativa e desperta para criar comunicação que transforma.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Vamos articular a Inteligência com a Miséria


Esse texto do Boff fala de educação. Não essa que fazemos ou que dizemos que falta, fala de uma nova forma de aprender! De uma união Universidade e sociedade civil criando novos caminhos para nossa vida. Sonho com isso! Educadores, no sentido pleno vamos ouvir esse nosso líder para novos tempos!


Articular la inteligencia con la miseria

04/10/2012
LEONARDO BOFF

A partir de los años cincuenta del siglo pasado se fueron formando en Brasil, en el seno de la masa de los desposeidos, movimientos sociales de diversa naturaleza pero todos con el sueño de refundar Brasil, construyendo una nación autónoma y no una gran empresa agregada y al servicio del capital mundial. Esa fuerza social ganó dimensiones transformadoras cuando se dio la alianza entre estos movimientos populares con los intelectuales que, no perteneciendo a las capas oprimidas, optaron por ellas, asumieron su causa, apoyaron sus luchas y participaron de su destino, a veces trágico, por estar marcado por persecuciones, prisiones, torturas, exilios y muertes, como está siendo mostrado ahora por la Comisión de la Verdad.
Con esto la “inteligentsia” brasilera comenzó a pagar una enorme deuda social paracon el pueblo. Pero esa alianza siempre necesita rehacerse y ser consolidada, especialmente ahora que uno de sus representantes llegó a la presidencia y consiguió avances político-sociales nunca antes realizados. Sobre él recae todo el peso del prejuicio de clase. De ahí la furia con la que está siendo atacado con el objetivo de acabar con su liderazgo y su resonancia mundial.
Hoy más que nunca, las universidades, donde se forman los intelectuales, ya no pueden ser reducidas a macroaparatos de reproducción de la sociedad discrecional ni a fábricas formadoras de cuadros para el funcionamento del sistema imperante. En nuestra historia patria han sido también siempre un laboratorio del pensamiento contestatario y libertario. Esto constituye su misión históricapermanente que debe acelerarse hoy, dado el agravamiento de la crisis general en el mundo.
El mayor desafío es consolidar los avances sociales y populares ya alcanzados. Por eso la nueva centralidad reside en la construcción de la sociedad civil a partir de la cual los anónimos e invisibles dejan de ser lo que son y pasan a ser pueblo organizado. Sin este tipo de ciudadanía no habrá base para un proyecto de reinvención de Brasil como una democracia social, popular y cotidiana. Para alcanzar esta meta histórica se hace urgente el encuentro de la universidad con la sociedad.
Ante todo, es importante crear y consolidar una alianza entre la inteligencia académica y los condenados a la miseria y a la pobreza. Todas las universidades, especialmente tras la reforma de su estatuto por Humboldt en 1809 en Berlín, dieron a su cuerpo los dos brazos que hasta hoy las conforman: el brazo humanístico que viene de las viejas universidades medievales y el científico-técnico que creó el actual mundo moderno. Ellas se han vuelto el lugar clásico de la puesta en cuestión de la vida, del hombre, de su destino, de la cultura y de Dios. Las dos culturas –la humanística y la científico-técnica– van dejando de coexistir y se intercomunican en el sentido de tomar en serio su contribución a la gestación de un país con menos desigualdades e injusticias.
Las universidades son urgidas a asumir este desafío: las distintas facultades e institutos tienen que buscar un enraizamiento orgánico en las bases populares, en las periferias y en los sectores ligados directamente a la producción de los medios de vida. Aquí puede establecerse un intercambio fecundo de saberes, entre el saber popular, hecho de experiencias, y el saber académico, fruto del estudio y de la investigación. De este intercambio puede surgir la definición de nuevas temáticas teóricas y prácticas y la valoración de la riqueza del pueblo en su capacidad de solucionar sus problemas.
Esta actividad permite un nuevo tipo de ciudadanía, basada en la conciudadanía: representantes de la sociedad civil y de las bases populares así como de la intelectualidad toman iniciativas autónomas y someten al Estado a un control democrático, reclamándole servicios para el bien común. En estas iniciativas populares, sea en la construcción de casas mediante la colaboración vecinal, en la búsqueda de medios para la salud, en la forma de producción de alimentos, en la contención de tierras sueltas para evitar derrumbes y en otros mil frentes, los movimientos sociales sienten la necesidad de un saber profesional. Es donde pueden y deben entrar la “inteligentsia” y la universidad, socializando el saber, proponiendo soluciones originales y abriendo perspectivas, a veces insospechadas, para quien está condenado a luchar sólo para sobrevivir.
De este ir y venir fecundo entre pensamiento universitario y saber popular puede surgir un nuevo tipo de desarrollo adecuado a la cultura local y al ecosistema regional. A partir de esta práctica, la universidad pública rescatará su carácter público, será servidora de la sociedad y no solo de aquellos privilegiados que consiguieron entrar en ella. Y la universidad privada realizará su función social, ya que es en gran parte rehén de los intereses privados de las clases proprietarias e incubadora de su reproducción social.
De ese casamiento entre “inteligentsia” y miseria nacerá un pueblo liberado de las opresiones para vivir en un país más justo donde sea más fácil el quererse y el amor.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Boomerang: Aconteceu a Rio+20



Aconteceu a Rio + 20 !

Por qualquer ângulo que nosso olhar se vire, não deixaremos de perceber que algo importante aconteceu! Posso de novo ser acusada de otimista, mas sinceramente acredito que parir um novo mundo, no meio da complexidade que vivemos, não poderia mesmo ser simples ou linear. Vamos perceber na espiral da transformação.

A sociedade civil surpreendeu. Falou, gritou, caminhou. A diversidade humana ocupou todos os espaços da cidade! Índios, profissionais de ONGs, participantes de movimentos sociais de todas as causas conseguiram espaços para se manifestar. O Ocupa, Ocupa dos Povos, participou acampando onde não era permitido e trocando com participantes de todo mundo. Índios, mulheres, deficientes, esportistas, recicladores, ambientalistas, movimentos ligados a terra, ribeirinhos, removidos pelas hidroelétricas, artistas, executivos de empresa - a diversidade se mostrou na complexidade do mundo atual e conversou sempre que possível e se estranhou sempre que necessário. Documentos, ao invés de um documento! Claro, como ser simples nessa diversidade?
 
É no jogo, na conversa, no confronto que a humanidade vai avançando. As filas para ver a exposição Humanidade 2012, no Posto 6, que atraiu 210.000 visitantes, não afastaram mais de 300.000 pessoas que visitaram a Cúpula dos Povos (no Aterro do Flamengo). A cidade viveu a Rio + 20 numa intensidade muito maior do que há 20 anos! Agora, muitos já entendem mais sobre os grandes encontros de conversa e confronto! Estamos construindo um novo mundo, melhor ainda, estamos tomando consciência para poder escolher o mundo que queremos. Eu podia quase sentir as jacas caindo na cabeça de muitos, à medida que aumentavam a percepção de temas críticos (cair ficha é pouco, nesse caso. São jacas mesmo, daquelas bem grandes).
 
Falamos muito de uma nova economia, de consumo, de crianças e da importância da educação. Desconfio que o triple botton line tenha cumprido sua função e precisamos ir além. Não faz sentido colocar a economia no patamar das pessoas e do meio ambiente, simplesmente porque são de naturezas diferentes. A economia é uma ferramenta que deveria ser colocada a serviço da vida, ou seja, a economia seria a base para pessoas e meio ambiente. Essa é a nova economia que queremos. Teremos que sacrificar os resultados rápidos, essa idéia que só consumindo podemos ser felizes, que precisamos lucro sem qualificação? Muitas novas perguntas. Nossa economia atual está muito longe disso de criar novos processos, onde o principal seja cuidar de pessoas e do meio ambiente. Ela, com sua forma de busca de resultados não qualificados, de pressa, de desespero pelo lucro, está sendo eficiente, deixando tudo que tem vida à beira da morte. Não é bem uma economia verde que queremos, é uma economia “domada” pelo interesse da continuidade da vida
 
Derrubamos mais o mundo atual do que conseguimos construir as bases para chegar ao novo mundo, isso é verdade. Não ficou claro quem pagará a conta, não criamos um sistema de governança para o processo de transição, não conseguimos também deixar claro os atores que podem liderar o mundo no novo caminho. Certamente muitos entenderam que precisam liderar a si mesmo nesse caminho: liderar sua empresa, sua comunidade, a escola onde seus filhos estão, ou a comunidade. Foram revelados muitos ativistas autorais (conceito trazido fortemente durante discursos de Marina Silva) e muitos devem ter confirmado sua visão. Nascerão muitos outros empreendedores sociais.
 
Não podemos esquecer que entre esses novos seres conscientes estarão muitos jornalistas, publicitários que perceberam seu papel no mundo e como podem transformar a partir da sua profissão: a comunicação. Impossível saber quantos eventos paralelos aconteceram, apesar de terem mencionado quase 3.000! Sabemos os que se inscreveram, mas em cada comunidade, cada escola, um novo líder soube se aproveitar da movimentação para atuar no seu território.
 
A Rio + 20 aconteceu. Vai continuar acontecendo, como até agora aconteceu a Rio 92. Tenho certeza que mudamos mais um pouco. Claro, queríamos mais! Eu queria acordar amanhã com um mundo sem fome! Ah, como queria! Essa é nossa primeira e maior indignidade! Queria também que todos tivessem direito a escola, e não seriam as que temos no mundo! Queria muito que todos nós pudéssemos estar a serviço do novo mundo. Vou continuar querendo e trabalhando, aberta a trocar com todos aqueles que compartilham do meu sonho!
 

 

7º Fórum Petrobrás Soluções de Comunicação e Responsabilidade Social

aconteceu em Vitória ES, onde Nádia Rebouças foi produziu o artigo “Diversidade Humana”e facilitou diálogos sobre o tema com os profissionais de comunicação nacionais e internacionais.
Evento Turismo na Era do Capitalismo promovido pela SKAL (uma Associação Internacional de Profissionais de Turismo) em São Luis MA, onde Nádia Rebouças palestrou sobre o Capital Natural.

Jornada da Educação Socioambiental

aconteceu na Cidade de Deus com várias atividades incluindo palestra de Nádia Rebouças.
Treinamento para Hidrelétrica Santo Antônio com foco em relacionamento com as comunidades em parceria com a Textual.

CASA

Lançamento da nova marca do Fundo Socioambiental CASA produzida pela R&A com intervenção artística do grupo Esquadrão da Vida.

ILOS

Realizadas as devolutivas para colaboradores do plano de ação construído após workplan em Angra dos Reis. Vamos para implantação!

APOSVALE

Apresentado o Planejamento Estratégico e Plano de Comunicação para Após Vale. Próximo passo será a devolutiva para o conselho e para Diretoria.

VALE

Início do trabalho de avaliação da comunicação interna – primeiro quadrimestre de 2012.

BOTICÁRIO

Resultados da pesquisa web apresentados para equipe de trabalho Renato Manzano& Associados.

CREMEJ

Realizada pesquisa.

Rio+20

A R&A participou de diversos eventos durante a Rio+20 e se envolveu na conferência em todos os seus domínios. Participou também do TED X 20.
Entrevista de Antônio Jorge a Nádia Rebouças, vai ao ar no dia 28/06 às 21:30 no programa de rádio Ponto de Contato (MPB FM 90.3 todas as quintas feiras às 21:30h).

Próximo Café com Rebouças

Em breve será lançada a data e os convidados do próximo Café com Rebouças com o tema “Refletindo sobre os resultados da Rio+20 com profissionais de Comunicação Empresarial”. A data ainda será marcada.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Rio+20


Rio+20
 
É hora de escrever. De olhar para trás, para ir para frente. Aproveitar todos os insights que possam nos levar para o futuro. A Rio + 20 só começou e já dá para sentir seu movimento, a sua beleza.
Sim, porque como em 92, seja lá no que resulte, estaremos vivendo o encontro da humanidade e isso é belo por si só. O aterro do Flamengo, o Fórum Mundial em 92, nunca mais parou! Ali pela primeira vez o mundo esteve junto. Misturaram-se línguas, cores, bandeiras, idéias, muitas trocas e muitos aprendizados. Não tínhamos internet, celulares eram poucos, rede social nem sonhar, ninguém sabia direito o que eram ONGs, qual o poder da sociedade civil, nem conhecíamos palavras que viraram nosso dia a dia: ecossistema, biodiversidade, ecologia, meio ambiente, responsabilidade social, desenvolvimento sustentável. A grande maioria da população nunca tinha pensado que a terra tinha limites.
Começamos a poder falar do lixo, da poluição, em cidadania, em fome, direitos humanos entre tantos outros temas! Mais importante, começamos a falar criticamente de CONSUMO. Percebemos que estávamos consumindo o planeta, pessoas, animais e plantas! Enfim caiu a ficha. Durante esses 20 anos muitas fichas caíram. A sociedade civil, com o ganho da tecnologia, descobriu possibilidade de atuação em rede. A comunicação virou tarefa possível para todos!
Outros, muitos Fóruns Mundiais aconteceram, fomos aprendendo a conversar pelo mundo em Fóruns e Conferências. A sociedade civil descobriu que podia ocupar as ruas e ganhar voz. Esse ano aconteceram ocupações em todo o mundo. As ONGs aprenderam a usar comunicação. O Greenpeace virou Top of Marketing para jovens no mundo. Eles descobriram também que foram enganados, comemos a rosquinha (conceito da Oxfam) e deixamos um mundo complicado para eles! Problemas? Muitos. Aumentamos praticamente todos os desastres econômicos, sociais, ambientais. A crise econômica, que para mim é crise de paradigma e ética, que vai nos torturar até que possamos descobrir que a economia é ferramenta para a vida, continua sendo a crise para aqueles que vivem só para o dia e para o lucro.
As empresas tiveram que começar pelo menos a fazer maquiagem. Corrupção e absoluta falta de empatia com milhões que morrem de fome, ameaçam nosso futuro. Também nos faltam líderes nos governos. Faltam corajosos, insensatos. Que acreditem em inovação, que invistam na dignidade humana. Mas talvez o que possa nos salvar seja um conceito que Marina Silva deixou escapar no início dessa Rio + 20: MILITANTE AUTORAL. Todos nós podemos escolher ser militantes autorais, todos temos tecnologia para falar, escrever, fazer música, evento, etc. Todos podemos ser ativistas de novos tempos.
Desejo que você descubra sua vontade, seu compromisso. Fazer sem pedir licença, pela sua autoria, como fizeram todos os líderes que mudaram o mundo um pouquinho: Jesus, Buda, Gandhi, Mandela, Betinho só para citar alguns que lutaram pelos direitos humanos. O mundo está cheio de militantes autorais, eu poderia encher páginas de nomes. Mas o que interessa é continuar despertando militantes autorais.  Marina Silva é, acima de tudo, uma militante autoral. 
Esse mundo em transformação precisa de militantes autorais. Seria ótimo que eles aparecessem no Rio Centro, mas é importante para nosso futuro que apareçam no Posto 6, no Aterro do Flamengo ou em qualquer outro espaço dessa cidade marcada para criar voz para o futuro.
Nádia Rebouças

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Um Rito de Passagem

Boomerang 81 - abril e maio de 2012


2012. Foram inúmeras as previsões para esse ano que vivemos! O mundo vai acabar? Os maias tinham razão?

O ser humano passa por um momento especial. Talvez o mundo não acabe. Talvez as previsões sejam de que o mundo, como o conhecemos, vai acabar. Ou será que começa a acabar? Ou será ainda, que caso a população mundial não consiga visualizar as profundas mudanças que precisa operar, o planeta entre num caminho onde as condições atuais de vida na Terra sejam outras?

 Não sabemos. Mas talvez não por acaso, o ano de 2012 será o ano da Rio + 20. Criamos uma oportunidade. Não sabemos se ela será aproveitada no nível suficiente que nossa querida casa, a Terra, precisa. Caminhamos para sete bilhões de habitantes no planeta, com quase um milhão vivendo com fome e não compartilhando de todas as nossas maravilhosas descobertas tecnológicas. Alguns comem demais, arriscando a vida exatamente como aqueles que comem menos, ou nada.

Vivemos o tempo da complexidade e dos paradoxos. Vivemos o tempo que investir em alertas que cheguem à consciência da humanidade são fundamentais, é como investir no ar que respiramos! Muitos estão completamente à margem dessa discussão. A maioria da população não tem noção que os desafios que serão discutidos na Rio + 20 impactam o nosso cotidiano.  

É muito importante que os governos cheguem a acordos inovadores. As previsões já nos anunciam que poderemos ficar decepcionados, apenas com pequenos avanços. Sabemos que a mudança que precisa ser feita é profunda: mexer com a economia para que possam surgir reflexos no meio ambiente e no social. Sabemos também que a economia só pensa em taxas de crescimento, que o PIB só mede o quantitativo. Todas essas medidas deixam o que tem vida para trás.

Mas o que os governos vão conseguir avançar tem uma importância relativa frente a nossa capacidade de ação e de transformação. O mundo está nas ruas. Esse ano inteiro movimentos sociais intensos ocuparam as ruas indicando um cansaço das condições atuais de vida no planeta.

É obrigação de cada um de nós anunciarmos, alardearmos o que esse grande encontro significará: uma oportunidade, um rito passagem.   Paralelo a essa inconsciência existem milhares e milhares de pessoas, de todas as gerações e classes sociais, pertencentes a todos os setores, que estão buscando não perder essa oportunidade. Trata-se exatamente disso, uma oportunidade!   É como se a humanidade estivesse prestes a ter um derrame, um ataque do coração! Já saímos do tempo de investir em prevenção, é atendimento de emergência. Que evitemos o pior!

Essa emergência está na minha mão e de cada um de vocês. Caso você seja uma pessoa que já tomou consciência de nosso desafio, aja. Na sua comunidade, na sua empresa, na escola de seus filhos. Não se finja de morto. Evite a morte súbita da humanidade. Fale, informe, lute contra todos os absurdos que construímos. Desde o desmatamento, não só lá na Amazônia, mas da sua rua. Plante. Recicle. Converse com o próximo, fale, impacte! Coma e cuide de seu corpo com consciência, ande de bicicleta, recuse-se a pensar que seu carro é você!  Pense antes de comprar: você precisa disso mesmo? Feche a torneira.

Não ponha sua vida a serviço do lucro, dando prejuízo à nossa casa! Pense em nova forma de lucro, aquele que ainda nem conhecemos. Revise suas taxas de investimento. Escute. Olhe para os lados, com consciência. De preferência coloque seu trabalho a serviço da vida! Sua vida a serviço da vida, sem preconceito! Viaje num avião pilotado por uma mulher! Caso uma negra te atenda num restaurante, considere a possibilidade dela ser a empresária, dona do restaurante e não uma empregada da casa. Deixe de lado esse desejo irresistível de comprar um carro novo, lembre do seu desespero no trânsito!

Procure uma nova descoberta para seu trabalho produzir menos resíduo, usar menos água, usar menos seu tempo em planilhas Excel. Invista em comunicação face a face, elimine dor no trabalho. Fique mais com seus filhos, olhe mais para o céu, de repente lá tem luas e estrelas. Enfim trabalhe para que 2012 seja não o começo do fim, mas o começo de um novo tempo da civilização. Torça pelos de bem que estarão lutando pelo melhor para os humanos. Não repita insistentemente: Ah, nada vai acontecer! Nada vai mudar! Visite a Cúpula dos Povos no Aterro do Flamengo, vá até a Karioca na antiga Colônia Juliano Moreira, acompanhe as notícias que virão do Riocentro. Viva a Rio + 20!

Caso você trabalhe em comunicação não faltarão certamente oportunidades. Trabalhe então com toda sua criatividade para descobrir e dar destaque a cada oportunidade de fazer, MAS FAZER DIFERENTE! Que muita coisa aconteça a ponto de nos surpreender.

Bom Rito de Passagem para você!


ILOS

Encontro da ILOS aconteceu em Porto Belo e resultou num plano de ação. Já foram realizadas devolutivas para sócios e colaboradores.
 

Vale

Devolutivas do trabalho de Avaliação da Comunicação interna chegou à Belém e Carajás. Nádia e Cida tiveram excelentes encontros com as equipes de comunicação.
 

Vale Minas

Palestra realizada no evento com todos os Comitês de Comunicação de Minas e Bahia. Foi um encontro maravilhoso, organização impecável na Estação de Trem da Vale em Ouro Preto.
 

Eletrobrás

Encontro com mulheres no final de março. Um evento com mini palestra e uma oficina: Como as mulheres podem ajudar no caminho para sustentabilidade? Foi incrível a quantidade de idéias que surgiram!
 

GIFE

Um encontro com organizações e empresas que investem em mulheres. Foi um encontro muito interessante durante a Conferência do GIFE. Nádia Rebouças facilitou o grupo num Diálogo para busca dos novos desafios para investimento em equidade de gênero. Quem quiser saber mais veja resumo, publicado originalmente no news letter do GIFE, no blog nareboucas.blogspot.com.br.
O Boticário – Nova pesquisa sendo realizada junto ao grupo de trabalho coordenado por Renato Manzano da Manzano e Associados.
Fundo Elas – realizou encontro na Casa do Saber sobre mulheres. Foi muito interessante ver o impacto das histórias de mulheres vencedoras, que passaram por cima dos preconceitos. Quem quiser ter melhor idéia da emoção do encontro leia no blog da Rebouças, textos produzidos por Camila Leal e Rosa Silva da Rebouças. (http://nareboucas.blogspot.com.br)
 

ABRAPCORP

Congresso científico no Maranhão; Foi um encontro fantástico. Refletir sobre a comunicação com professores de várias universidades brasileiras. Compreender como nosso desafio na comunicação é complexo. Recomendo muito ficarmos associados dessa instituição que oferece seriamente conteúdo para nosso trabalho no dia a dia. (http://www.abrapcorp.org.br).
 

Aposvale

Um dos trabalhos mais realizadores desses últimos 2 meses. Os aposentados da Vale, de várias regiões, construíram num Workplan o planejamento estratégico e o planejamento de comunicação para a organização. Agora seguimos para a implantação.
 

Fundo Socioambiental Casa

Encontro em SP com o Conselho da organização para construção dos caminhos da comunicação. Nova marca e novas estratégias de comunicação a caminho.
Palestras
Foram momentos especiais de encontro com estudantes e profissionais interessados em Comunicação e Sustentabilidade: Palestra Unigranrio (maravilhoso encontro de estudantes em Caxias), Palestra para vendedores da Unimed, Palestra no Congresso ACIJA – Associação comercial e industrial de Jacarepaguá.
 

Café com Rebouças

Já realizamos dois encontros: o primeiro em homenagem à Rose Marie Muraro com a participação de Rosa Alegria sobre as novas moedas e o desafio de novo modelo econômico. Agora em maio uma conversa excelente com o Instituto Alana e publicitários: Somos responsáveis sobre o que e como comunicamos? Já estamos planejando o próximo para julho. Junho é concentração na Rio + 20.